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domingo, 24 de junho de 2012


No Mundo das Placas-mãe para PCs

Quais as melhores marcas?
 Principais características técnicas


 Atualmente no mercado mundial há muitos e muitos modelos de placas-mãe, e com as mais diversas configurações tecnológicas – configurações bem básicas as mais sofisticadas e avançadas.
Como exemplos, placas-mãe que suportam somente memória SDR (Single Data Rate ou Taxas de dados transmitidos no modo simples – cada ciclo de pulso transmite um dado por segundo), sendo que cada módulo de memória SDR possui 168 vias; Placas-mãe que suportam memórias SDR e DDR (Double Data Rate ou Taxas de dados transmitidos em dobro – cada ciclo de pulso transmite 2 dados), sendo que cada módulo de memória SDR possui 184 vias.
E ainda, placas-mãe que suportam módulos de memórias do tipo DDR2/DDR3/DDR4 (Double Data Rate ou Taxas de dados transmitidos em dobro ou em quatro, ou seja, cada ciclo de pulso transmite 2 ou quatro dados), sendo que cada módulo de memória DDR2/3/4 possui 240 vias elétricas.





Este modelo de placa-mãe desta imagem acima, por exemplo, é do tipo "multiprocessadores". Ou seja, suporta quatro processadores AMD Opteron 6100 Series Processors (Magny-Cours) com tecnologia de 45 nm, sendo que cada processador pode contar com 8 Cores (8 núcleos - 4 físicos e 4 lógicos) ou com 12 Cores (12 núcleos - 6 físicos e 6 lógicos), desta forma, um total de 32 a 48 núcleos; esta placa-mãe conta ainda com 32 slots para módulos de memória DDR3 de 16 GB cada, portanto, totalizando 512 GB de memória instalada. Mais informações nestes links abaixo:



As memórias DDR2/3/4 operam com altas freqüências de clock, como no modo de 800 MHz (máximo para as DDR2 e mínimo para as DDR3), devido a técnica QDR (Quad Data Rate ou Taxas de dados transmitidas de quatros em quatro dados por segundo – cada ciclo de pulso transmite 4 dados). Neste caso a freqüência original da memória é 200 MHz, mas como aproveitam cada ciclo de pulso para levar quatro dados (dois dados na rampa de subida e dois na rampa de decida), é como se ela estivesse operando à 800 MHz, por segundo.
Além do suporte para vários tipos de memórias, algumas placas-mãe também suportam redes Gigabits, redes Wireless (sem fio), bus PCI Express x1 e x16 (imagem abaixo, direita), este substituto do bus AGP (imagem abaixo, esquerda); somente HDs SATA (Serial ATA) e/ou SATA+PATA+SSD (Serial ATA+Parallel ATA+). E a cada novo modelo de placa-mãe, o suporte as novas tecnologias também aumentam.






As melhores marcas
Ao ler esta matéria muitos poderão dizer que estamos fazendo chover no molhado, pode até ser. Porém, muitos e muitos usuários de microcomputadores estão fazendo a mesma pergunta: “Quais são as melhores marcas de placas-mãe?”.
Isto porque – como acontece com as fontes de alimentação para microcomputadores –, também estamos no “Mundo das placas-mãe para PCs”, mundo este que conta com muitos fabricantes que realmente fabricam placas-mãe, e também, empresas que não fabricam, mas que colocam suas marcas em modelos de placas-mãe, e desta forma, ficam conhecidas no mercado nacional e internacional.
Também pode ocorrer de alguns modelos de placas-mãe serem das melhores marcas, mas não serem de boa qualidade. Outro fator de suma importância para que uma ótima placa-mãe corresponda 100% de sua capacidade, refere-se a montagem do microcomputador. Emparafusar a placa-mãe e outros componentes no gabinete é uma coisa, montar o microcomputador é outra coisa muito diferente – é uma arte para poucos.
A placa principal dos microcomputadores que recebe o chip (ou chips) CPU (processador para dados), e também, que recebe muitos outros chips que são integrados nela, também é conhecida por outros nomes, tais como: Placa-Mãe, Placa de Sistema, Placa Principal, CPU Board, Main-Board.
Quanto aos preços dos modelos de placas-mãe, dependerá do modelo – se é antigo ou recente –, dos recursos técnicos integrados (chips de som, de vídeo, de rede, chipset e outros no modo on-boards), ou dos recursos técnicos não integrados, mas que são suportados, como: placas externas off-boards (placas aceleradoras gráficas, CPUs, etc.).

Placas-mãe multi CPUs
Já com relação aos modelos de Placas-mãe existentes, os mesmos são inúmeros; os recursos tecnológicos que as mesmas suportam vão dos mais fracos aos recursos mais potentes. Como exemplo, alguns modelos de placas-mãe suportam QUATRO CPUs (processadores para dados) e , como o modelo da imagem acima, modelos como o da imagem são conhecidas por placas-mãe para multiprocessadores. Neste caso, o recurso é conhecido por multiprocessamento.
E para que a placa-mãe suporte o multiprocessamento de dados, ela deve suportar a tecnologia conhecida por SMP (Symmetric Multprocessing ou algo como Multiprocessamento de dados por dois ou mais processadores, conjuntamente). Esta técnica é empregada quando se deseja que os dados sejam processados por duas (ou mais) CPUs – no modo paralelo –, dividindo-se assim a carga que estaria reservada a um único processador.





Placas-mãe multi CPUs/GPUs
Já alguns modelos de placas-mãe podem suportar até SETE GPUs (processadores para dados gráficos integrados nas placas aceleradoras gráficas modernas, como este modelo destes links abaixo:



Este modelo de placa-mãe da imagem acima e dos links acima (a EVGA (socket LGA1366) modelo 270-GT-W555, com chipset Intel X58 integrado) realmente é muito potente, pois suporta SETE placas aceleradoras gráficas e DOIS processadores de 8 núcleos (4 físicos e quatro lógicos), totalizando 16 núcleos para processamentos de dados binários; possui ainda 12 slots para módulos de memória SDRAM DDR3, portanto, pode suportar ate 48 GB (12 slots x 4 GB de cada módulo).

Componentes integrados nas placas-mãe
Nas placas-mãe – nos modelos antigos e modernos também – podemos ver as interfaces (portas) para o teclado e mouse (PS/2 e USB); os conectores para a fonte de alimentação (4, 8, 20 e 24 pinos); a bateria (20/32) e chip CMOS (a partir do 286); os chips VLSI, mais conhecido por chipset; os slots ISA de 8 e 16 bits e Slots VLB; os slots PCI de 32 bits, AGP e PCI-Express x1 e x16; o chip de memória ROM/FlashROM BIOS; as interfaces para discos rígidos (IDE/PATA e IDE/SATA); a interface para drives de disquetes (esta já foi extinta); as interfaces para portas seriais e paralela; o socket (ou sockets, nos modelos de placas-mãe modernas) para o microprocessador e co-processadores (nas placas 286 e 386), entre muitos outros componentes integrados nas placas-mãe.

Os tipos de placas-mãe
Os tipos de Placas-mãe vão desde uma XT (Extended Technology ou Tecnologia estendida); uma AT (Advanced Technology ou Tecnologia avançada, a partir do 286), até as revolucionárias placas-mãe ATX (Advanced Technology Extended ou Tecnologia Avançada e Estendida). A Intel desenvolveu o tipo BTX (Balanced Technology Extended – Tecnologia estendida e balanceada) para os novos modelos de gabinetes para microcomputadores – e respectivas placas-mãe e fontes que seriam instaladas nestes gabinetes.

Os Fabricantes e Marcas de placas-mãe
Como já foi citado acima, no “Mundo das placas-mãe”, mundo este que conta com muitas empresas que realmente fabricam placas-mãe, e também, empresas que não fabricam, mas que colocam suas marcas em modelos de placas-mãe e desta forma ficam conhecidas no mercado.

As melhores marcas – Quais são elas?
Ao ler esta matéria muitos poderão dizer que estamos fazendo chover no molhado, ou seja, repetindo aquilo que muitos usuários (principalmente técnicos) de microcomputadores já sabem, pode até ser. Porém, muitos e muitos usuários de microcomputadores estão fazendo a mesma pergunta: “Quais são as melhores marcas de placas-mãe?”.
E pela ordem, levando em conta requisitos, tais como: qualidade, aceitação do mercado nacional e mundial, mais as análises de especialistas. E aqui também vale a minha experiência de mais de 12 anos trabalhando com placas-mãe, sendo que placas-mãe que menos dão problemas são os modelos produzidos pela empresa Gigabyte.

Placas-mãe do “Top 15 são as seguintes:

> Gigabyte, Asus , MSI, *Intel, ECS, Zotac, EVGA, Foxcomm, XFX, TYAN, Phitronics, Sapphire Technology, ABIT, VS Company e Micronic Computer INC <

*A Intel não é primeira da lista, e pelo seguinte: A empresa Foxconn também fabrica placas-mãe para a Intel (confira no link abaixo). Portanto, ao comprar modelos de placas-mãe da Intel, na verdade esses modelos podem ter sidos fabricados pela Foxconn.


Os fabricantes de placas-mãe – Quais são?
É interessante observar que, quando se fala em placas-mãe – na verdade nos fabricantes, respectivas marcas e modelos de placas-mãe – somente dois ou três nomes são citados: Asus, Gigabyte e MSI.
Porém, já existiram (ou ainda existem) uma boa quantidade de empresas que fabricam placas-mãe (ou apenas usam seus nomes nelas), como estas da lista (e do link) abaixo:


>Asus, ABIT, Asrock, Aopen, Albatron, Amptron; BCM, BFG Technologies, Biostar; Chaintech, Chantec. DFI (Design For Innovation), Digitron; ECS (Elite Group), EVGA, EpoX; FIC, Foxconn; Gigabyte; Intel, IWILL; Jetway; Kinpo Electronic; Mercury, Magic Pro, Mach Speed, MSI (Micro-Star International), Mitac international, Micronic Computer INC; Netgate; PCWare, Phitronics, PCChips, PC-Micro; Positivo (modelo POS MI945AA, por exemplo, modelo cedido pela MSI); Soyo, Shuttle Computer, Soltek, Supermicro; TYAN; USI (Universal Scientific Industrial), Universal Abit; VIA Tecnology, VS Company; XFX, Zotac; e muitas outras fabricantes de placas-mãe de menor expressão no enorme mercado mundial.

Os fabricantes de hardware – Quais são?
Se a lista de empresas que fabricam placas-mãe já é grande, imagine a lista dos fabricantes de hardwares para os microcomputadores. Para isto basta conferir neste link abaixo:


Tecnologia SMP (Symmetric Mult Processing)
Este termo se refere a tecnologia para Multiprocessamentos de dados por dois ou mais processadores instalados numa mesma placa-mãe, e operando conjuntamente numa mesma placa-mãe. Na primeira imagem acima vemos um modelo de placa-mãe que opera com quatro processadores.






Esta técnica é bem empregada quando se deseja que os dados sejam processados por duas CPUs (no modo paralelo), dividindo-se assim, a carga que estaria reservada a um único processador.
Vale lembrar aqui que no modo SMP de dois processadores operando a 2 GHz cada, não será o mesmo que se a máquina estivesse operando a 4 GHz, como ocorre no modo Dual Core (DC). No modo DC todo o processamento torna-se mais estável, contínuo, seguro e mais rápido também, já que é como se a máquina contasse com um processador operando a 4 GHz.
No modo SMP moderno, todo o processamento também se torna mais estável, contínuo e seguro, podendo operar mais rápido ainda já que a máquina conta com duas CPUs DualCore e opera como se existisse somente um processador operando a 3 GHz, por exemplo. Entretanto, em termo de estabilidade no processamento o desempenho da máquina é muito superior caso ele contasse com um processador somente.
Nesta técnica ou arranjo SMP, cada CPU possui e usa seu próprio cachê L1 e L2 e, como bem mostra a figura acima (da esquerda), caso a CPU 1 necessite de um determinado dado e este dado não se encontre gravado no L1 (este geralmente reservado para a gravação temporária de códigos e instruções utilizados pela respectiva CPU) e também não se encontre na L2 (este sempre reservado para a gravação temporária de dados que já foram ou serão processados pela respectiva CPU). A CPU 1 terá que buscar o dado (ou dados) diretamente na memória RAM (observe todo o processo acompanhando a imagem acima, a esquerda).
Observar ainda o seguinte: quando o cachê L1 é reservado somente para códigos e instruções, a CPU acessa diretamente o L2 em busca do respectivo dado. Caso não encontre o respectivo dado ela buscará na memória RAM usando o bus (barramento para o tráfego de sinais digitais na placa-mãe), o FSB (Front Side Bus) e o bus MB (Memory Bus – barramento da memória), como pode ser visto na imagem acima (esquerda).
Atualmente o controlador de memória não mais se encontra no Chipset North bridge, e sim, está integrado no próprio chip do processador (processadores da AMD e da Intel). Portanto, não mais utiliza o lento FSB e as comunicações entre a CPU (ou CPUs) tornam muito mais rápidas – veja um exemplo na imagem acima, da direita.
Como exemplo, o processador DualCore Intel Core 2 Duo E8400, 1600 MHz (6 x 267) possui um L1 (Level 1) contando com 64 KB (sendo 32 KB para a paridade – códigos para verificação de erros nos bits de dados; e 32 KB para o ECC – Error Corretion Code, Códigos para a correção de erros). Já o L2 é de 6 MB para a gravação temporária de dados já processados pela CPU, no modo de On-Die, ECC, Full-Speed.

Alguns termos técnicos usados
As áreas da informática moderna estão repletas de inúmeros termos técnicos. Porém, aqui, apresentamos alguns termos técnicos relacionados com esta matéria em questão.
Somos de opinião que todos os professores de informática deveriam orientar seus alunos – já nas primeiras aulas – para que os mesmos estudem os termos técnicos desta vasta área. Com isto, eles notarão que fica mais fácil estudar, aprender e conhecer os assuntos que estão estudando naquele momento – e os posteriores também.

AGP (Acelerated Graphics Port – Porta para aceleradora gráfica);
ALU (Arithmetic Logic Unit – Unidade para processamento de dados aritméticos);
AMD (Advanced Micro Device – Refere ao segundo maior fabricante de CPUs – em primeiro está a Intel);
BIOS (Basic Input/output System – Sistema básico de entrada e saída);
CMOS (Complementary Metal Oxide Semicondutor – Semicondutor metal-óxido complementar);







CPU (Central Processing Unit – Unidade para processamento de dados binários – imagem acima, esquerda);
DC (Dual Core – Núcleo duplo, processadores com 2 núcleos internos);
FlashROM (Flash Read Only Memory – Memória para leituras e escritas rápidas)
FSB (Front Side Bus – Barramento frontal superior);
GPU (Graphic Processing Unit – Unidade para o processamento de dados gráficos – imagem acima, direita);
L1/L2 (Level 1 e 2 – Memória cachê Nível 1 e 2 no núcleo (ou núcleos) do processador);
PATA (Parallel Attachment Technology Advanced – Tecnologia avançada para conexão paralela);
PCI-Express (Peripheral Component Interconnect Express – Conexão expressa para componentes e periférico);
PS/2 (Port Serial 2 – Porta serial versão 2);
ROM (Read Only Memory – Memória para somente leitura);
SATA (Serial Attachment Technology Advanced – Tecnologia avançada para conexão serial);
USB (Universal Serial Bus – Barramento universal serial);


                                                                                                       Por: Jkbyte

domingo, 17 de junho de 2012

No mundo dos MONITORES

CRT, LCD, LED e OLED

Informações úteis para comprar um bom modelo

Monitores com a tecnologia LCD (Liquid Crystal Digital - Tela de cristal líquido), além de serem muito mais bonitos, leves, bem mais baratos (atualmente) e que consomem três vezes menos energia elétrica que os grandões e pesadões monitores CRT (Cathode Ray Tube - Tubo de raios catódicos), eles também são bem mais finos e tomam muito pouco espaço onde são instalados.
Na hora de comprar um monitor com a tecnologia LCD, por exemplo, para saber se um modelo de monitor LCD é de ótima qualidade e, ou então, se o modelo escolhido tem melhor desempenho – ou não – que um outro modelo. Além da resolução gráfica (quanto maior melhor, caso a placa aceleradora gráfica suporte), tanto para jogos quanto para o uso normal, devemos observar os seguintes detalhes técnicos descritos nos passos abaixo:





1> O Contraste dinâmico:
Contraste dinâmico ou DFC (Dynamic Fine Contrast, ou também: Digital Fine Contrast). Este recurso quanto maior for o seu valor melhor será a qualidade das imagens exibidas na tela do monitor, que no caso deste modelo exemplo da LG, o modelo LG “W2353 LG”, o contraste dinâmico é de “50.000:1”;

2> O Brilho na tela:
O brilho – quanto maior for melhor será – neste mesmo modelo exemplo da LG, é de “300 cd/m²” (300 Candelas por metro quadrado), parâmetro este que se refere a “unidade” de medida do sistema internacional de medidas para a “intensidade da luz” por metro quadrado. Monitores com tecnologia baseada em LED (Light Emitting Diode - Diodo emissor de luz) só operam com 250 cd/m2, menos que nos monitores CRT e LCD, portanto, a visão deve ser mais direcional para o usuário que está olhando para o mesmo.
*CD/m2
(CanDelas) Este termo se refere à unidade de medida (do sistema internacional de medidas) para a intensidade da luz (por metro quadrado) que é refletida pelo cinescópio do monitor de vídeo, por exemplo. Atualmente, devido os constantes progressos nas tecnologias utilizadas na fabricação dos monitores de vídeo para microcomputadores, especialmente tecnologias relacionadas com o cinescópio destes, os fabricantes de monitores do tipo CRT (Cathode Ray Tube) podem conseguir, graças aos excelentes níveis de focalização e direcionamento dos feixes de elétrons sobre os pontos de fósforos, níveis de “luminosidade” de 1 K cd/m2. Ou seja, monitores CRT podem operar com até 1.000 (ou mais...) candelas por metro quadrado, enquanto que os monitores digitais do tipo LCD só operam com uma quantidade de 300 cd/m2, e os monitores de LED só operam com 250 cd/m2, no máximo.

3> A resolução gráfica:
Como nos itens já citados acima, a resolução gráfica do monitor também segue a mesma lógica, quanto maior for melhor será a qualidade das imagens exibidas na tela do monitor. Neste mesmo modelo exemplo de monitor, o LG “W2353 LG”, a resolução gráfica máxima é de 1920 x 1080, operando a 60 Hz, por segundo:

4> O tempo de resposta:
Já aqui, quanto “menor” for o tempo de resposta do monitor melhor será o desempenho dele, ou seja, as imagens serão mostradas na tela mais rapidamente e com qualidade maior. E, atualmente, na maioria dos modelos este tempo de resposta é de “2 ms” (milésimos de segundo), e nos modelos mais antigos é de “5 ms”.

5> O modelo "ecofit PZ2370”;
Este modelo de monitor da Samsung opera com 250 cd/m²; portanto, neste quesito ele é menos eficiente que o modelo da LG citado acima, como exemplo. Já nos outros recursos, também citados acima, são iguais aos do modelo da LG;




6> O IPS (In Plane Switching):
Além dos recursos já citados acima, que indicam se o monitor é bom ou não, ou se tem melhor desempenho que outro modelo similar, alguns monitores contam com outro recurso ou tecnologia muito interessante – é um grande diferencial entre os monitores –, que se chama: IPS (In Plane Switching – Trocas de plano internamente);

7> A tecnologia “IPS”:
Esta é mais uma dentre as várias tecnologias existentes nos monitores LCDs, tecnologia esta com a finalidade de economizar energia e melhorar a qualidade das imagens exibidas na tela. Isto porque os cristais líquidos passam a ser alinhados no modo “horizontal” e não mais no modo “vertical”, como nos primeiros monitores de LCD. Além da economia de energia e de melhorar qualidade das imagens, a tecnologia IPS melhora em muito o tempo de reposta dos monitores, e pelo seguinte – ver o passo “9”:

8> As Freqüências em KHertz e Hertz:
As freqüências Horizontais são medidas em Kilohertz (kHz ou 1000 Hertz) por segundo (ver tabela acima - Everest), já as freqüências Verticais são medidas em Hertz (Hz ou 1 Hertz), por segundo.
Um monitor simples tipo CRT, por exemplo, opera com “freqüência” horizontal de 35,5 Kilohertz (35.500 Hz ou 35.500 linhas) por segundo. Como um exemplo, caso um monitor simples esteja operando na resolução de 800x600, cada “tela” é formada por 642 linhas (600 linhas normais mais o retraço vertical – linhas invisíveis – que aumenta as linhas verticais, em média, 7%).

9> As altas taxas de refresh:
Monitores LCD modernos operam com altas taxas de atualizações (refresh) das imagens na tela em menor tempo que modelos CRT. Neste contexto, as imagens exibidas na tela do monitor LCD ficam mais rápido ainda, devido as taxas de atualizações operarem na freqüência de 240 Hertz (Hz) por segundo, velocidade muito superior aos 60 Hz (padrão) e 75 Hz (máximo), por segundo, dos primeiros modelos de monitores LCD convencionais.





10> A Técnica Widescreen:
Portando, não se deve comprar um monitor LCD somente pelo tamanho em polegadas (inchs) – 17, 19, 20, 21, 22, 23, 24, por exemplo –, ou por ele ter o recurso “Widescreen”, ou que exiba maiores resoluções gráficas na tela. Há muito mais que isto na qualidade do monitor. E para aqueles que estão pensando em comprar um modelo com tecnologia “LED/LCD” (Light Emitting Diode / Liquid Crystal Digital), veja as especificações técnicas um modelo exemplo abaixo:

Especificações Técnicas:
Display: LED de 23´ Wide - Formato: 16:9
Resolução: 1920 x 1080 pixels
Brilho: 250cd/m²
Tempo de resposta: 5 ms. – será mais rápido se for de 2 ms.
Contraste: 5.000.000:1
Ângulo de visão(Horizontal/Vertical): 170°/160°
Compatibilidades: Windows e Graphic Card (placa gráfica) Nvidia e ATI
Conversão de 2D para 3D: Sim
Freqüência Horizontal: 30 ~ 83 kHz
Freqüência Vertical: 56 ~ 75 Hz
Revestimentos da Tela: Anti- Glare, Anti-reflexiva, anti-estática e Hard Coating (3H)
Tecnologia FPR 3D: Sim
Vesa: Sim: 75 x 75
Conexões: D-SUB; DVI; HDMI
Consumo de Energia: 39 Watts
Pixel Pitch: 0,265(H) mm x 0,265(V) mm
Fonte: Interna
Cor: Preto brilhante
Mais informações: Possui design minimalista com linhas retas
Voltagem: Bivolt
Conteúdo da Embalagem:
Monitor, Cabo de força, Óculos 3D, Cabo D-Sub e Manual do usuário
Garantia de 12 meses
Peso de 6501 gramas (bruto com embalagem).

As Melhores marcas de MONITORES
Segundo a conceituada "Pesquisa Info (Revista Info) de Marcas - Consumidores" para 2007, 2008, 2009, 2010, 2011(Décima edição) e 2012 (Projeção), pela ordem os melhores MONITORES são das seguintes marcas e respectivos fabricantes. Através dessas pesquisas podemos ter idéia de quais marcas estão dominando o mercado neste seguimento para 2012 (Projeção).

>2007 (10 empresas pesquisadas):
Sony(1), Samsung, LG, Apple, Philips(5), HP, AOC, Proview, Viewsonic, Waytec(10).

>2008 (9 empresas pesquisadas):
Sony(1), Samsung, Apple, LG, Philips(5), HP, AOC, Proview, Viewsonic(9).

>2009 (10 empresas pesquisadas):
Samsung (1), LG, Apple, HP, Philips(5), AOC, Semp Toshiba, Acer, Viewsonic, Proview(10).

>2010 (10 empresas pesquisadas):
Samsung(1), LG, Apple, HP, Philips(5), AOC, Semp Toshiba, Viewsonic, Proview(10).

>2011 (10 empresas pesquisadas): Décima edição
Apple(1), Samsung, Dell, LG,  HP(5), Philips, AOC, Acer, , Proview(10).

>2012 (Projeção para as marcas):
Samsung(1), LG, Apple, HP, DELL(5), Philips, AOC, Acer, Viewsonic, Proview(10).

Tecnologia CRT (Cathode Ray Tube)
Este termo se refere ao tubo de raios catódicos do monitor de vídeo. No tubo são geradas as imagens na forma de linhas horizontais e quadros verticais (resolução gráfica). Monitores de vídeo CRTs modernos operam com altas freqüências no modo horizontal (varredura horizontal) em KHz (KiloHertz) por segundo, algo como de 30 à 100 KHz, e com altas freqüências no modo vertical (varredura vertical) em Hz (Hertz) por segundo, algo como de 60 à 160 KHz.
Quanto mais alta a varredura horizontal e vertical, mais rápido as imagens são geradas na tela a cada segundo. No caso de um simples monitor CRT para placa de vídeo do tipo SVGA (Super Vídeo Graphics Adapter) e operando com uma freqüência de clock horizontal de 35,5 kHz. Ou seja, 35.500 Hz ou 35.500 linhas horizontais por segundo, numa resolução de 640 linhas de pixels x 480 linhas de pixels. Neste caso, o número de telas (quadros de imagens) à ser exibidas neste simples monitor será de 69 (35.500 ÷ 514=69)  por segundo (480 + 34 linhas (7% das 480 linhas)=514.
Observar que as “34” linhas que foram somadas ao valor “480” referêm-se as linhas do “Retraço vertical” na tela, que ocorrem numa média de 7%, no momento em que o circuito eletrônico do monitor desliga parcialmente os canhões de emissão de elétrons. Este número de “69” telas ou quadros de imagens é, na verdade, a freqüência de varredura vertical de 69 Hz (Hertz), por segundo. Ou seja, a freqüência de varredura vertical em que o monitor está operando.
No entanto lembre-se do seguinte: Com uma única varredura horizontal de 35 KHz/ps (35.500 Hertz ou linhas horizontais varrendo a tela, por segundo), forma-se um quadro de imagem mas esta imagem é muito fraca – praticamente invisível à olho nu e de qualidade ruim.

Perda na qualidade em monitores CRT
A perda na qualidade do vídeo em monitores CRT (Cathode Ray Tube – Tubo de raios catódicos – http://pt.wikipedia.org/wiki/Tubo_de_raios_cat%C3%B3dicos ), pode ter como causa o seguinte:
1> Como é sabido, todos os sinais elétricos gerados no PC é no formato digital, já o cabo convencional para as transferências dos sinais entre a saída de vídeo (seja vídeo of-board ou on-board com conector VGA e SVGA de cor azul) para o monitor – também com conector VGA e SVGA – é no formato analógico.
2> Portanto, os sinais digitais serão convertidos para sinais analógicos na saída de vídeo do PC, e ao chegarem no monitor LCD, por exemplo (com conector SVGA), serão novamente convertidos para sinais digitais.
3> E é o circuito RAMDAC (Random Access Memory Digital-to-Analog Converter –Conversor de sinais Digitais para sinais Analógicos e vice-versa na memória RAM), integrado tanto nos chips de vídeo on-board quanto nas placas aceleradoras de vídeo of-board, sendo ele é que faz todo o trabalho das conversões de sinais digitais para analógicos e vice-versa.
4> Este circuito é encarregado de fazer todas as conversões dos sinais digitais para sinais analógicos. Portanto, os circuitos DACs modernos operam com altas freqüências de clock, principalmente nas placas aceleradoras modernas. Atualmente todos os modelos de placas aceleradoras gráficas (caso tenha o conector SVGA azul) possuem RAMDAC operando a 400 MHz – esta é a velocidade máxima. Como o próprio nome diz; RAMDAC, os sinais são convertidos para a memória RAM da placa aceleradora e/ou para a memória RAM principal, no caso do vídeo on-board.

Tecnologia LCD (Liquid Crystal Digital)
Este termo se refere a tecnologia utilizada na tela dos monitores digitais, que são fabricados com 100% de tecnologia digital. Enquanto podem-se construir monitores digitais (totalmente transistorizados) bem menores, já que a tecnologia é muito mais avançada, quando comparados com os CRT.
Esta tecnologia conhecida por LCD (Liquid Crystal Display ou Tela de Cristal Líquido), embora desenvolvida no ano de 1988, por Friderich Reinitzer, começou a ser aproveitada somente a partir de 1997 nos monitores para PCs (veja nesta imagem abaixo um modelo de 50 polegadas e bem exótico –  http://monitordelcd.com/lcd/monitor-lcd-com-50-polegadas-com-resolucao-4800x1200-pixels/ ).

Porém, a tecnologia LCD já era utilizada na maioria dos visores de notebooks, agendas eletrônicas, calculadoras e entre outros produtos eletrônicos. Na verdade os monitores digitais não são do tipo LCD, e sim, somente a tela dos mesmos que é do tipo LCD.





Monitores digitais são 100% transistorizados não operam com canhões de elétrons e muito menos com fósforos eletrônicos, que formam os pontos vermelhos, verdes e azuis. Como este tipo de monitor, ou seja, do tipo digital e com tela de LCD, não utiliza os três canhões para energizar os fósforos coloridos vermelhos, verdes e azuis, eles são de tamanho reduzido, pois não utilizam aquele enorme tubo de raios catódicos, e sim,  placas  de  circuito  impresso  com  milhões  de transistores.
Modelos modernos contam com mais 7 milhões de transistores. Atualmente os preços dos diversos modelos de monitores digitais estão bem acessíveis ao público de máquinas desktops. Outro detalhe se refere a vida útil deste tipo de monitor (digital) que é de no máximo 3 anos, contra 7 anos dos analógicos (CRT).
Aproveitando-se dessa nova tecnologia empregada nos monitores de vídeo super modernos de cristal líquido – aqueles de painéis de tela plana – mais conhecidos tecnicamente por FPD (Flat Panel Display ou Painel de tela plana). Alguns vendedores maus informados (ou por maldade mesmo, que trabalham na área de informática) enganam seus clientes menos informados, dizendo-lhes que os monitores com controles de ajustes digitais, são monitores construídos com a tecnologia digital. Monitores que realmente são construídos utilizando a tecnologia 100% digital são muito parecidos com os dois modelos que você vê nesta figura acima. Portanto, tome cuidado para não comprar gato (monitor analógico) por lebre (monitor digital). E, ou então, você sendo um técnico, indicar para um cliente um monitor com controles de ajustes digitais como sendo um monitor com tecnologia digital.

A tecnologia OLED para Monitores, TVs, Celulares
A tecnologia denominada de OLED (Organic Light-Emitting Diode ou Diodo para emissão de luz orgânica) é bem mais avançada que a tecnologia LED, que também faz uso da tecnologia que utiliza diodo que possui uma camada contendo composto orgânico. Esta tecnologia está sendo utilizada em telas de dispositivos como monitores de vídeo, de TVs, Relógios, Aparelhos celulares, etc.
Inclusive, possibilitando desenvolver telas transparentes e flexíveis adaptáveis nos mais diversos formatos e aparelhos modernos – sejam eles redondos, quadrados, retangulares, etc. (mais detalhes nesta imagem abaixo)



Na verdade esta não é uma tecnologia desenvolvida recentemente, e sim, da década de 80 quando foi criada pela Kodak. Atualmente já existem diversos aparelhos (Monitores, TVs, Relógios, etc.) que utilizam esta tecnologia, aparelhos estes que já estão disponíveis para o mercado mundial. Como exemplo, uma TV de 40 polegadas (criado pela Samsung) que usa a tecnologia OLED, possibilita obter resolução de até 1280x800.
Outra grande vantagem desta tecnologia é que, conjuntamente com a tecnologia Bluetooth, pode-se criar dispositivos que faz comunicações sem fio numa área de 100 metros – quando não existem obstáculos, como paredes, por exemplo.
Para formar as imagens na tela a tecnologia OLED utiliza de pigmentos orgânicos que emitem luz própria quando recebem baixas cargas de tensões elétricas. E devido a isto o consumo de energia será muito menor, a geração de calor no interior do aparelho também será bem menor, e o nível de lixo atômico será menor também.
E, atualmente, o menor consumo de energia elétrica e a menor quantidade de lixo eletrônico são o que o nosso planeta Terra está IMPLORANDO.

Resolução no Modo seguro
Nos Modos seguros do Windows do XP e W7 podemos fazer diversos tipos de manutenção no sistema quando o XP ou o W7 não carregam no Modo normal. Como exemplo, no Modo seguro é ideal para manutenção do sistema em geral; no Modo seguro com rede possibilita até navegar na Internet; e no Modo seguro com prompt de comando, possibilita usar linhas de comando no prompt de comando.
Porém, o XP costuma carregar no Modo seguro na resolução de 640x480 ou 800x 600 pixels e, nessas resoluções – principalmente na primeira – fica muito difícil de trabalhar no Windows, como por exemplo, abrir programas. Isto não ocorre com o Windows Vista e Sevem (W7).
Em Modo seguro do XP se você clicar com o botão direito do mouse na Área de trabalho, selecionar Propriedades/Configurações, na opção “Resolução de tela” você mudar a resolução de 640x480 ou 800x 600 para 1024x768, por exemplo, e clicar no botão Aplicar, nada acontecerá.
Portanto, para mudar a resolução gráfica resolução de 640x480 ou 800x 600 para 1024x768 no XP, este rodando num dos três Modos seguros, deve-se fazer o seguinte:

1> Clicar com o botão direito do mouse na Área de trabalho, selecionar Propriedades/Configurações, na opção Resolução de tela você muda a resolução de 640x480 para 800x 600 ou para 1024x768.

2> Mas, aqui, clicar no botão Avançadas/Monitor, clicar no campo “Freqüência de atualização da tela”, em seguida clicar no campo sombreado de azul e na opção “Usar a configuração padrão do hardware” e no botão Aplicar. Pronto, problema resolvido.

                                                                                            Por: Jkbyte

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Tamanho ideal para os Clusters no NTFS

NTFS – New Technology File System ou Sistema de arquivos com novas tecnologias, este sistema foi criado em 1993 para ser usado no Windows NT – http://en.wikipedia.org/wiki/NTFS

Este termo “NTFS” se refere ao sistema de arquivos que é utilizado para instalar os seguintes sistemas operacionais Windows:
NT, 2000, XP, 2003, 2008, Vista, W7 (Seven) e W8 (todos lançado pela Microsoft) – e versões posteriores do Windows também. Já o Windows 95, 98Pe (primeira edição), 98Se (segunda edição) e Me (Millennium edition) só aceitam serem instalados em sistema de arquivos FAT (File Allocation Table – Tabela para alocação de arquivos).
Para instalar um sistema operacional como o Windows W7, por exemplo, deve-se – primeiramente – criar a tabela de partição (NTFS) numa área de 64 KB dentro da área do MBR (veja link abaixo), em seguida, será preciso formatar esta área de 64 KB para que o boot (arquivos de boot) desse sistema operacional que será instalado e ser registrado numa pequena área no HD conhecida por MBR (Master Boot Record –  http://pt.wikipedia.org/wiki/Master_Boot_Record ).



Esta área do MBR é de 512 Bytes apenas e fica localizada no início do HD, no Cilindro 0; na Trilha 0; na Cabeça 0; e no Setor 1, sendo por meio desta área que o sistema operacional é inicializado (boot), como bem mostra esta imagem acima.
Em seguida, deve-se criar a tabela de formatação (NTFS) para que o sistema operacional (Windows) possa gravar seus respectivos arquivos de sistema e os usuários possam gravar seus dados no HD todo, menos na área de boot (MBR) e na área de 8/100MB (XP/Vt,W7,W8), áreas estas que ficam reservadas e ocultadas.

Teste:
Para comprovar o que foi escrito acima, quando o XP dá erro e não carrega e vemos na tela do monitor mensagens pedindo para que se insira o CD de instalação do XP na unidade e digitar “R” (Recuperação). Isto que dizer que o sistema de boot (arquivos para o boot) dele está normal, porém, o sistema em si (arquivos que formam o kernel ou núcleo do mesmo) está corrompido, e basta somente um arquivo de sistema para que o XP – ou o W7/8 – deixe de ser carregado normalmente.

MBR (Master Boot Record)
Este termo se refere ao primeiro setor (com tamanho de 512 bytes ou 4096 bits, veja a imagem acima) do disco rígido, onde ficam gravadas as informações referentes a inicialização do sistema operacional instalado – Windows XP, por exemplo.
Como este setor é muito pequeno (apenas 512 byte), se você instalar o 98SE, por exemplo, e em seguida instalar o ME, as informações de boot do 98SE serão apagadas, ficando somente as do ME. Agora, se você instalar o Linux, NT, 2K, XP ou 2K3, as informações de boot do 98SE não serão apagadas, isto porque esses sistemas operacionais instalam um gerenciador de boot (para gerenciar as informações de boot) não na área do MBR, e  sim, numa pequena partição (partição de boot) de 8 MB.
Se por acaso no seu HD estiver instalado o Windows XP na partição C:, por exemplo, e você instalar o Windows 98SE na partição D: (ou E:, por exemplo), você só conseguirá carregar o 98SE. Ou seja, o XP não será visto no menu de boot como antes. Para resolver este pequeno problema basta editar o arquivo boot.ini gravado na unidade C:, inserindo um valor (30, por exemplo – trinta segundos) no campo com este nome: timeout=30.
Desta forma, todas as vezes que se liga ou se reseta a máquina e o programa BIOS (Basic Input/Output System ou Sistema básico de entrada/saída) é executado na memória pelo processador, o BIOS procura pelo HD, ou mais precisamente, pelo “Setor 1 existente no disco. E caso o BIOS detecte o disco (leitura das informações escritas na memória ROM do disco, referentes às características do mesmo), mas caso não encontre o “Setor 1” (disco não particionado ou com problema neste setor), não será possível inicializar o sistemas operacional pelo disco, ficando a mesma exibindo na tela o programa BIOS.
Nos sistemas operacionais MS-DOS/Windows (menos as versões do Windows 3x, que não eram sistemas operacionais, mas ambientes gráficos rodando no MS-DOS), quando se executa o utilitário *Fdisk (format disk) e utiliza-se a sua opção criar uma partição. Com isto, grava-se na “Trilha 0, “Cilindro 0, “Cabeça 0 e  “Setor 1 (área do MBR), um pequeno programa inicializador do respectivo sistema operacional, o Windows XP, por exemplo.
Em seguida, será criada a partição (uma única partição, por exemplo, ocupando o HD todo), onde será instalado o respectivo sistema operacional.
A área do “MBR” é composta pelas seguintes estruturas denominadas de:
EMBR (Extented Master Boot Record – Registro Mestre para o boot no modo extendido);
MPT (Master Partition Table - Tabela de partição mestre)
MBC (Master Boot Code - Código de boot mestre)
VBR (Volume Boot Record - Volume de boot mestre)
Quando se coloca um nome extenso para o volume, digamos, por exemplo, um nome com mais de oito letras, e ao excluir uma partição com um nome com mais de oito letras, como por exemplo: “Disco C Marcos (14 caracteres)”, o utilitário fdisk pedirá para os usuários digitar o respectivo “nome” de volume.
Ocorre que o sistema DOS só reconhece nomes com até “oito” caracteres, neste caso, todo o restante dos caracteres (6) será convertido para símbolos estranhos, impossibilitando excluir o volume para poder criar outro (nova partição). Para resolver estas situações incômodas, bastas digitar no prompt do DOS o comando fdisk/mbr (Enter). Com o comando “fdisk/mbr” pode-se também limpar resíduos de arquivos de gerenciadores de boot (do LILO ou GRUB) que o Linux instala na área do MBR.

Sistema de arquivos FAT x NTFS
Quando se instala dois sistemas operacionais num mesmo HD, o Windows 98Se usando sistema de arquivos FAT32 (File Allocation Table ou Tabela para alocação de arquivos de 32 bits) e XP, este usando sistema de arquivos NTFS, a partir do XP enxergamos os dados gravados na partição FAT32 do 98Se normalmente, porém, a partir do 98Se não enxergamos os dados gravados na partição NTFS do XP. Neste caso, não será possível gravar ou copiar dados no XP à partir da partição do Windows 98Se.
Quando do lançamento do Windows XP em 2001 – também nos anos de 2002 e 2003 – muitos técnicos (e muito usuários não técnicos também) não formatavam o HD rodando Win98Se para instalar o XP. E sim, atualizavam o Win98Se para o XP á partir do 98Se já instalado e devidamente configurado, aproveitando-se desta forma a partição FAT32 bits do Windows 98Se e todos os programas já instalados no respectivo HD – era uma grande economia de tempo.
Esses técnicos e usuários diziam que o Windows XP ficava mais rápido com esta atualização, já que o XP não alterava nada no HD onde o 98Se estava instalado, apenas atualizava a pasta Windows, o Registro do mesmo e os respectivos drivers – a pasta Arquivos de programas e outras não eram alteradas.

Convertendo FAT para NTFS
Porém, já a partir de 2004 muitos técnicos espertos faziam a conversão da partição FAT32 bits para NTFS depois da atualização do 98Se para XP devidamente concluída. Para aqueles que pretenderem fazer esta conversão basta acessar o “Prompt de comando” e digitar esta linha de comando: convert c:/fs:ntfs  (Enter).


Observar pela figura acima que a conversão não poderá ser feita com os arquivos do sistema (códigos fontes do núcleo do Windows XP) sendo executados na memória RAM, entretanto, a conversão será feita na próxima reinicialização do sistema. Para se evitar surpresas no decorrer da conversão é aconselhável desligar a máquina por alguns minutos – três minutos aproximadamente – e ligá-la novamente antes da conversão de FAT32 bits para NTFS.

As vantagens do NTFS
As vantagens apresentadas pelo sistema de arquivo NTFS – principalmente a partir da versão 5 do NTFS – são muito superiores as do sistema FAT32 bits (inclusive ao exFAT, sucessor do FAT32 bits para formatação de dispositivos externos), principalmente nas versões do Windows Vista, 2008 Server, W7 e W8, sendo que uma dessas vantagens é o suporte à HDs com grande capacidade de armazenamento de dados. Ou seja, HDs com capacidades até 16 TB (Tera Bytes) ou 17.592.186.044.416 Bytes.

O MFT (Master Files Table
 A partir do lançamento do Vista (este sistema operacional foi um fiasco para a Microsoft, assim como o Millenium Edition ou Me), e posteriormente, com o lançamento do Windows Sevem (ou W7) – e com o W8 saindo do forno – essas versões do Windows NÃO mais suportam o recurso MFT (Master Files Table - Tabela mestre para arquivos do Windows).
E devido a isto, não podemos atualizar um computador rodando XP para o Vista, W7 ou W8, como podemos fazer até hoje em PCs rodando W98Se (ou Me) para XP sem a necessidade de reformatar o HD e reinstalar todos os programas que já estavam instalados.
Aqui, este termo (MFT) se refere a estrutura onde ficam gravados os arquivos com códigos referentes a uma “partição” do tipo “Primary” (Primária), isto quando se cria uma única partição “Primary”, seja ela no formato de arquivos FAT (File Allocation Table ou Tabela para alocação de arquivos), FAT16 bits, FAT32 bits ou exFAT (Extended File Allocation Table ou Tabela para alocação de arquivos no modo estendido, também conhecido por FAT64 bits –  http://pt.wikipedia.org/wiki/ExFAT ).
Ou então, “partições” primárias quando se cria mais de uma, sendo que “quatro” é número máximo de partições “primárias” (ou físicas) que podem ser criadas e registradas num mesmo disco. Só se pode criar três partições primárias, sendo que a quarta será denominada de partição entendida, e nesta, serão criadas as respectivas “unidades lógicas”. Somente uma partição primária pode ser ativada para inicializar o programa gerenciador de boot, mesmo tendo quatro partições primárias que, no caso dos sistemas Windows, é o Winboot.
Já no caso das distribuições Linux, como a Conectiva, Red Hat, Mandrake entre muitas outras, pode ser utilizado o gerenciador de boot Grub (onde se pode fazer configurações de boot), ou o Lilo (Linux Loader). Neste caso os usuários do Linux escolhem qual gerenciador instalar.

Afinal, qual o melhor tamanho para os Clusters
Quanto a possível pergunta: “Qual o melhor tamanho para os Clusters (grupos de setores) em Partições NTFS e para uso Geral?”. Este tamanho deve ser o mínimo de 2 KB (2048 bytes) e máximo de 8 KB (8 192 bytes), sendo que o tamanho padrão é de “4 KB” (4096 byte).
Detalhes:
Como as partições FAT16/32bits e NTFS para Windows (todos) só trabalham “Clusters” (grupos de áreas formados pelos setores físicos da mídia do HD) para gravar todos os dados nos respectivos HDs, sejam eles modelos *IDE/PATA ou IDE/SATA, e como os HDs só trabalham com esses “Setores” físicos com tamanho de 512 Bytes cada. Neste contexto, uma partição NTFS com o tamanho padrão dos clusters de 4 KB (4096 bytes), por exemplo, usará “8 setores” físicos do HD (8 x 512=); já com o tamanho de 2 KB usará 4 setores, e com o tamanho de 8 KB usará 16 setores de 512 bytes cada para formar um cluster.
Teoricamente, todo o desempenho do Windows – mesmo nas versões mais recentes do Windows, como o W7 e W8 – é mais lento, devido a todo o momento ele perder tempo em ficar montando grupos de cluters (de 4 KB, por exemplo, sendo necessários 8 setores de 512 KB cada), a partir dos setores físicos gravados na mídia do HD pelo fabricante do mesmo. Contudo, isto não ocorre com os HDs com tecnologia SSD (Solid State Drive), como prova basta acessar o link abaixo. Mais detalhes sobre a tecnologia SSD no final desta matéria ( http://www.youtube.com/watch?v=sx8C97ZXdHo ).

Protocolos para as interfaces dos HDs

*IDE
(Integrated Device Electronic). Este termo se refere à eletrônica do dispositivo (no caso a interface controladora – circuito eletrônico – para discos rígidos) que foi integrada nas placas-mãe não necessitando mais de instalar placas controladoras (conhecidas por IDPlus ou Multi-IO) para poder instalar discos rígidos no computador. As primeiras interfaces para discos rígidos eram encontradas nas placas de som.

PATA
(Parallel Attachment Technology Advanced). Este termo (também conhecido por UATA – de Ultra DMA) se refere a técnica (protocolo) de transferências de dados do HD (e outros dispositivos que utilizem os mesmos cabos de 40 ou 80 vias. Veja na figura abaixo um cabo de 80 vias elétricas e seus respectivos conectores, sendo que o conector de cor azul é para conectar o


cabo na interface da placa-mãe, que opera no modo paralelo. Ou seja, em grupos de 8 bits (1 byte)  por  segundo.  Já há um bom tempo que o protocolo (ou  bus)  PATA (Parallel  ATA)  está  sendo  substituído  pelo protocolo SATA (Serial  ATA). No protocolo SATA, as transferências de dados do HD (e outros dispositivos que utilizem o mesmo cabo de 7 vias, no caso as interfaces SATA) para a placa-mãe é no modo serial. Ou seja, as transferências ocorrem de bits em bits, por segundo. A grande vantagem do SATA é que as transferências podem ser feitas utilizando-se freqüências bem mais altas, em relação ao protocolo PATA.

SATA
(Serial Attachment Technology Advanced) Este termo se refere ao mais novo padrão de barramento de sinais para as transferências de dados interna e externamente (no modo serial, ou seja, bit-a-bit por segundo) para discos rígidos utilizando a tecnologia IDE. Enquanto o barramento PATA (Parallel ATA) utiliza cabos de 40 e 80 vias elétricas (16 vias para o transporte de dados nos dois modelos de cabos). O SATA (Serial ATA) utiliza um único cabo de 7 vias elétricas apenas, sendo que quatro vias (dois para cada direção) são para o tráfego de dados (veja na figura baixo este modelo de cabo). No SATA e no PATA também, o modo de transferências internas (da mídia do HD para a sua memória – buffer) é serial (modo de bit-a-bit). Já no modo de transferências externas, do buffer do HD para as interfaces IDE nas placas-mãe, o PATA opera no modo paralelo (byte-a-byte) a 133 MB/s, por exemplo – taxa máxima de transferências. Já o SATA opera no modo de transferências externas no modo serial de bit-a-bit a 1,2 Gbps (taxa mínima), do buffer do HD para o circuito host na placa-mãe. Outra grande vantagem do SATA é que ele opera com freqüências de clock muito mais alta que no IDE/PATA, sendo assim, transmite muito mais bits por segundo. Enquanto a versão mais rápida do IDE/PATA, a UDMA-6 (Ultra Direct Memory Access) opera com taxas de transmissão máxima de 133 MB/s (bus PCI 33 MHz/32 bits - 4 bytes).


A primeira versão do SATA (v.1) opera com taxas de transmissão de 1500 Mbps (150 MB/s), clock de 1,5 GHz e 8 bits - 1 byte). Já a v.2 opera com taxas de transmissão de 3000 Mbps (300 MB/s), 3,0 GHz e 8 bits; a v.3 opera com taxas de transmissão de 6000 Mbps, 3 GHz e 16 bits. Essa taxa de transferências de 300 MB/s é opcional e não padrão já definido (oficial) como o é o SATA I. Portanto, são os fabricantes de HD`s que decidem se usam ou não, isto enquanto não for padronizada oficialmente. Outra confusão que está sendo gerada, também relacionada com as taxas de transferências externas, se refere as transferências em “bits por segundo” (bps). Ou seja, divulga-se que o padrão SATA II transfere 3.0 Gbps (3 Giga bits por segundo). Na verdade, o protocolo SATA II opera com freqüência de clock de 3 GHz/s (3 Giga Hertz/segundo) x 1 bit=3 Gbps x 80% (transferência real)=2,4 Gbps ÷ 8 (8 bits para o byte)=300 MB/s. Aqui, os 20% são destinados para a codificação e correção dos dados que são transferidos em alta velocidade. O mesmo vale para o SATA I, ou seja, freqüência de clock de 1,5 GHz/s (1,5 Giga Hertz/segundo) x 1 bit=1,5 Gbps x 80% (transferência real)=1,2 Gbps ÷ 8 (8 bits para o byte)=150 MB/s (20% destinados para a codificação e correção). A tecnologia SATA é oriunda da tecnologia SCSI.

SSD
(Solid State Drive ou Unidade em estado sólido). Este termo se refere aos pequenos dispositivos (cartões de memória Flash) para o armazenamento de dados como os HD, por exemplo, mas que são muito resistentes a quedas. Comparativos entre “HDs IDE/SATA” e “HDs SSDs”, estes ganham em velocidade ( http://www.youtube.com/watch?v=sx8C97ZXdHo ) devido não utilizar a mecânica dos HDs IED/PATA/SATA – as escritas e leituras dos dados são feitas diretamente na memória. Porém, os HDs IDE/SATA ganham em espaço para muito mais armazenamento de dados e, principalmente, no preço que é muito mais baixo que os SSD, por isto, demorará muito mais tempo também para que os HDs IDE/SATA sejam definitivamente substituídos pelos HDs SSDs. Depois da tecnologia SSD amadurecida – como ocorreu com os HDs SCSI –, os HDs SSD contarão com a técnica Hot-plug (ou hotswap) integrada, ou seja, podem ser conectados e desconectados mesmo com o PC ligado.
Na verdade os HDs com tecnologia SSD usa memória do tipo flash NAND ( http://www.guiadohardware.net/tutoriais/memoria-flash/ ), usado nos SSDs para armazenar dados, dispensando, portanto, toda a mecânica usada nos HDs antigos e nos modernos também, como nos modelos SATA. Aliás, a tecnologia SSD não foi desenvolvida somente para HDs de desktops, Notebooks e Netbooks, e sim, para outras diversas finalidades. Como ocorre com toda tecnologia que nasce, no começo dispositivos que usam esta tecnologia são caros, e com a SSD não poderia ser diferente e, por enquanto, equipamentos com esta tecnologia integrada ainda estão bem caros.

SCSI
(Samall Computer System Interface) Este termo (que se pronuncia scâsi – ou scúsi) se refere a tecnologia usada em dispositivos para o armazenamento de dados, conhecida por SCSI. Discos rígidos SCSI, por exemplo, devido a sua mecânica e eletrônica ser bem mais avançada que os discos IDE, são mais rápidos (operam como 15 mil (ou mais) RPM), operam internamente de forma  mais  inteligente. Veja nesta figura abaixo modelos de “terminadores” (conectores terminadores de sinais que não estão sendo utilizados no momento) para dispositivos SCSI.



Os mais modernos suportam a técnica hotswap (troca a quente), ou seja, você pode retirar um disco SCSI e colocar outro no lugar com a máquina ligada. Outra grande vantagem do SCSI é que a sua controladora suporta até 15 dispositivos ligados em cascata.

Dicas:
Na verdade podemos atualizar o XP já instalado e rodando corretamente para W7, porém, deve-se salvar os dados importantes antes de se fazer esta atualização e, depois da atualização já terminada, instalar os respectivos programas no W7.
Esta atualização é muito útil no caso de não se conseguir dar o boot no PC (ou no Note/Netbook) com o DVD do W7 para instalá-lo, neste caso, instala-se primeiro o XP configurando-o para acesso a Internet. Em seguida, atualiza-se o XP para W7 sendo que o W7 – durante a sua instalação – buscará por atualizações disponíveis na Web, caso existam.
Também podemos atualizar o XP pelo Modo seguro, Modo seguro com rede, ou, pelo Modo seguro com prompt de comando, isto quando o sistema não carrega no Modo normal, mas, carrega num desses três Modos... No "Modo seguro com prompt de comando", deve-se teclar "Cfrl+Alt+Delete", selecionar Gerenciador de tarefas, no campo em branco digitar Explorer e clicar no botão OK para acessar a área de trabalho do Windows XP.

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