sábado, 4 de janeiro de 2014

Mais potência para sua máquina Desktop/Notebook/Netbook

Mais velocidade e estabilidade para as máquinas

Menos travamentos e menos problemas na rede


PC precisa de mais gigabytes de memória

Muitos usuários de máquinas desktops, notebooks e netbooks – entre esses, muitos deles são técnicos mechânicos em hardware – vivem dizendo o seguinte: “Este PC precisa de mais gigabytes de memória para rodar jogos e programas pesados”.
Porém, uma máquina para operar de forma mais estável e mais rápido ainda nos processamentos de dados, principalmente nos processamentos de dados para vídeo e jogos que são feitos pela “CPU” (vídeo on-board) ou pela “GPU” (Graphic Processing Unit – Unidade para processamento de dados gráficos).
E mais ainda, outros serviços executados pela CPU (Central Processing Unit – Unidade para processamento de dados binários), tanto a CPU como a GPU precisam de outros recursos técnicos e não somente de gigabytes de memória RAM instalada, como veremos nos passos descritos abaixo.




Lembrar também que, além dos raios (primeira imagem acima), muitos dispositivos ligados a rede elétrica também geram – diariamente – uma grande quantidade de sujeiras (picos elétricos) prejudiciais e que chegam até fonte de alimentação do computador, podendo danificar a fonte de alimentação e, principalmente, o HD. E entre esses dispositivos geradores de picos estão todos aqueles que usam motores elétricos (motores de baixa, média e alta potência); curtos elétricos na rede elétrica da rua e nas casas vizinhas.
Inclusive, os próprios estabilizadores, no-breaks e até mesmo as fontes de alimentação dos computadores (quando são de má qualidade, estão com problemas; já bem usadas e não estão aterradas) também geram picos nocivos aos componentes dos computadores – em especial a placa-mãe e ao HD.
Vejamos abaixo então quais são esses recursos técnicos mais exigidos pelas máquinas, sejam elas máquinas desktops, notebooks e netbooks. Inclusive os monitores modernos de LCD, Plasma, LED e OLED também entram nesta lista, por utilizarem uma grande quantidade de componentes eletro-eletrônicos como: capacitores, resistores, transistores, bobinas, CIs (Circuitos Impressos, mais detalhes no link abaixo), varistores, diodos e muitos outros.


Alimentação elétrica externa para máquinas
Para que máquinas desktops, notebooks e netbooks operem de forma rápida e estáveis deve-se começar pela parte da alimentação elétrica externa a elas, que deve ser de boa qualidade e estável o tempo todo. Ou seja, a partir da tomada da rede elétrica instalada na parede, seja ela de 110 v. ou 220 v., deve estar corretamente instalada.
Na verdade, cidades e residências que contam com a tensão de 220 v. utilizam-se de dois fios de cobre obtendo-se assim os 220 volts por meio de duas Fases ativas (dois fios) de 110 v. E sobre este assunto, qualidade e estabilidade da energia elétrica que alimentará a máquina (ou as máquinas), as dicas e macetes estão descritos nos passos abaixo:

1> Quando se fala em “qualidade” da energia elétrica que alimentará o PC à partir da rede elétrica da rua, estamos referindo-se a tensão liberada pela tomada fixada na parede que, OBRIGATORIAMENTE, deverá estar aterrada e instalada corretamente. Porém, geralmente isto é raro na maioria da casas de brasileiros de baixa renda devido a vários fatores, e o principal fator é o preço alto que os bons eletricistas cobram pelo serviço prestado. Com isto, encontramos nessas casas verdadeiras gambiarras elétricas (segunda imagem abaixo).




2> O aterramento elétrico protege TODOS os equipamentos eletroeletrônicos contra os picos que ocorrem na rede elétrica com muita freqüência, e PRINCIPALMENTE, picos gerados por descargas atmosféricas (raios). Um exemplo de descargas atmosféricas (raios) pode-se ver na “primeira imagem acima”, e um exemplo de picos na rede elétrica se vê na “terceira imagem abaixo”. E os meses com maiores ocorrências de raios e picos, são: Novembro. Dezembro, Janeiro e Fevereiro. Mais informações sobre os raios neste link abaixo.


3> Quando olhamos para a tomada de três pinos (2P+1) fixada na parede, no caso das tomadas para o novo padrão a instalação elétrica corretamente instalada, esta deve ficar com o pino “Terra” para cima, como vemos na imagem deste link abaixo. Aqui, a ligação continua sendo a mesma, ou seja, o fio "Neutro" estará ligado a esquerda; o fio “Fase” estará ligado a direita; e o fio “Terra” (quando existir) estará ligado acima, quando olhamos para a tomada fêmea na parede.


4> Num sistema elétrico corretamente instalado e, principalmente, aterrado, o fio condutor “Neutro” estará a esquerda, o fio condutor “Fase” estará a direita, e o fio condutor “Terra” estará abaixo, isto no padrão antigo – ou acima, para o novo padrão das tomadas adotado pelo Brasil.




Notas sobre este novo padrão:
Aliás, este novo padrão não tem nada de novo, isto porque ele foi padronizado em 2000 e não somente para ser utilizado no Brasil, como muitos pensam. Mais informações sobre este novo padrão para tomadas adotado pelo Brasil nesta “quarta imagem abaixo”, já sobre outros padrões para cabos e conectores power basta baixar o excelente programa “CableGui”, a partir deste link abaixo:






Estabilidade da energia elétrica.
Com o problema da qualidade da tensão da tomada resolvido, será preciso pensar na “estabilidade” da energia elétrica que chegará até a fonte que alimentará a máquina. Devido às diversas irregularidades que ocorrem na rede elétrica da cidade, principalmente na rua onde o usuário (ou usuários) mora, sendo que essas irregularidades causam “sobretensões”. Isto é, elevações bruscas e super-rápidas que chegam até a tomada elétrica na parede e que a fonte de alimentação da máquina recebe todas essas elevações de forma direta, caso não exista um filtro de linha, estabilizador ou no-break.
Além das “sobretensões” na rede elétrica, também ocorrem as “subtensões”. Ou seja, as quedas bruscas e super-rápidas e que também chegam até a tomada na parede, que também só a fonte do PC sente; mais os “surtos” e “picos” (terceira imagem acima) freqüentes (sujeiras na rede elétrica, veja este: http://www.bbc.com.br/surtomsie.htm) que causam sérios problemas na fonte de alimentação da máquina podendo queimá-la com pouco uso da mesma. Inclusive, e em determinados casos pode queimar componentes importantes desta – como a placa-mãe ou o HD, por exemplo.
Portanto, para garantir a "qualidade" e a “estabilidade” na energia elétrica que chega até a fonte da máquina via tomada na parede. Ou seja, resolver problemas de elevações e quedas bruscas, filtrar a energia para evitar os surtos e picos e dar mais qualidade a energia que chega até a fonte do PC, deve-se fazer o que é indicado nos passos abaixo.

1> Neste quesito deve-se usar um bom estabilizador de tensão e que opere com o mínimo de 1000 VA e com relação de potência entre Volts x Ampéres de 0,7 (potência real de 700 Watts, ou seja: 1000x0,7=) e com o mínimo de “seis” estágios para a estabilização. Mais informações sobre dispositivos Estabilizadores de tensão neste link abaixo:





2> Para melhorar ainda mais a qualidade e estabilidade da alimentação elétrica para a máquina (ou máquinas) Desktop, Notebook ou Netbook, melhor mesmo e instalar um bom modelo de dispositivo No-break. Este dispositivo deve, também, operar a 1000 VA (ou mais) e com relação de potência entre Volts x Amperes de 0,7, este sendo alimentado pelo estabilizador devidamente aterrado, como mostra esta “quinta imagem acima”.

3> Com isto, ou seja, com o No-break ligado ao estabilizador (quita imagem acima) ele receberá energia estabilizada e manterá a fonte da máquina energizada o tempo todo, sendo que a máquina não será desligada, mais os outros dispositivos ligados nele, no caso de ocorrer quedas de energia elétrica. Porém, o tempo que o No-break manterá a fonte energizada e os outros dispositivos, dependerá da autonomia do mesmo, ou seja, autonomia de 20, 30 ou mais minutos.

4> Lembrando ainda que o tempo que o No-break manterá o PC funcionando dependerá da autonomia do No-break. Por exemplo: caso a autonomia dele seja de 30 minutos, folgadamente ele manterá a máquina mais o monitor e dispositivos (modem ADSL, Roteador, etc.) para a conexão com a Internet funcionando por no mínimo 20 minutos. Com isto, dando tempo de folga para que o usuário salve seus trabalhos e desligue a máquina corretamente. Pode ocorrer de a energia elétrica voltar antes mesmo do tempo da autonomia do no-break terminar.

Observações importantíssimas:
Caso o No-break esteja instalado num sistema elétrico SEM o devido aterramento, a bateria do mesmo terá vida bem curta – menos de um ano. Ou então, mesmo que este sistema elétrico esteja aterrado corretamente, mas a rede elétrica da rua oscila demais (tensão cai e sobe com muita freqüência) e o No-break entra em modo de bateria com freqüência, neste caso será preciso ligar o No-break num bom estabilizador operando a 1000 VA, no mínimo. Mais informações nestes links abaixo:







Alimentação elétrica interna ao PC
Nos passos anteriores nós explicamos o que se pode fazer para melhorar a qualidade e a estabilidade da energia elétrica externa que chega até a fonte que alimentará o PC, e também, mantê-la operando ininterruptamente com o uso de um bom No-break.
Já aqui explicaremos sobre a qualidade e estabilidade da energia elétrica interna que alimentará todo o hardware da máquina, hardwares esses tais como: placa-mãe, processador, módulo (ou módulos) de memória RAM; placa gráfica, HD, drive de CD/DVD e outros periféricos instalados na placa-mãe e na própria máquina – veja um exemplo nesta “sexta imagem acima”.
Afinal, é aqui que tudo começa no exato momento que se aperta o botão liga-desliga frontal da máquina. Praticamente tudo igual a um carro que, caso o seu sistema elétrico não esteja funcionado a 100%, o carro terá dificuldade em dar a partida, e às vezes nem dará. O mesmo ocorre com os computadores, principalmente com os mais potentes, como este modelo desta “sexta imagem acima”.

1> E neste quesito, no mínimo deve-se instalar uma fonte de 500 Watts/Reais de boa qualidade, isto dependendo da potência da máquina. Esta máquina da “sexta imagem acima”, por exemplo, usa uma fonte potente de 700 Watts/Reais (ideal seria uma de 800) e, preferencialmente – no mínimo –, que conte com o recurso técnico conhecido por “PFC” (Power Factor Correction – Fator de correção de potência elétrica).

2> Este recurso PFC, além de fazer com que a fonte disponibilize a energia e dar boa qualidade e estabilidade a ela, também contribui para a economia de energia elétrica. Principalmente se esta fonte estiver sendo alimentada por um sistema elétrico corretamente aterrado, contando com um bom estabilizador e no-break de 1000 VA e com fator de potência 0,7 mínimo (1000x0,7=700 Watts reais).

3> Num sistema elétrico corretamente aterrado, além de proteger TODOS os dispositivos ligados nele contra danos, ele também contribui diretamente para manter a potência real (em Watts) do estabilizador, do no-break, e principalmente, da fonte de alimentação por mais tempo no quesito vida útil desses dispositivos.

4> No geral, a principal função do “PFC” (Power Factor Correction ou Fator de correção de potência elétrica) é a de fazer com que a fonte apresente (relação entre entrada e saída das tensões) um fator ideal de correção de energia elétrica, resultando-se assim num menor consumo de energia devido ao efeito da corrente pulsada na fonte. Além do recurso técnico PFC, a fonte também deve contar com o recurso “80 Plus”, recurso este que define a “Eficiência” (80% mínimo) das fontes, que quanto maior a eficiência melhor será a fonte.

5> Como podemos observar nos passos descritos acima para que a máquina realmente funcione de forma estável e velozmente, além do hardware potente instalado na mesma – como no exemplo da “sexta imagem acima” –, deve-se dar atenção especial a energia elétrica externa (aquela que sai da tomada elétrica e que chega até a fonte da máquina), e mais ainda, a energia elétrica interna. Ou seja, energia elétrica esta que sai da fonte de alimentação e que alimenta o computador por completo.

6> Num exemplo de computador potente como o modelo da “sexta imagem acima”, ele conta com CPU (processador de dados) Core i7 Top; placa aceleradora potente, também Top; contando ainda com uma potente placa aceleradora gráfica com GPU (processador de vídeo) da nVidia, placa-mãe da Asus Top; 16 GB de RAM operando a 1880 MHz (1,88 GHz); conta com seis ventoinhas sendo que quatro de 120 mm. para retirar o pó e o calor de dentro do gabinete; uma para refrigerar os componentes eletroeletrônicos da fonte, e uma de 80 mm. que fica no dissipador de calor da CPU; conta ainda com dois HDs, um SATA de 500 GB e um de SSD de 120 GB; e um leitor de CDDVD. Portanto, a fonte modelo GS de 700 Watts Reais (da Corsair), deveria ser de 800 Watts Reais.

Ligar/Desligar e o mortal botão Reset
Além do explicado acima, os usuários também contribuem diretamente e de forma direta para que o computador funcione de forma incorreta, instável na maioria das vezes, principalmente no caso de computadores para jogos como é o caso do modelo da imagem acima.
Abaixo algumas observações importantes sobre isto e como os usuários podem evitar causar problemas no computador, na placa-mãe e no HD – principalmente neste:

1> Primeiramente ao ligar o computador – principalmente no caso de uma máquina potente –, deve-se aguardar até que todos os hardwares (componentes integrados nas placas-mãe; na memória RAM, HD, leitor de CDDVD, placa gráfica, etc.); arquivos do sistema operacional Windows (principalmente deste) que serão carregados na memória; mais os arquivos de drivers de dispositivos instalados no computador; e de arquivos de programas para que os mesmos sejam processados e gravados na memória RAM principal. Dependendo da potência da máquina ela só estará pronta para uso de 1 à 2 minutos depois de ligada.

2> Depois de passados dois ou três minutos, ou seja, depois de todos os arquivos necessários (do Windows, de drivers e de softwares) já processados e gravados na memória RAM, deve-se fazer um logoff no sistema Windows para esses arquivos sejam atualizados e registrados pelo sistema. Principalmente quando o Windows está sendo inicializado pela primeira vez sendo que ele terá que registrar todos os dispositivos conectados nele – depois de formatado, por exemplo.

3> Outro fator importante é que NUNCA se deve desligar ou reiniciar o computador diretamente, seja pelo botão Iniciar>Desligar ou pelo botão Iniciar>Reiniciar, e sim, fazer um logoff primeiro. No caso do Notebook e até mesmo do computador, pode-se suspendê-los por horas (12 no máximo), ou seja, o mínimo do sistema operacional rodando na memória RAM quando não se está usando-os. Porém, no caso do Notebook e Netbook, estes devem estar ligados diretamente a rede elétrica pelo carregador de energia.




4> Porém, no caso do computador este deve estar ligado a um bom no-break e o notebook ao carregador, e o computador como o notebook devem ser alimentados por um bom No-break, e este, sendo alimentado por num sistema elétrico corretamente instalado como mostra a "quinta imagem acima”. Mais detalhes nesta “quinta imagem acima” e no passo (5) abaixo.

5> Como podemos ver na “quinta imagem” desta matéria, o computador e o notebook estão ligados a um No-break de 1 KVA (1000 VA), este (o no-break) está ligado a um estabilizador (também de 1 KVA), este (o estabilizador) está ligado a um ótimo "Filtro e Protetor" de linha elétrica (sétima imagem acima).

OBS:
Este "Filtro e Protetor" (sétima imagem acima) conta com funções exclusivas para impedir que sujeiras (surtos e picos, função dos varistores) e mais sujeiras (ruídos e as interferências elétricas geradas pelos “EMI/RFI – Electromagnetic Maximum Interference/Radio Frequency Interference, aqui função dos capacitores). Sujeiras essas que ocorrem diariamente na rede elétrica (inclusive nas tempestades) e que chegam diretamente até a fonte de alimentação do computador, do monitor, da TV, por exemplo, quando esses dispositivos não contam com um filtro de linha, estabilizador ou no-break e, principalmente, quando o sistema elétrico não está aterrado.
Este dispositivo (protetor mais filtro) só dará proteção 100% quando ligado a um sistema elétrico devidamente instalado e aterrado, como mostra a “quinta imagem” desta matéria. Mais informações sobre EMI/RFI neste link abaixo:


6> Usar o botão “Reset” nem pensar, caso a máquina conte com este botão. Este botão acaba com a placa-mãe e com o HD. Na verdade, os sinais elétricos gerados pelo botão Reset (ou pelos picos elétricos) acabam com os capacitores integrados nestes dois dispositivos principais. Aliás, máquinas potentes nunca devem ser desligadas para que não ocorra o stress nos componentes eletricoeletrônicos integrados nos dispositivos das mesmas, componentes estes tais como: capacitores, diodos, resistores, varistores, cristais, transistores, bobinas e outros.

7> Como um exemplo do que foi escrito no passo (6) acima, o modelo de placa-mãe potente desta “oitava imagem abaixo” conta com uma grande quantidade de capacitores do tipo eletrolítico ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Capacitor_eletrol%C3%ADtico ), e também, conta com vários capacitores do tipo sólido ( http://www.madboxpc.com/contenido.php?id=4208&pag=3 ).

Nota:
Atualmente as placas-mãe modernas de ótimas marcas como da Gigabyte, Asus, MSI, por exemplo, só estão utilizando capacitores do tipo sólido em seus produtos por serem mais resistente, duráveis, mais estáveis em sua eficiência energética – mais potência, mais durabilidade e vida útil prolongada para as placas-mãe (oitava imagem abaixo, detalhe em verde).




Outros dispositivos geradores de picos
Num sistema informatizado e completo o mesmo pode contar com o filtro de linha, o estabilizador, nobreak, impressora, monitor, máquinas desktops e notebooks – e respectivos carregadores.
O que ocorre é que esses dispositivos também geram – em menor ou maior quantidade – os picos e as interferências eletromagnéticas e de natureza superápida e nociva aos componentes (capacitores, diodos, resistores, varistores, cristais, transistores, bobinas e outros) da fonte de alimentação e de todos os dispositivos instalados no computador (placa-mãe e HD, por exemplo).
Principalmente quando esses dispositivos (o filtro de linha, o estabilizador, no-break, impressora, monitor, máquinas desktops e notebooks) são ligados (e) desligados, ou então, quando são conectados (e) desconectados de suas respectivas tomadas elétricas com freqüência.
Neste sistema informatizado os maiores geradores de picos, são: estabilizador (devido ele trabalhar no modo de chaveamento rápido) e no-break, principalmente se eles estiverem com mais de três anos de uso ou estiverem ligados a um sistema elétrico de má qualidade e não aterrado. E todos os picos nocivos atingirão todo os dispositivos ligados à eles, mais ainda a fonte de alimentação que, em pouco tempo, terá a sua vida útil reduzida consideravelmente, podendo ser até danificada, e esta danificar componentes internos do computador.
E por falar em fontes de alimentação – por ela usar circuito do tipo chaveador, ou seja, opera no modo chaveamento – também gera muitos picos elétricos, principalmente se algum componente interno da mesma estiver em curto, e esses picos são enviados diretamente para os dispositivos que fazem parte do sistema.

Fontes de alimentação em curto
Trabalhando com a manutenção e montagens de computadores já há vários anos, já passei por diversos sustos. Dois desses sustos (o maior deles ocorreu a cerca de três meses) foi quando recebi um computador servidor de câmeras de vigilância de uma padaria que, segundo o técnico das câmeras, a fonte parecia estava queimada.




Na minha bancada “1” (nona imagem acima) estavam ligados naquele momento do teste da fonte supostamente queimada, um estabilizador de 1 KVA, um no-break de 2,2 KVA, dois computadores, um monitor LCD, um Modem DSL, um Roteador; dois HDs externos (e respectivas fontes de alimentação), uma caixa de som, um notebook (mais o carregador do mesmo), mais dois carregadores de notebooks de reserva, e alguns outros dispositivos de menor importância – dois teclados, dois mouse, etc.
Na verdade o que aconteceu mesmo foi o seguinte: Ao conectar o cabo power na fonte supostamente queimada do computador, esta deu um forte estouro devido ao curto interno, gerando assim um pico (alta corrente mais de 20 Amperes) muito forte que desligou todos os dispositivos ligados ao no-break, devido a queima do último fusível de 20 A do protetor+filtro (nona imagem acima, item 1) ligado diretamente a rede elétrica da rua.
Porém, devido todo o meu sistema estar aterrado e protegido pelo “protetor+filtro (nona imagem acima, item 1) e pelo “protetor+filtro especial” (décima imagem abaixo) nada aconteceu com os equipamentos. Este “protetor+filtro especial” (formado pelos varistores) mais o filtro (formado pelos capacitores) cortam todos os “picos” (gerados ou não pelo no-break ou pelo estabilizador, por exemplo), em direção a fonte do computador, e cortam todos os “picos” gerados (ou não pela fonte) em direção aos dispositivos instalados no sistema.
Resumindo:
Proteção completa e 100% segura na entrada e na saída da energia elétrica que alimenta todos os equipamentos.




Sobras de programas causam lentidão
Além do que foi exposto acima, quando os programas são desinstalados de forma errada – principalmente programas pesados e jogos –, ficam no HD e também no Registro do Windows muitas sobras (arquivos inúteis) de programas e jogos que já foram desinstalados. E essas sobras podem causar lentidão na máquina por ocupar (e fragmentar) áreas do HD (e do Registro) que deveriam estar livres.
Aqui, antes de desinstalar um programa o correto mesmo é reiniciar a máquina para que todos os arquivos relacionados com o respectivo programa (ou programas e jogos) sejam eliminados da memória RAM por completo. Também verificar se esses programas não estão sendo carregados com o Windows na inicialização do mesmo.
Nesses casos deve-se desinstalar os programas usando programas potentes como os excelentes desinstaladores "Geek Uninstaller" e o "Revo Uninstaller", programas estes que além de desinstalar os programas eles também removem as sobras inúteis dos respectivos programas e jogos.
Como um exemplo, ao desinstalar o “Google Chrome” já há um bom tempo (mais de sete meses rodando numa mesma máquina desktop), o excelente aplicativo o “Geek Uninstaller” deletou “1486” arquivos (sobras inúteis) que ficariam inutilmente no HD, e mais 33 entradas no Registro do Windows (décima primeira imagem abaixo). Já ocorreu de o programa “Geek Uninstaller” remover mais de cinco mil sobras só do Google.

OBS:
Além de usar o “Geek Uninstaller” ou o “Revo Uninstaller” para remover as sobras (as inutilidades em bits que ficam no HD e no Registro do Windows), deve-se também usar (de preferência no Modo seguro do Windows) estes excelentes aplicativos listados abaixo – estes rodam no Windows XP, W7 e W8. Veja mais informações sobre esses programas – e como baixá-los – no link abaixo:


CCleaner, Cleanmgr (do próprio Windows), MV RegClean 5.5, Registry Mechanic, RegClean (Windows), Disk Cleaner Free, Portinho, RegCorretor, Wise Disk Cleaner, Your Cleaner e StartupRun (algo como: Iniciar, executar e manter na memória principal. O MSConfig desativa (e remove) entradas de programas que iniciam junto com o Windows. Porém, ele não desativa e muito menos remove programas que iniciam com o Windows no modo oculto, portanto, o StartupRun – na minha opinião – é o melhor de todos).

O correto mesmo – caso o programa permita – é desinstalar o programa (ou os programas) pelo Modo seguro do Windows, principalmente programas pesados e jogos que costumam gravar seus muitos arquivos na memória RAM, e mais ainda, na memória Virtual localizada no HD.




Também deve-se fazer o seguinte:
De vez em quando – uma vez por mês, por exemplo – deve-se desativar a “MV” (Memória Virtual) para que ela seja limpa completamente, em seguida, depois do computador desligado e religado ativá-la novamente. Fazer o mesmo com os arquivos de restauração do sistema Windows, seja no XP, W7 ou W8.
Com relação a “MV”, deve-se especificar manualmente o tamanho fixo mínimo de 1024 MB (1 GB) e o tamanho fixo máximo de 4096 MB (4 GB), e somente na unidade C:\. E também, usar sempre este excelente programa (Pagedfrg.exe) para manter a “MV” desfragmentada.

                                                                    Por: Jkbyte


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Unidades de grandezas em bits, Bytes e Hertz

Valores Decimais, Hexadecimais e Binários

Endereçamento hexadecimal


Sistema de numeração binária

Todos os sistemas informatizados mais modernos, como os de computadores, por exemplo, incluindo-se os dos PCs, só operam com sistema de numeração conhecida por “binária”, sendo que o valor “1” (sinal elétrico um) aponta para sinal ligado (ou ativados) e o valor “0” (sinal elétrico zero) aponta para sinal desligado (ou inativo).
Além disso, esses sistemas não operam com valores em “Decimais” (1024, por exemplo, valor em Dec), só operam com valores em “Hexadecimais” (400 em Hex, 1024 em Dec) e “Binários” (10000000000 em Bin, 400 em Hex, 1024 em Dec).
Neste exemplo, o valor “1024” pode ser em bits (1024 bits ou 1 Kb); em bytes (1024 Bytes ou 1 KB); ou em Hertz ((1024 Hertz é 1 KHtz). Este valor “1024” é o resultado do valor “2” elevado a “10”, neste caso é um sistema de “10 bits”, valor este obtido a partir da multiplicação abaixo:

10 bits igual a 1024
1x2=2 x2=4 x2=8 x2=16 x2=32 x2=64 x2=128 x2=256 x2=512 x2=1024, e assim por diante, até o resultado final que se deseja obter. Aqui, o resultado refere-se a 10 bits, ou seja, para códigos registradores internos (hardware e sistemas operacionais) que só reconhecem valores até 1024.




11 bits igual a 2048
1x2=2 x2=4 x2=8 x2=16 x2=32 x2=64 x2=128 x2=256 x2=512 x2=1024 x2=2048, já aqui, o resultado refere-se 11 bits, ou seja, para códigos registradores internos (hardware e sistemas operacionais) que só reconhecem valores até 2048.

32 bits igual a 4.294.967.296
1 x2=2 x2=4 x2=8 x2=16 x2=32 x2=64 x2=128 x2=256 x2=512 x2=1024 x2=2048, ...x2=2147483648 x2=4294967296, aqui, o resultado refere-se a 32 bits (4 bytes), ou seja, para códigos registradores internos (hardware e sistemas operacionais) que só reconhecem valores até 4294967296.

OBS:
Para converter um valor em “Decimal” para “Hexadecimal”, por exemplo; ou “Binário” e “Octeto”, ou vice-versa, basta usar a calculadora do Windows – a do Windows 7 ou 8 é mais completa, como mostra a imagem cima.

1 bit é 1 bit mesmo - 1 byte é formado por 8 bits
Como já escrito, 1 bit é 1 bit mesmo, e ponto final, já 1 byte é formado por 8 bits – ou 2 Nibble (4 bits cada). Além do bit e do byte, também existe o “Nibble”, termo este que se refere ao conjunto de “quatro” bits (meio byte) muito utilizado pelo sistema computacional, principalmente no que se refere ao endereçamento hexadecimal – mais informações sobre o “Nibble” neste endereço na Internet:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nibble

No endereçamento hexadecimal (imagem abaixo, exibida pelo programa IOVIEW) para se formar “16” combinações possíveis usando conjuntos de quatro bits, os valores são assim distribuídos:

00, 01, 02, 03, 04 , 05, 06, 07, 08, 09, 0a(é 10 em decimal), 0b(é 11), 0c(é 12), 0d(é 13), 0e(é 14) e 0f(é 15)

E para converter um valor em “Decimal” para “Hexadecimal”, “Binário” e “Octeto”, ou vice-versa, basta usar a calculadora do Windows – a do Windows 7/8 é mais completa, como mostra a primeira imagem cima.




Porém, como os computadores operam com bytes, os bits de uma transmissão em bits – transmissões feitas em redes de computadores, por exemplo –, esses bits precisam ser montados em pequenos pacotes de bytes, sendo que cada byte (1 pacote) conta com 8 bits, e 8 bytes (8 pacotes) somam-se 64 bits. Pode-se entender melhor a conversão observando a imagem abaixo.

Byte (Binary Term)
Byte (Binary Term), termo este que se refere ao conjunto de “oito” bits trafegando continuamente pelo sistema todo. A palavra binária (um caractere) é formada por um byte (8 bits) isto no sistema de codificação EBCDIC, e “sete” bits no sistema de codificação ASCII. Enquanto a codificação ASCII suporta palavras com no máximo 128 caracteres, a codificação EBCDIC suporta palavras com 256 caracteres.
O byte pode ser quebrado (byte de 4 bits, veja imagem abaixo) em dois grupos de quatro bits cada (dois nibbles).
Também pode ser expandido para um byte de 16 bits (DWORD – double Word ou duas palavras); para um byte de 32 bits (WORD – quadword ou quatro palavras); para um byte de 64 bits (OCTAWORD – octaword ou oito palavras).
Desta forma, caso chegue até a placa de rede do “PC 2” 100 Mbits/s (100.000.000 de bits por segundo), bits estes partindo-se da placa de rede (via slot PCI, PCI-E x1 ou chip on-board na placa-mãe) da placa de rede (também via slot PCI, PCI-E x1 ou chip on-board na placa-mãe) do “PC1”, os 100 Mbits serão transformados em pequenos pacotes de bytes.




Portanto, 100000000 divididos por 8 bits (1 byte) é igual a "12500000 bytes" ou 12,5 MegaBytes/segundo. Em transmissões de rede não se usa valores completos, sendo que 100.000.000 de bits (100 Megabits) é 100.000.000 de bits mesmo, e não 104.857.600 bits (100 x 1048576).

Tabela completa para as unidades
Para outros valores e respectivas conversões basta conferir a tabela abaixo. Esta tabela abaixo esclarece muitas dúvidas (de usuários leigos e de muitos técnicos também, inclusive de técnicos mechânicos) sobre os “bits” e "bytes".




Embora as tecnologias usadas na área de informática e tudo ligado a ela, para as transmissões e armazenamento de dados, tenham evoluído muito nesses últimos dez anos e, atualmente, existam inúmeros aparelhos operando em alta velocidade e a tendência é triplicar a velocidade nas transmissões e nos armazenamentos de dados nos próximos dez anos.
Agora, atingir altas velocidades nas taxas de transmissões e nos armazenamentos de dados em termos de: Saganbits e SaganBytes, Jotabits e JotaBytes e até mesmo de JotaKbits ou JotaKBytes, será preciso que essas tecnologia evoluam mais cinqüenta  anos.

                                                                           Por: Jkbyte



terça-feira, 19 de novembro de 2013


Antivírus Windows Defender (do Windows 7 e 8)

Mais proteção e segurança para a sua máquina

AVAST e AVG falharam na varredura


Máquinas com Windows 7 e com Windows 8

Atualmente a grande maioria das máquinas de usuários domésticos – sejam elas máquinas Desktops, Notebooks e Netbooks – está rodando o Windows 7 e, ou então, o Windows 8.
Porém, podemos contar nos dedos a quantidade de máquinas que executam (ou usuários que conhecem) o excelente programa para proteção de computadores, o Windows Defender Antivírus (WDA), programa este para proteção de computadores que já vem integrado ao próprio sistema operacional Windows 7 e Windows 8, da Microsoft.
Como um exemplo da eficiência do antivírus WDA quando comparado com os dois mais populares antivírus da atualidade, o AVAST e o AVG, um de meus clientes constatou que o seu pendrive estava com vírus, e pelo seguinte: As pastas (somente elas) que estavam gravadas no pendrive sumiram. Para o meu cliente – como ele mesmo disse – o vírus tinha deletado todas elas, contudo, ele observou que a capacidade no pendrive continuava a mesma de quando as pastas estavam visíveis.




Máquina cobaia para manutenção
Uma de minhas máquinas desktops é usada como cobaia para a manutenção (checagem de bad bloks, pragas, backup de dados, etc.) em HDs de outros computadores, principalmente HDs de Notebooks.
Esta máquina conta com três sistemas operacionais instalados em três partições diferentes, sendo que na primeira partição está instalado o Windows XPSP3 mais o antivírus AVAST; na segunda partição estão instalados o Windows 7 e o antivírus AVG; já na terceira partição está instalado o Windows 8 e o antivírus que está rodando é o Windows Defender (imagem acima).

1> Num esquema de varredura no respectivo pendrive, primeiramente rodei o AVAST, este já atualizado e devidamente configurado para varrer o pendrive com as pastas ocultas para verificar se o mesmo estava infectado por algum tipo de praga. Depois da varredura completa o AVAST não encontrou nada. Sobre a configuração do AVAST acesse o link abaixo:


2> Em seguida reiniciei a máquina para carregar o W7 e, em seguida, rodei o AVG, também atualizado e devidamente configurado para que ele fizesse uma varredura completa no pendrive supostamente infectado. Também aqui, depois da varredura completa feita pelo AVG ele também não encontrou nada. Sobre a configuração do AVG acesse o link abaixo:


3> Novamente reiniciei a máquina, mas agora para carregar o Windows 8, já dentro do W8 rodei o Windows Defender, este também atualizado e devidamente configurado para fazer uma varredura completa no Pendrive infectado.

4> Aqui, depois da varredura completa feita pelo WDA ele reportou que o pendrive estava infectado por três pragas e, depois de pedir permissão para removê-las, as pastas ocultas que estavam no pendrive voltaram a ficar visíveis novamente. Felizmente o meu cliente não tinha formatado o pendrive.

Configurando o Windows Defender do W7
Para que todos os programas antivírus operem de forma mais ágil e eficientemente, deve-se configurá-los manualmente e corretamente, e com o WDA isto não poderia ser diferente. Portanto, siga os passos descritos abaixo para configurar o WDA, aqui, no W7:




Observações importantes:
Todas as vezes em que se liga o computador e este está conectado a Internet, deve-se executar – manualmente – o programa antivírus e atualizá-lo também manualmente. Também é aconselhável fazer uma varredura rápida sempre que se desconecta da Internet e, principalmente, antes de desligar o computador, isto porque muitas pragas entram em ação depois que o computador é reiniciado ou ligado no outro dia.

1> Aqui, primeiramente os passos serão descritos para configurar o WDA no W7. Dentro do W7 clicar no menu Iniciar>Painel de controle e dar dois cliques no ícone Windows Defender para carregá-lo na memória RAM. Você pode criar um atalho do WDA na sua área de trabalho.

2> Já com ele aberto pela primeira vez (imagem acima) e o computador conectado a Internet, clicar na guia “Opções de ajuda” (imagem acima) e clicar na opção “Verificar se há atualizações” para atualizá-lo.

3> Agora clicar na guia “Ferramentas” e clicar em Opções. Na primeira opção (Verificação automática) selecionar o dia da semana, a hora e o tipo de verificação (Rápida ou Completa) que deseja para o item “Verificar meu computador automaticamente (recomendado)” – em seguida, clicar no botão “Salvar”.

4> Aqui, em “Ações padrão”, escolher a ação que deseja aplicar quando alguma praga for encontrada. Aconselhamos definir as seguintes ações para as quatro opções disponíveis: Quarentena. Contudo, você também pode definir suas próprias ações.

5> Já nas três opções seguintes: “Proteção em tempo real”, “Arquivos e pastas excluídos” e “Tipos de arquivo excluídos”, deixar como estão. Em “Avançado” (imagem abaixo) marcar todas as opções disponíveis e que não estão marcadas. E em “Administrador” marcar as duas únicas opções. Agora clicar no botão “Salvar” para voltar para a janela principal do Windows Defender Antivírus (ou WDA).




6> Na janela principal do WDA clicar na guia “Verificar” para visualizar as opções de varredura a procura por vírus e malwares no computador. Aqui você verá as seguintes opções: “Verificação rápida”, “Verificação completa” e “Verificação personalizada...”.

7> Nesta terceira opção (Verificação personalizada...) você poderá verificar unidades individuais (unidade C:\ ou Pendrive, por exemplo). Esta opção torna mais rápida a varredura e mais confiável também, já que ficamos sabendo em qual unidade e pasta a praga (ou pragas) está de forma direta. Depois de selecionar a unidade a ser varrida, clicar no botão “OK” e “Verificar agora”.

Configurando o Windows Defender do W8
Como já foi citado acima, para que todos os programas antivírus operem mais eficientemente deve-se configurá-los manualmente, e com o WDA isto não poderia ser diferente. Portanto, siga os passos descritos abaixo para configurar o WDA no W8:

1> Aqui, o WDA do W8 ficou mais enxuto, ou seja, com menos opções de configurações, mais eficiente e objetivo (primeira imagem acima). Na janela principal do “WDA” clicar na guia “Configurações” (imagem acima) e você verá sete opções para serem configuradas ou não.

2> A primeira opção “Proteção em tempo real” marcar para “Ativar a proteção em tempo real (recomendado)”. Já as três opções seguintes deixá-las como estão, ou então, configurá-las como desejar.

3> Em “Avançado” marcar todas as cinco opções, porém, na quinta opção selecionar a opção “1 semana” para a remoção de arquivos gravados na quarentena – ou aquilo que desejar configurar. Em “MAPS” (Microsoft Active Protection Service) marcar a terceira opção – caso queira. Em “Administrador” marcar esta opção para ligar o WDA para o usuário Administrador.

4> Ainda na Página inicial do WDA, clicar na guia “Atualizar” para visualizar se as definições de vírus e spywares estão atualizadas (imagem abaixo), caso não esteja clicar no botão “Atualizar”. Já na guia “Histórico” você visualiza informações relacionadas com itens em quarentena, item detectado e que pode ser removido.

5> A direita da janela principal do WDA do W8, você vê a guia “Opções de exame:” onde vemos as opções de varredura a procura por vírus e malwares no computador. Aqui você vê as seguintes opções: “Rápido”, “Completo” e “Personalizado”.




6> Nesta terceira opção (Personalizado) você poderá verificar unidades individuais (unidade C:\ ou Pendrive, por exemplo). Esta opção torna mais rápida a varredura e mais confiável também, já que ficamos sabendo em qual unidade e pasta a praga (ou pragas) está de forma direta. Depois de selecionar a unidade a ser varrida, clicar no botão “OK” e “Verificar agora”.

Configurando o Registro do W7 e W8
Além das configurações descritas acima para o Windows Defender Antivírus, para que ele funcione de forma mais estável e eficientemente, será preciso fazer algumas configurações no Registro do Windows. Mais informações detalhadas sobre o Registro dos Windows você obtêm no link abaixo.


1> Primeiramente – seja no W7 ou no W8 – segurar a tecla “Win” (tecla com o logo do Windows) e pressionar a tecla “R”, no campo do Abrir: do Executar digitar regedit e clicar no bota “OK” para editar o editor (Regedite.exe) do Registro.

2> No W7, já visualizando o editor do Registro expandir a opção “Computador”, também expandir a chave (HKEY) “HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet” e clicar na chave de nome “services” e procurar pela subchave de nome “WinDefend” (imagem abaixo).

3> Ao expandir a subchave “WinDefend” você verá na janela da direita várias entradas referentes ao WDA, menos as três marcadas em azul, sendo preciso inseri-las nesta janela. Essas entradas são as seguintes:

DelayedAutoStart – algo como: Tempo para iniciar automaticamente, aqui inserir o valor “1” (1 milésimo do segundo).

PreshutdownTimeout – algo como: Pré-tempo para finalização, aqui inserir o valor “1” (1 milésimo do segundo).

Timeout – algo como: Tempo para iniciar, também aqui inserir o valor “1” (1 milésimo do segundo).




4> Para criar essas três entradas basta clicar com o botão direito do mouse numa área livre na janela da direita do “WinDefend”, selecionar “Novo>Valor DWORD (32 bits)” nomeá-los com os respectivos nomes descritos no passo (3) acima.

5> Para o W8 basta usar os mesmos passos descritos acima. No W8, já visualizando o editor do Registro expandir a opção “Computador”, expandir a chave (HKEY) “HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet” e clicar na chave de nome “services” e procurar pela entrada de nome “WinDefend” (imagem acima).

Atualizar (ou não) o Windows 7 ou 8
Aqui a dica se refere as atualizações automáticas que o Windows fica fazendo o tempo todo e que muitos usuários não gostam, principalmente quando é exibida a esta mensagem: “Não desligue o computador”.
Quando se é necessário manter o sistema Windows sempre atualizado, neste caso a dica descrita aqui não deve ser utilizada. Já em caso contrário deve-se utilizá-la sem medo, portanto, siga os passos descritos abaixo para desativar a atualização do W7 e W8:

Pelo “Registro” do Windows

1> Ao desativar (ou Ativar) as atualizações automáticas pelo Registro do Windows, deve-se – primeiramente, seja no W7 ou no W8 – segurar a tecla “Win” (tecla com o logo do Windows) e pressionar a tecla “R”, no campo Abrir: do Executar do Windows digitar regedit e clicar no botão “OK” para editar o editor (Regedite.exe) do Registro.

2> No W7/8, já visualizando o editor do Registro expandir a opção “Computador”, expandir a chave (HKEY) “HKEY_LOCAL_MACHINE\System\CurrentControlSet” e clicar na subchave de nome “services” e procurar pela subchave de nome “wuauserv” – algo como: windows update auto service (imagem abaixo).

3> Ao expandir a subchave “wuauserv” você verá na janela da direita várias entradas referentes ao wuauserv, menos duas marcadas em azul, sendo preciso inseri-las nesta janela. Essas entradas são as seguintes:

DelayedAutoStart – algo como: Tempo para iniciar automaticamente, aqui inserir o valor “0” (0 milésimo do segundo).

Timeout – algo como: Tempo para iniciar, também aqui inserir o valor “0” (0 milésimo do segundo).

4> Já aqui, esta entrada abaixo já existe sendo preciso definir o valor para “0” (zero), confira-a abaixo:

PreshutdownTimeout – algo como: Pré-tempo para finalização, aqui inserir o valor “0” (0 milésimo do segundo). Esta entrada é nativa deste serviço do Windows.




5> Para criar essas duas entradas basta clicar com o botão direito do mouse numa área livre na janela da direita do “wuauserv”, selecionar “Novo>Valor DWORD (32 bits)” nomeá-los com os respectivos nomes descritos no passo (3) acima.

6> Também inserir o valor “0” (zero) nas seguintes entradas desta mesma janela: “ErrorControl” (Controle de erro); “Start” (Iniciar); “Type” (Tipo) e “ServiceSidType”. Também será preciso fazer o seguinte: Acessar o “Painel de controle”, clicar no item “Windows Update”, na janela que se abre clicar no item “Alterar configurações” e selecionar a seguinte opção: “Nunca verificar se há atualizações”.

7> Em seguida, desmarcar as opções mais abaixo, “Enviar-me atualizações recomendadas,...” e “Permitir que todos os usuários padrão instalem atualizações neste computador”. Em seguida, clicar no botão “OK”. Sempre verificar se esta opção está no modo de “Nunca verificar se há atualizações”.

Pelo modo “CMD” do Windows
O Windows XP, W7 e W8 contam com o serviço “Atualizações automáticas” que, embora essas atualizações automáticas sejam necessárias para aumentar a segurança do sistema, na maioria das vezes elas mais podem atrapalhar do que ajudar.
Portanto – no caso do XP – pode-se desligar o serviço “Atualizações automáticas” em Propriedades do sistema. Também no XP, W7 e W8 podemos desativar essas atualizações pela lista de Serviços do Windows, para isto basta clicar no “Iniciar/Executar”, no campo Abrir: digitar services.msc
Porém, essas desativações são ações apenas temporárias, portanto, para desativar o serviço “Atualizações automáticas” por completo basta seguir esses passos abaixo:

1> No XP basta clicar no menu “Iniciar/Executar”, no campo “Abrir:” digitar cmd (janela para digitar linhas de comandos do MSDOS) e teclar (Enter). Na tela MS-DOS do cmd digitar cd\ (para mudar de diretório) e, em seguida, digitar esta linha de comando: sc stop wuauserv e teclar (Enter).




2> Para deletar o serviço “wuauserv” basta digitar sc delete wuauserv. Já para reativar este serviço, caso seja necessário, basta digitar no prompt do cmd esta linha de comando: sc start wuauserv e teclar (Enter). Na janela do “cmd” você pode digitar sc /? para obter ajuda e, ou então, outras informações sobre o comando “sc” (service controller) – imagem acima.

3> No Windows 7 e 8 será preciso ter permissões de Administrador para por usar o “sc”, portanto, basta fazer o seguinte: Abrir o Computador, clicar na unidade C:\, clicar na pasta Windows, clicar na pasta System32 e procurar pelo “cmd”, achando-o clicar com o botão direito do mouse sobre ele e selecionar a opção “Executar como administrador”.

Nota final:
Agora, se você do tipo viciado em baixar atualizações para o Windows e outros programas, acesse este link abaixo:


                                                                       Por: Jkbyte