quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Sinalização elétrica, analógica e binária

Geração da sinalização elétrica

Geração da sinalização binária

A mega expansão da informática


Com a mega expansão da informática e tudo que está ligada a ela, expansão esta à nível mundial principalmente e mais ainda com popularização da Internet. E a comunicação digital também está ligada diretamente à informática, isto porque todos os sistemas informatizados só operam com sinais digitais binários – comunicação digital pura por meio de circuitos eletrônicos também digitais.
Contudo, como muitos podem pensar o sistema de comunicação “digital” não é recente. Aliás, este sistema já é bem antigo que, segundo pesquisadores na área de comunicação, dizem que a comunicação digital teve seu início com os sistemas de comunicação codificados por pulsos elétricos já nos primeiros sistemas de comunicação por telegrafia – com o “Código Morse”, por exemplo, criado em 1844. Mais informações sobre o “CM” nos links indicados abaixo:




Quanto a comunicação utilizando o sistema de sinalização elétrica “analógica” (técnica de comutação para transmissão), surgiu por volta de 1876, com a invenção do sistema de telefonia, por Alexandre Graham Bell. Um sinal elétrico analógico sofre variações contínuas (veja um exemplo nesta imagem acima) de acordo com as variações que ocorrem na “amplitude” e na “freqüência” do sinal do carrier (portadora) – os das ondas sonoras, por exemplo.
Um aparelho de telefone comum, por exemplo, com a sua cápsula fonocaptadora (também conhecida por electreto, uma pequena peça de metal com cargas elétricas armazenadas depois de ser aplicada voltagem sobre a mesma, no processo de fabricação), transforma todas as ondas sonoras (energias sonoras) que chegam até o electreto em sinais analógicos.
Esses sinais (os analógicos) variam em amplitude, ou seja, na intensidade que se está recebendo ou transmitindo, e na freqüência, ou seja, na qualidade do sinal que permite distinguir os sons (voz) de quem fala do outro lado da linha, e na altura.

Dispositivos Modems
Atualmente o meio de comunicação para conexões à Internet, por exemplo, via linha discada da empresa Telefônica e dispositivo Modem comum – interno (via placa), on-board (via placa-mãe) ou externo (via dispositivo ligado numa interface serial). E, ainda, via banda larga com tecnologia Speedy, modo de conexão disponibilizado pela Telefônica/Vivo, sendo que o dispositivo utilizado é o Modem ADSL (Assymetric Digital Subscribe Line ou Linha digital assimétrica por assinatura). Mais informações sobre esses Modems nos links abaixo.




Contudo, a linha (cabeamento) do sistema telefônico opera com sinalização do tipo “analógica” e as centrais do sistema de telefonia atual, os servidores de provedores de acessos à Internet e todo o sistema de computação envolvido, operam com sinalização digital pura. Ou seja, com tensão digital binária com variações de valor máximo (High) “1” (bit 1) e mínimo (Low) “0” (bit 0).

Transmissões de sinais de dados
No caso das transmissões de sinais de dados disponibilizados por um Modem (via linhas telefônicas de voz, por exemplo), o formato utilizado é de “dados analógicos” (ondas sonoras) e sinais analógicos com impulsos elétricos com freqüência mínima de 300 Hz e máxima de 3.600 Hz (filtrada pelo circuito do Modem – veja exemplo na imagem abaixo).
Na transmissão da voz humana, que é audível na faixa de 300 a 3.400 Hertz, a cápsula detectora e fonocaptora (embutida no aparelho telefônico) de ondas sonoras (dados analógicos puros), os sinais de voz serão convertidos em impulsos elétricos para que estes possam ser transmitidos pelo par de fios da linha telefônica, principalmente às longas distâncias.




Já no caso da transmissão de dados digitais do computador, como a transmissão será feita por meio da linha telefônica e pelo par de fios, toda sinalização digital manipulada pelo computador terá que ser convertida pelos circuitos internos do Modem (imagem acima), para sinalização analógica, utilizando-se técnicas de modulação e demodulação eletrônica.
Observe por esta imagem acima que agora toda sinalização referente aos dados digitais binários que estava no formato digital – no computador “transmissor” (à esquerda) –, está sendo transmitida pela linha telefônica no formato de dados analógicos. O Modem no computador “receptor” (à direita) terá a função de converter novamente para o formato digital binário, para que o sistema possa manipulá-los.
Embora esta técnica seja um pouco antiga, mas continua sendo a mais barata e bem eficiente também, principalmente quando se utiliza sistemas de banda larga – vários canais de amplitude, freqüência ou fase da linha telefônica comum.
Um exemplo deste sistema atualmente é o Speedy da Telefônica/VIVO, para as conexões à Internet. No caso das conexões a Internet via sistema Speedy, utiliza-se dispositivos (Modems ADSL) com tecnologia de eletrônica digital e analógica avançada, pois também fazem as respectivas “modulações” dos sinais (digitais/analógicos) que trafegam por eles, com altas taxas na transmissão e alta velocidade também.

Geração da sinalização elétrica
Os sinais elétricos digitais são gerados a partir de uma seqüência de impulsos elétricos, sendo que o sinal está sempre “mudando” de valor (intensidade) a todo instante, ou seja, de um valor especificado para mais (High ou alto – bit 1 ou +12 volts, por exemplo) ou para menos (Low ou baixo – bit 0 ou -12 volts).
A tensão binária ocorre devido aos circuitos eletrônicos digitais – interfaces seriais, por exemplo – operarem com dois níveis (ou estados) de sinais elétricos digitais, sendo o nível alto (High) a tensão de +12 volts (tensão positiva), por exemplo, e nível baixo (Low) a tensão de -12 volts (tensão negativa), por exemplo – veja exemplo na imagem abaixo. Nos meios técnicos e com relação a tensão binária utilizada por todos os circuitos elétricos do computador, o valor “High” ou bit “1” é o nível alto, também conhecido por On (sinal ligado ou ativo no circuito), e o valor “Low” ou bit “0” é o nível baixo, também conhecido por Off (sinal desligado ou inativo o circuito por microssegundos ou até nanosegundos).




Nestes dois casos, se diz que o circuito opera com corrente elétrica nos circuitos (sinal ON) e sem corrente (Off). Ou ainda, com tensão digital alta e sem tensão digital baixo trafegando pelo circuito ou chip. No sistema de numeração binária, cada digito binário é expresso como sendo um bit e, matematicamente, são expressos como valendo 0 (Off) e 1 (On). Numa numeração binária, por exemplo, esta numeração é representada por uma seqüência de valores específicos como 0s (zeros) e 1s (uns).
Como o valor “binário” exemplo que se vê nesta imagem acima:
1 00 1 0 11 0 11 00 111 0, gerando um valor de 16 bits (9 On e 7 Off) ou 2 bytes; valor em Decimal 38606; em Hexadecimal 96CE; e no formato Octeto 113316. Neste caso, a tensão elétrica da sinalização “digital” só poderá mudar (para alto ou para baixo) quando atingir o valor definido (mínimo ou máximo), e que será utilizado pelo circuito. A “amplitude” (a extensão ou o campo atingido pela vibração ou oscilação) dos pulsos de sinais varia no modo de dois valores, que podem ser: positivos, nulos e negativos e, ou então, positivos e nulos; positivos e negativos; ou nulos e negativos.
Já com relação aos sinais do tipo “analógicos”, estes sofrem variações continuamente de tensão elétrica que possui características particulares, como ter um valor mínimo (Low) e máximo (High), como ocorre com a sinalização digital. Como um exemplo simples de sinalização analógica pura, é a tensão elétrica alternada de 110 v. ou 220 v. que alimenta as tomadas da maioria das residências brasileiras e que utiliza ondas senoidais (veja a imagem abaixo como um exemplo).
Esta tensão opera na freqüência de 60 Hertz. Com a freqüência de 60 Hz para a sinalização elétrica analógica da corrente alternada, pode-se também usá-la para transportar sinais de sintonização de TVs (por meios de placas de dispositivos adaptadores) e até mesmo para transferências de sinais de dados digitais binários – transmissões entre computadores. Ou seja, fazer trocas de informações numa pequena rede doméstica local e até acessar a Internet (com computadores compartilhando conexões), por meio destas redes de computadores via rede elétrica residencial e comercial.
Neste tipo de rede, os computadores contarão com os respectivos dispositivos (ou circuitos adaptadores/separadores de sinais de tensão e dados) que farão as devidas conversões dos sinais de dados. Ou seja, a conversão dos sinais de dados no formato de sinal digital binário – que sai do computador transmissor – para o formato de sinal analógico da rede elétrica (veja a imagem abaixo), que trafegarão pelo meio físicos de transmissão. Neste sistema no caso, o par de fios elétricos que transporta a corrente elétrica alternada (AC) de 110 ou 220 volts.




Também no computador receptor existe um dispositivo adaptador/separador de sinais que separará os sinais elétricos de dados dos sinais elétricos (corrente) da rede elétrica, e converterá todos os sinais de dados analógicos que chegam do computador transmissor, para sinais de dados digitais binários que serão manipulados pelo computador receptor.
Porém, neste sistema de rede de computadores via rede elétrica, os dispositivos que utilizam a tecnologia PLC (Power Line Communication ou Comunicação por linha elétrica) transmissores/receptores operam com a freqüência de 4,3 a 20,9 MHz/os. Ou seja, a freqüência de 60 Hz é ampliada para freqüência que os dispositivos necessitam para funcionarem. Isto é possível devido a freqüência “analógica” atingir valores infinitos em seu espectro.
Veja neste link ( http://www.hardware.com.br/artigos/internet-rede-eletrica/ ) um modelo exemplo e completo para se montar este tipo de rede com computadores via rede elétrica.

Meios de comunicação/transmissão
Antigamente, nos primórdios da linha telefônica, utilizava-se como meio físico de comunicação e transmissão, os longos cabos (como ainda ocorre hoje, mas com cabos finos e de qualidade superior). Porém, com os grandes avanços nas áreas tecnológicas relacionadas com os sistemas de comunicação e da telefonia, os meios físicos para transmissões de qualquer tipo de informação (imagens, dados, sons, etc.), principalmente as grandes distâncias, não se limitam aos postes, cabos, fios e centrais telefônicas operando com dispositivos eletromecânicos de comutação lógica por meio de relés.
Atualmente encontram-se centrais telefônicas totalmente informatizadas, ou seja, com equipamentos fabricados puramente com semicondutores e circuitos eletrônicos digitais de última geração, não só para a comutação dos sinais de dados digitais ou analógicos. Mas incluindo-se no sistema todo de operação das modernas centrais telefônicas, os supermodernos e potentes computadores.
As sinalizações analógicas (entrada e saída - imagem abaixo) e os meios físicos de transmissões atualmente utilizados são os cabos de fibra óptica, sinais de microondas (pelo ar ou por cabos), por antenas parabólicas e por meio de satélites, dispositivos sem fios, entre muitos outros disponíveis no expansivo mercado de telecomunicações modernas, com tecnologias atualizadas e totalmente informatizadas.




Embora os equipamentos utilizados nas centrais telefônicas sejam super modernos, eles ainda continuam a reconhecer os antigos sinais por pulsos elétricos (não é impulsos por freqüência elétrica), do padrão decádico. Os pulsos elétricos são gerados por meios de dispositivos eletromecânicos, ou seja, relés que geram os sinais elétricos por meio de toques mecânicos seguidamente (um-após-outro), sendo transmitidos via cabos de cobre sólidos à pequena, média e grandes distâncias.
Outros detalhes que se deve ter em mente, como ensina a mídia especializada, é que:

1> As “informações” não são dados digitais binários; 2) Os “sinais elétricos” (digitais ou analógicos) não são dados; 3) Os “dados” nem sempre são digitais. E neste contexto todo – meio confuso também – resumindo-se esses três parâmetros técnicos, tem as seguintes características determinantes:

2> Os “dados” representam todas as informações no formato digital (nos computadores, por exemplo) ou no formato analógico (nas linhas telefônicas externas, por exemplo), que os equipamentos (digitais ou analógicos) podem manipulá-los e disponibilizá-los para o sistema.

3> Os “sinais” representam os dados, pois sem os sinais elétricos (sinais de freqüência, por exemplo) os dados não podem ser transmitidos, até mesmo manipulados pelos circuitos digitais ou analógicos (comunicação de dados interna e externamente). Isto porque os “sinais” são gerados por meio de impulsos elétricos e ondas eletromagnéticas digitais, e com características técnicas definidas e de natureza elétrica útil – nos computadores, por exemplo. Também os sinais analógicos possuem características técnicas definidas e de natureza elétrica útil – nos sistemas de telefonia externa, por exemplo.
As ondas eletromagnéticas com características técnicas definidas ou não definidas, mas com natureza elétrica inútil (as do tipo INTERFERENTE). São aquelas geradas por dispositivos comutadores de altas freqüências, as que são geradas no próprio cabeamento elétrico (de redes de computadores) e que operam com altas velocidades e altas taxas de dados (digitais ou analógicos) nas transmissões.
Como exemplos, os sistemas de computação geram ondas eletromagnéticas definidas e interferentes, de característica digitais. Já os circuitos de uma TV e dos monitores de vídeo analógicos (ou outros equipamentos, como os osciloscópios, etc.) que operam com tubos de raios catódicos ou cinescópio, geram altas ondas eletromagnéticas definidas e interferentes, mas de característica analógica, que causam fortes interferências em dispositivos próximos à eles e até neles próprios – quando estão próximos um do outro.

3> Como os “dados” podem ser gerados e transmitidos tanto no formato “digital” como no “analógico”. Eles podem ser do tipo “digital” quando gerados no sistema computacional e, ou do tipo “analógico”, quando gerados em sistemas de telefonia, nos monitores de vídeo analógicos, na  radiofonia, ou em outros equipamentos que manipulem dados analógicos.




Amplitude, Freqüência e Fase
Toda sinalização elétrica analógica depende diretamente de suas três principais características técnicas, como da Amplitude (extensão do campo à ser atingindo pelos sinais em direção ao dispositivo receptor – veja a imagem abaixo); da Freqüência (intensidade do número de ciclos – ou períodos – de uma forma de onda que ficará ativa regularmente e se repetindo ciclicamente no tempo de um segundo, de 1 Hertz à bilhões de Hertz); e da Fase (parte do processo e período de alteração entre um valor de sinal – ou ciclo – e outro). Por esta imagem acima podemos ver a mudança da fase “positiva para negativa” num tempo máximo de 8,33 ms (milésimos do segundo).
No caso da tensão (sinal) alternada de 110 v. – que inicia um ciclo (onda) sempre à partir do “0” (exemplo na imagem acima) –, esta opera com uma fase positiva (ativa) e outra fase que tem como referência a tensão (sinal) “0” (zero), que muitos a chamam de neutra, nula, negativa ou terra, por estar ligada ao “terra” da companhia.
Na verdade esta tensão de referência “0” não é neutra, nula e muito menos “negativa” (de terra até que sim). Isto pelo seguinte: para que ela seja uma tensão “negativa” ela terá que estar com um valor também “negativo”, ou seja, com o valor abaixo de um valor “0” de sinal. E um valor “zero” não é negativo, e sim, um valor de referência da tensão e da corrente elétrica, referindo-se à um estado lógico de partida da tensão elétrica alternada (veja a imagem acima) e ao estado de um sinal elétrico digital, desligado (Off) ou baixo (Low), na sinalização elétrica digital.
Como exemplo, podemos citar a tensão de -5 v dcc (direct continue current) pelo fio branco, pino 9 nas fontes do tipo AT, e pino 18/20 nas fontes ATX de 20/24 pinos – atualmente não é mais usado nas ATX 24 pinos; e a tensão de -12 v dcc (direct continue current) pelo fio azul, pino 4 nas fontes do tipo AT, pino 12/14 nas fontes ATX com conector ATX de 20/24 pinos respectivamente (imagem abaixo).
Além desses fios, tem os fios e pinos que levam o sinal GND (Ground ou Terra) como referência “0”, fios pretos e pinos 5, 6, 7 e 8 na AT; e 3, 5, 7, 15, 17, 18, 19 e 24 nas fontes ATX 24 pinos. Neste caso a tensão de -12 v está abaixo do sinal zero, veja o sinal de menos -, e mais informações neste link abaixo.






A utilização da sinalização analógica é muito abrangente, principalmente quando se utiliza meios de comunicação de dados, na forma de sinais analógicos, a grandes distâncias, já que ela trafega livremente pelo ar. Como exemplos são os sinais analógicos retransmitidos pelas antenas retransmissoras das emissoras de TVs, que chegam até as antenas receptoras dos inúmeros aparelhos de TVs existentes no país todo Brasil e até fora dele. O mesmo ocorre quando as retransmissões/recepções são feitas por meio de antenas parabólicas e vias satélites que, neste caso, utilizam-se os sinais de microondas (ondas elétricas microscópicas) analógicas.
Num aparelho de telefone celular transmissor, por exemplo, quando se fala no mesmo as ondas sonoras (dados analógicos naturais e audíveis) são convertidas para sinais de dados analógicos eletrônicos (filtrados). Em seguida – no interior do próprio aparelho celular, pelos seus circuitos eletrônicos –, são convertidos para sinais dados digitais, para serem filtrados, codificados e preparados para serem recebidos pelo aparelho receptor sem erros.
Novamente os sinais de dados serão convertidos na saída do aparelho celulares transmissor para ser transmitido pelo meio físico ar até a antena mais próxima (antena local), já no formato de sinais de dados analógicos eletrônicos. E da antena local, utilizando-se dos sinais de microondas para a respectiva transmissão, os dados serão transmitidos para antena local do receptor. O aparelho receptor receberá os sinais e os converterá para ondas sonoras, para que a pessoa que recebeu a ligação possa interpretar aquilo que a outra pessoa lhe transmitiu.
Porém, todos esses processos de conversões (modulação e demodulação) são feitos em questão de microssegundos, portanto, são “imperceptíveis” para quem está ligando ou recebendo a ligação. Também as transmissões que são feitas por meio de antenas parabólicas e satélites, utilizam a sinalização analógica manipulada eletronicamente. Contudo, o tipo de sinal utilizado é de microondas que opera na faixa de centenas de Megahertz (centenas de milhões de Hz).

Modo de operação das linhas telefônicas
Como citado anteriormente, as linhas telefônicas no modo discadas, foram preparadas para “transmitir” e “receber” sinais com somente nível de voz (ondas sonoras direcionadas). Ou seja, para transmitir sinais analógicos com freqüência de operação entre 300 Hertz e 3.600 Hertz (3,6 KHz). Na verdade essas linhas telefônicas estão preparadas para operarem com até 1024.000 Hz (1 MegaHz) por segundo, que é a soma de 256 canais de 4 KHz cada, e utilizando-se cabeamento especial (fibra óptica, por exemplo) e sinalização também especial (microondas).
Pela sua própria natureza as linhas cabeadas para transmissões de sinais de telefonia por meio do cabeamento de cobre já nasceram lentas, e devido as “gambiarras” existentes nas caixas de distribuições de sinais (veja exemplo nesta imagem abaixo) elas se tornam mais lentas ainda – sem mencionar o cabeamento que bem precário em muitas localidades.
Portanto, não se pode ter conexões de Speedy rápidas e sinais de voz e estáveis usando “gambiarras” nas linhas cabeadas.





Operando com 256 canais de freqüência permite taxas de transmissões na velocidade de 64 Kbps. Ou seja, operando com “2” amplitudes com codificação de 1 bit; “2” canais com freqüência 8 KHz cada (2 x 4 KHz) e “16” fases com amostragem ou codificação de 8 bits (8 KHz x 8 bits x 1 bit=64 Kbps), e à 8,192 Mbps. Ou operando com “2” amplitudes com codificação de 1 bit; “256” canais com freqüência de 4 KHz cada (256 canais x 4 KHz=1.024 KHz) e “16” fases com amostragem ou codificação de 8 bits (1.024 KHz x 8 bits x 1 bit=8,192 Mbps).
No caso da transmissão de sinais de voz (ondas sonoras), sinais de dados analógicos (incluindo sons, imagens fixas e móveis – vídeos, por exemplo) na velocidade de 57.600 bits por segundo, utilizando-se um Modem (padrões v.90/92) e pela linha telefônica discada. Neste caso, o Modem operando com “2” amplitudes com codificação de 1 bit; “2” canais com freqüência 7,2 KHz cada (2 x 3,6 KHz) e “16” fases com amostragem ou codificação de 8 bits (7,2 KHz x 8 bits=57,6 Kbps).
E devido as maioria das centrais telefônicas modernas serem totalmente informatizadas, ou seja, equipadas com equipamentos tolamente digitais (computadores e outros dispositivos necessários) e as linhas telefônicas externas (meios físicos de transmissão) serem analógicas, mas praticamente todas as linhas estarem equipadas com cabeamento telefônico últramoderno.
Com isto possibilita-se fazer transmissões no modo discado simples com taxas de até 64 Kbps, utilizando a técnica de 2 “amplitudes” com codificação de “1” bit; técnica de alteração da “freqüência” para 2 canais dos 256 disponíveis de 4 KHz cada (8 KHz, 2 x 4 KHz) e 16 “Fases” com codificação de 8 bits. Portanto, 8 KHz x 8 bits x 1 bit, porém, como os Modems seguem padrões internacionais de sincronização e codificação de dados, eles operam com taxas de transmissões de 57,6 Kbps apenas.

                                                                Por...: Jkbyte

sábado, 4 de janeiro de 2014

Mais potência para sua máquina Desktop/Notebook/Netbook

Mais velocidade e estabilidade para as máquinas

Menos travamentos e menos problemas na rede


PC precisa de mais gigabytes de memória

Muitos usuários de máquinas desktops, notebooks e netbooks – entre esses, muitos deles são técnicos mechânicos em hardware – vivem dizendo o seguinte: “Este PC precisa de mais gigabytes de memória para rodar jogos e programas pesados”.
Porém, uma máquina para operar de forma mais estável e mais rápido ainda nos processamentos de dados, principalmente nos processamentos de dados para vídeo e jogos que são feitos pela “CPU” (vídeo on-board) ou pela “GPU” (Graphic Processing Unit – Unidade para processamento de dados gráficos).
E mais ainda, outros serviços executados pela CPU (Central Processing Unit – Unidade para processamento de dados binários), tanto a CPU como a GPU precisam de outros recursos técnicos e não somente de gigabytes de memória RAM instalada, como veremos nos passos descritos abaixo.




Lembrar também que, além dos raios (primeira imagem acima), muitos dispositivos ligados a rede elétrica também geram – diariamente – uma grande quantidade de sujeiras (picos elétricos) prejudiciais e que chegam até fonte de alimentação do computador, podendo danificar a fonte de alimentação e, principalmente, o HD. E entre esses dispositivos geradores de picos estão todos aqueles que usam motores elétricos (motores de baixa, média e alta potência); curtos elétricos na rede elétrica da rua e nas casas vizinhas.
Inclusive, os próprios estabilizadores, no-breaks e até mesmo as fontes de alimentação dos computadores (quando são de má qualidade, estão com problemas; já bem usadas e não estão aterradas) também geram picos nocivos aos componentes dos computadores – em especial a placa-mãe e ao HD.
Vejamos abaixo então quais são esses recursos técnicos mais exigidos pelas máquinas, sejam elas máquinas desktops, notebooks e netbooks. Inclusive os monitores modernos de LCD, Plasma, LED e OLED também entram nesta lista, por utilizarem uma grande quantidade de componentes eletro-eletrônicos como: capacitores, resistores, transistores, bobinas, CIs (Circuitos Impressos, mais detalhes no link abaixo), varistores, diodos e muitos outros.


Alimentação elétrica externa para máquinas
Para que máquinas desktops, notebooks e netbooks operem de forma rápida e estáveis deve-se começar pela parte da alimentação elétrica externa a elas, que deve ser de boa qualidade e estável o tempo todo. Ou seja, a partir da tomada da rede elétrica instalada na parede, seja ela de 110 v. ou 220 v., deve estar corretamente instalada.
Na verdade, cidades e residências que contam com a tensão de 220 v. utilizam-se de dois fios de cobre obtendo-se assim os 220 volts por meio de duas Fases ativas (dois fios) de 110 v. E sobre este assunto, qualidade e estabilidade da energia elétrica que alimentará a máquina (ou as máquinas), as dicas e macetes estão descritos nos passos abaixo:

1> Quando se fala em “qualidade” da energia elétrica que alimentará o PC à partir da rede elétrica da rua, estamos referindo-se a tensão liberada pela tomada fixada na parede que, OBRIGATORIAMENTE, deverá estar aterrada e instalada corretamente. Porém, geralmente isto é raro na maioria da casas de brasileiros de baixa renda devido a vários fatores, e o principal fator é o preço alto que os bons eletricistas cobram pelo serviço prestado. Com isto, encontramos nessas casas verdadeiras gambiarras elétricas (segunda imagem abaixo).




2> O aterramento elétrico protege TODOS os equipamentos eletroeletrônicos contra os picos que ocorrem na rede elétrica com muita freqüência, e PRINCIPALMENTE, picos gerados por descargas atmosféricas (raios). Um exemplo de descargas atmosféricas (raios) pode-se ver na “primeira imagem acima”, e um exemplo de picos na rede elétrica se vê na “terceira imagem abaixo”. E os meses com maiores ocorrências de raios e picos, são: Novembro. Dezembro, Janeiro e Fevereiro. Mais informações sobre os raios neste link abaixo.


3> Quando olhamos para a tomada de três pinos (2P+1) fixada na parede, no caso das tomadas para o novo padrão a instalação elétrica corretamente instalada, esta deve ficar com o pino “Terra” para cima, como vemos na imagem deste link abaixo. Aqui, a ligação continua sendo a mesma, ou seja, o fio "Neutro" estará ligado a esquerda; o fio “Fase” estará ligado a direita; e o fio “Terra” (quando existir) estará ligado acima, quando olhamos para a tomada fêmea na parede.


4> Num sistema elétrico corretamente instalado e, principalmente, aterrado, o fio condutor “Neutro” estará a esquerda, o fio condutor “Fase” estará a direita, e o fio condutor “Terra” estará abaixo, isto no padrão antigo – ou acima, para o novo padrão das tomadas adotado pelo Brasil.




Notas sobre este novo padrão:
Aliás, este novo padrão não tem nada de novo, isto porque ele foi padronizado em 2000 e não somente para ser utilizado no Brasil, como muitos pensam. Mais informações sobre este novo padrão para tomadas adotado pelo Brasil nesta “quarta imagem abaixo”, já sobre outros padrões para cabos e conectores power basta baixar o excelente programa “CableGui”, a partir deste link abaixo:






Estabilidade da energia elétrica.
Com o problema da qualidade da tensão da tomada resolvido, será preciso pensar na “estabilidade” da energia elétrica que chegará até a fonte que alimentará a máquina. Devido às diversas irregularidades que ocorrem na rede elétrica da cidade, principalmente na rua onde o usuário (ou usuários) mora, sendo que essas irregularidades causam “sobretensões”. Isto é, elevações bruscas e super-rápidas que chegam até a tomada elétrica na parede e que a fonte de alimentação da máquina recebe todas essas elevações de forma direta, caso não exista um filtro de linha, estabilizador ou no-break.
Além das “sobretensões” na rede elétrica, também ocorrem as “subtensões”. Ou seja, as quedas bruscas e super-rápidas e que também chegam até a tomada na parede, que também só a fonte do PC sente; mais os “surtos” e “picos” (terceira imagem acima) freqüentes (sujeiras na rede elétrica, veja este: http://www.bbc.com.br/surtomsie.htm) que causam sérios problemas na fonte de alimentação da máquina podendo queimá-la com pouco uso da mesma. Inclusive, e em determinados casos pode queimar componentes importantes desta – como a placa-mãe ou o HD, por exemplo.
Portanto, para garantir a "qualidade" e a “estabilidade” na energia elétrica que chega até a fonte da máquina via tomada na parede. Ou seja, resolver problemas de elevações e quedas bruscas, filtrar a energia para evitar os surtos e picos e dar mais qualidade a energia que chega até a fonte do PC, deve-se fazer o que é indicado nos passos abaixo.

1> Neste quesito deve-se usar um bom estabilizador de tensão e que opere com o mínimo de 1000 VA e com relação de potência entre Volts x Ampéres de 0,7 (potência real de 700 Watts, ou seja: 1000x0,7=) e com o mínimo de “seis” estágios para a estabilização. Mais informações sobre dispositivos Estabilizadores de tensão neste link abaixo:





2> Para melhorar ainda mais a qualidade e estabilidade da alimentação elétrica para a máquina (ou máquinas) Desktop, Notebook ou Netbook, melhor mesmo e instalar um bom modelo de dispositivo No-break. Este dispositivo deve, também, operar a 1000 VA (ou mais) e com relação de potência entre Volts x Amperes de 0,7, este sendo alimentado pelo estabilizador devidamente aterrado, como mostra esta “quinta imagem acima”.

3> Com isto, ou seja, com o No-break ligado ao estabilizador (quita imagem acima) ele receberá energia estabilizada e manterá a fonte da máquina energizada o tempo todo, sendo que a máquina não será desligada, mais os outros dispositivos ligados nele, no caso de ocorrer quedas de energia elétrica. Porém, o tempo que o No-break manterá a fonte energizada e os outros dispositivos, dependerá da autonomia do mesmo, ou seja, autonomia de 20, 30 ou mais minutos.

4> Lembrando ainda que o tempo que o No-break manterá o PC funcionando dependerá da autonomia do No-break. Por exemplo: caso a autonomia dele seja de 30 minutos, folgadamente ele manterá a máquina mais o monitor e dispositivos (modem ADSL, Roteador, etc.) para a conexão com a Internet funcionando por no mínimo 20 minutos. Com isto, dando tempo de folga para que o usuário salve seus trabalhos e desligue a máquina corretamente. Pode ocorrer de a energia elétrica voltar antes mesmo do tempo da autonomia do no-break terminar.

Observações importantíssimas:
Caso o No-break esteja instalado num sistema elétrico SEM o devido aterramento, a bateria do mesmo terá vida bem curta – menos de um ano. Ou então, mesmo que este sistema elétrico esteja aterrado corretamente, mas a rede elétrica da rua oscila demais (tensão cai e sobe com muita freqüência) e o No-break entra em modo de bateria com freqüência, neste caso será preciso ligar o No-break num bom estabilizador operando a 1000 VA, no mínimo. Mais informações nestes links abaixo:







Alimentação elétrica interna ao PC
Nos passos anteriores nós explicamos o que se pode fazer para melhorar a qualidade e a estabilidade da energia elétrica externa que chega até a fonte que alimentará o PC, e também, mantê-la operando ininterruptamente com o uso de um bom No-break.
Já aqui explicaremos sobre a qualidade e estabilidade da energia elétrica interna que alimentará todo o hardware da máquina, hardwares esses tais como: placa-mãe, processador, módulo (ou módulos) de memória RAM; placa gráfica, HD, drive de CD/DVD e outros periféricos instalados na placa-mãe e na própria máquina – veja um exemplo nesta “sexta imagem acima”.
Afinal, é aqui que tudo começa no exato momento que se aperta o botão liga-desliga frontal da máquina. Praticamente tudo igual a um carro que, caso o seu sistema elétrico não esteja funcionado a 100%, o carro terá dificuldade em dar a partida, e às vezes nem dará. O mesmo ocorre com os computadores, principalmente com os mais potentes, como este modelo desta “sexta imagem acima”.

1> E neste quesito, no mínimo deve-se instalar uma fonte de 500 Watts/Reais de boa qualidade, isto dependendo da potência da máquina. Esta máquina da “sexta imagem acima”, por exemplo, usa uma fonte potente de 700 Watts/Reais (ideal seria uma de 800) e, preferencialmente – no mínimo –, que conte com o recurso técnico conhecido por “PFC” (Power Factor Correction – Fator de correção de potência elétrica).

2> Este recurso PFC, além de fazer com que a fonte disponibilize a energia e dar boa qualidade e estabilidade a ela, também contribui para a economia de energia elétrica. Principalmente se esta fonte estiver sendo alimentada por um sistema elétrico corretamente aterrado, contando com um bom estabilizador e no-break de 1000 VA e com fator de potência 0,7 mínimo (1000x0,7=700 Watts reais).

3> Num sistema elétrico corretamente aterrado, além de proteger TODOS os dispositivos ligados nele contra danos, ele também contribui diretamente para manter a potência real (em Watts) do estabilizador, do no-break, e principalmente, da fonte de alimentação por mais tempo no quesito vida útil desses dispositivos.

4> No geral, a principal função do “PFC” (Power Factor Correction ou Fator de correção de potência elétrica) é a de fazer com que a fonte apresente (relação entre entrada e saída das tensões) um fator ideal de correção de energia elétrica, resultando-se assim num menor consumo de energia devido ao efeito da corrente pulsada na fonte. Além do recurso técnico PFC, a fonte também deve contar com o recurso “80 Plus”, recurso este que define a “Eficiência” (80% mínimo) das fontes, que quanto maior a eficiência melhor será a fonte.

5> Como podemos observar nos passos descritos acima para que a máquina realmente funcione de forma estável e velozmente, além do hardware potente instalado na mesma – como no exemplo da “sexta imagem acima” –, deve-se dar atenção especial a energia elétrica externa (aquela que sai da tomada elétrica e que chega até a fonte da máquina), e mais ainda, a energia elétrica interna. Ou seja, energia elétrica esta que sai da fonte de alimentação e que alimenta o computador por completo.

6> Num exemplo de computador potente como o modelo da “sexta imagem acima”, ele conta com CPU (processador de dados) Core i7 Top; placa aceleradora potente, também Top; contando ainda com uma potente placa aceleradora gráfica com GPU (processador de vídeo) da nVidia, placa-mãe da Asus Top; 16 GB de RAM operando a 1880 MHz (1,88 GHz); conta com seis ventoinhas sendo que quatro de 120 mm. para retirar o pó e o calor de dentro do gabinete; uma para refrigerar os componentes eletroeletrônicos da fonte, e uma de 80 mm. que fica no dissipador de calor da CPU; conta ainda com dois HDs, um SATA de 500 GB e um de SSD de 120 GB; e um leitor de CDDVD. Portanto, a fonte modelo GS de 700 Watts Reais (da Corsair), deveria ser de 800 Watts Reais.

Ligar/Desligar e o mortal botão Reset
Além do explicado acima, os usuários também contribuem diretamente e de forma direta para que o computador funcione de forma incorreta, instável na maioria das vezes, principalmente no caso de computadores para jogos como é o caso do modelo da imagem acima.
Abaixo algumas observações importantes sobre isto e como os usuários podem evitar causar problemas no computador, na placa-mãe e no HD – principalmente neste:

1> Primeiramente ao ligar o computador – principalmente no caso de uma máquina potente –, deve-se aguardar até que todos os hardwares (componentes integrados nas placas-mãe; na memória RAM, HD, leitor de CDDVD, placa gráfica, etc.); arquivos do sistema operacional Windows (principalmente deste) que serão carregados na memória; mais os arquivos de drivers de dispositivos instalados no computador; e de arquivos de programas para que os mesmos sejam processados e gravados na memória RAM principal. Dependendo da potência da máquina ela só estará pronta para uso de 1 à 2 minutos depois de ligada.

2> Depois de passados dois ou três minutos, ou seja, depois de todos os arquivos necessários (do Windows, de drivers e de softwares) já processados e gravados na memória RAM, deve-se fazer um logoff no sistema Windows para esses arquivos sejam atualizados e registrados pelo sistema. Principalmente quando o Windows está sendo inicializado pela primeira vez sendo que ele terá que registrar todos os dispositivos conectados nele – depois de formatado, por exemplo.

3> Outro fator importante é que NUNCA se deve desligar ou reiniciar o computador diretamente, seja pelo botão Iniciar>Desligar ou pelo botão Iniciar>Reiniciar, e sim, fazer um logoff primeiro. No caso do Notebook e até mesmo do computador, pode-se suspendê-los por horas (12 no máximo), ou seja, o mínimo do sistema operacional rodando na memória RAM quando não se está usando-os. Porém, no caso do Notebook e Netbook, estes devem estar ligados diretamente a rede elétrica pelo carregador de energia.




4> Porém, no caso do computador este deve estar ligado a um bom no-break e o notebook ao carregador, e o computador como o notebook devem ser alimentados por um bom No-break, e este, sendo alimentado por num sistema elétrico corretamente instalado como mostra a "quinta imagem acima”. Mais detalhes nesta “quinta imagem acima” e no passo (5) abaixo.

5> Como podemos ver na “quinta imagem” desta matéria, o computador e o notebook estão ligados a um No-break de 1 KVA (1000 VA), este (o no-break) está ligado a um estabilizador (também de 1 KVA), este (o estabilizador) está ligado a um ótimo "Filtro e Protetor" de linha elétrica (sétima imagem acima).

OBS:
Este "Filtro e Protetor" (sétima imagem acima) conta com funções exclusivas para impedir que sujeiras (surtos e picos, função dos varistores) e mais sujeiras (ruídos e as interferências elétricas geradas pelos “EMI/RFI – Electromagnetic Maximum Interference/Radio Frequency Interference, aqui função dos capacitores). Sujeiras essas que ocorrem diariamente na rede elétrica (inclusive nas tempestades) e que chegam diretamente até a fonte de alimentação do computador, do monitor, da TV, por exemplo, quando esses dispositivos não contam com um filtro de linha, estabilizador ou no-break e, principalmente, quando o sistema elétrico não está aterrado.
Este dispositivo (protetor mais filtro) só dará proteção 100% quando ligado a um sistema elétrico devidamente instalado e aterrado, como mostra a “quinta imagem” desta matéria. Mais informações sobre EMI/RFI neste link abaixo:


6> Usar o botão “Reset” nem pensar, caso a máquina conte com este botão. Este botão acaba com a placa-mãe e com o HD. Na verdade, os sinais elétricos gerados pelo botão Reset (ou pelos picos elétricos) acabam com os capacitores integrados nestes dois dispositivos principais. Aliás, máquinas potentes nunca devem ser desligadas para que não ocorra o stress nos componentes eletricoeletrônicos integrados nos dispositivos das mesmas, componentes estes tais como: capacitores, diodos, resistores, varistores, cristais, transistores, bobinas e outros.

7> Como um exemplo do que foi escrito no passo (6) acima, o modelo de placa-mãe potente desta “oitava imagem abaixo” conta com uma grande quantidade de capacitores do tipo eletrolítico ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Capacitor_eletrol%C3%ADtico ), e também, conta com vários capacitores do tipo sólido ( http://www.madboxpc.com/contenido.php?id=4208&pag=3 ).

Nota:
Atualmente as placas-mãe modernas de ótimas marcas como da Gigabyte, Asus, MSI, por exemplo, só estão utilizando capacitores do tipo sólido em seus produtos por serem mais resistente, duráveis, mais estáveis em sua eficiência energética – mais potência, mais durabilidade e vida útil prolongada para as placas-mãe (oitava imagem abaixo, detalhe em verde).




Outros dispositivos geradores de picos
Num sistema informatizado e completo o mesmo pode contar com o filtro de linha, o estabilizador, nobreak, impressora, monitor, máquinas desktops e notebooks – e respectivos carregadores.
O que ocorre é que esses dispositivos também geram – em menor ou maior quantidade – os picos e as interferências eletromagnéticas e de natureza superápida e nociva aos componentes (capacitores, diodos, resistores, varistores, cristais, transistores, bobinas e outros) da fonte de alimentação e de todos os dispositivos instalados no computador (placa-mãe e HD, por exemplo).
Principalmente quando esses dispositivos (o filtro de linha, o estabilizador, no-break, impressora, monitor, máquinas desktops e notebooks) são ligados (e) desligados, ou então, quando são conectados (e) desconectados de suas respectivas tomadas elétricas com freqüência.
Neste sistema informatizado os maiores geradores de picos, são: estabilizador (devido ele trabalhar no modo de chaveamento rápido) e no-break, principalmente se eles estiverem com mais de três anos de uso ou estiverem ligados a um sistema elétrico de má qualidade e não aterrado. E todos os picos nocivos atingirão todo os dispositivos ligados à eles, mais ainda a fonte de alimentação que, em pouco tempo, terá a sua vida útil reduzida consideravelmente, podendo ser até danificada, e esta danificar componentes internos do computador.
E por falar em fontes de alimentação – por ela usar circuito do tipo chaveador, ou seja, opera no modo chaveamento – também gera muitos picos elétricos, principalmente se algum componente interno da mesma estiver em curto, e esses picos são enviados diretamente para os dispositivos que fazem parte do sistema.

Fontes de alimentação em curto
Trabalhando com a manutenção e montagens de computadores já há vários anos, já passei por diversos sustos. Dois desses sustos (o maior deles ocorreu a cerca de três meses) foi quando recebi um computador servidor de câmeras de vigilância de uma padaria que, segundo o técnico das câmeras, a fonte parecia estava queimada.




Na minha bancada “1” (nona imagem acima) estavam ligados naquele momento do teste da fonte supostamente queimada, um estabilizador de 1 KVA, um no-break de 2,2 KVA, dois computadores, um monitor LCD, um Modem DSL, um Roteador; dois HDs externos (e respectivas fontes de alimentação), uma caixa de som, um notebook (mais o carregador do mesmo), mais dois carregadores de notebooks de reserva, e alguns outros dispositivos de menor importância – dois teclados, dois mouse, etc.
Na verdade o que aconteceu mesmo foi o seguinte: Ao conectar o cabo power na fonte supostamente queimada do computador, esta deu um forte estouro devido ao curto interno, gerando assim um pico (alta corrente mais de 20 Amperes) muito forte que desligou todos os dispositivos ligados ao no-break, devido a queima do último fusível de 20 A do protetor+filtro (nona imagem acima, item 1) ligado diretamente a rede elétrica da rua.
Porém, devido todo o meu sistema estar aterrado e protegido pelo “protetor+filtro (nona imagem acima, item 1) e pelo “protetor+filtro especial” (décima imagem abaixo) nada aconteceu com os equipamentos. Este “protetor+filtro especial” (formado pelos varistores) mais o filtro (formado pelos capacitores) cortam todos os “picos” (gerados ou não pelo no-break ou pelo estabilizador, por exemplo), em direção a fonte do computador, e cortam todos os “picos” gerados (ou não pela fonte) em direção aos dispositivos instalados no sistema.
Resumindo:
Proteção completa e 100% segura na entrada e na saída da energia elétrica que alimenta todos os equipamentos.




Sobras de programas causam lentidão
Além do que foi exposto acima, quando os programas são desinstalados de forma errada – principalmente programas pesados e jogos –, ficam no HD e também no Registro do Windows muitas sobras (arquivos inúteis) de programas e jogos que já foram desinstalados. E essas sobras podem causar lentidão na máquina por ocupar (e fragmentar) áreas do HD (e do Registro) que deveriam estar livres.
Aqui, antes de desinstalar um programa o correto mesmo é reiniciar a máquina para que todos os arquivos relacionados com o respectivo programa (ou programas e jogos) sejam eliminados da memória RAM por completo. Também verificar se esses programas não estão sendo carregados com o Windows na inicialização do mesmo.
Nesses casos deve-se desinstalar os programas usando programas potentes como os excelentes desinstaladores "Geek Uninstaller" e o "Revo Uninstaller", programas estes que além de desinstalar os programas eles também removem as sobras inúteis dos respectivos programas e jogos.
Como um exemplo, ao desinstalar o “Google Chrome” já há um bom tempo (mais de sete meses rodando numa mesma máquina desktop), o excelente aplicativo o “Geek Uninstaller” deletou “1486” arquivos (sobras inúteis) que ficariam inutilmente no HD, e mais 33 entradas no Registro do Windows (décima primeira imagem abaixo). Já ocorreu de o programa “Geek Uninstaller” remover mais de cinco mil sobras só do Google.

OBS:
Além de usar o “Geek Uninstaller” ou o “Revo Uninstaller” para remover as sobras (as inutilidades em bits que ficam no HD e no Registro do Windows), deve-se também usar (de preferência no Modo seguro do Windows) estes excelentes aplicativos listados abaixo – estes rodam no Windows XP, W7 e W8. Veja mais informações sobre esses programas – e como baixá-los – no link abaixo:


CCleaner, Cleanmgr (do próprio Windows), MV RegClean 5.5, Registry Mechanic, RegClean (Windows), Disk Cleaner Free, Portinho, RegCorretor, Wise Disk Cleaner, Your Cleaner e StartupRun (algo como: Iniciar, executar e manter na memória principal. O MSConfig desativa (e remove) entradas de programas que iniciam junto com o Windows. Porém, ele não desativa e muito menos remove programas que iniciam com o Windows no modo oculto, portanto, o StartupRun – na minha opinião – é o melhor de todos).

O correto mesmo – caso o programa permita – é desinstalar o programa (ou os programas) pelo Modo seguro do Windows, principalmente programas pesados e jogos que costumam gravar seus muitos arquivos na memória RAM, e mais ainda, na memória Virtual localizada no HD.




Também deve-se fazer o seguinte:
De vez em quando – uma vez por mês, por exemplo – deve-se desativar a “MV” (Memória Virtual) para que ela seja limpa completamente, em seguida, depois do computador desligado e religado ativá-la novamente. Fazer o mesmo com os arquivos de restauração do sistema Windows, seja no XP, W7 ou W8.
Com relação a “MV”, deve-se especificar manualmente o tamanho fixo mínimo de 1024 MB (1 GB) e o tamanho fixo máximo de 4096 MB (4 GB), e somente na unidade C:\. E também, usar sempre este excelente programa (Pagedfrg.exe) para manter a “MV” desfragmentada.

                                                                    Por: Jkbyte