sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Até onde chega a responsabilidade do TÉCNICO!

Sua verdadeira função na informática!

Será que é só salvar todos os dados do cliente?

Os técnicos em hardwares dos computadores são bastante exigidos atualmente, mas somente alguns poucos deles é que são compreendidos. Poucos compreendidos e pelo seguinte:
Computadores modernos são bem diferentes dos computadores mais antigos, ou seja, os lançados de 2000 para trás.
Computadores antigos raramente davam problemas já que não ficavam conectados a Internet o dia todo; raramente eram infectados por vírus e poucos programas eram instalados nos mesmos. E o mais importante disso tudo, é que somente os adultos tinham acessos aos computadores e sabiam como usá-los.
Já hoje é o contrário, são as molecadas que tomam conta dos computadores e como eles ficam o tempo todo conectados na Internet, eles baixam de tudo. Na verdade baixam muitos programinhas inúteis e com os mesmos também são baixados outras inutilidades da Internet – e com essas inutilidades também são baixadas as pragas on-lines que infectam outros programas já instados nos computadores.




E os pais acham que as manutenções dos computadores também devem evitar esses problemas causados pelos seus filhos, e mais, que os computadores são iguais as TVs e monitores de vídeos, que raramente dão problemas. Na verdade os computadores não dão problemas, são os usuários que causam os problemas nos comutadores.
Ocorre que os computadores trabalham com processamento de dados o tempo todo – em tempo real –, iguais aos nossos corações que não param de funcionar um segundo sequer, estejamos acordados ou dormindo, e caso eles parem todos já sabem o que acontecerá.
Já as TVs e os monitores de vídeos apenas exibem as imagens nas respectivas telas que, no caso dos monitores de vídeos, são os computadores que geram (processam) as respectivas imagens e as enviam para os monitores de vídeo. Aliás, imagens estas processadas pelo processador.
Portanto, a verdadeira função do técnico em hardware – aquele que salva os dados de seus clientes; formata e instala o sistema operacional mais os respectivos programas no computador – é fazer as seguintes tarefas, e olha que não são poucas quando se faz o serviço bem feito.

Atenção! Atenção! Atenção!
Com relação a mídia (ou as mídias) para salvar os dados deve-se tomar o máximo cuidado no quesito qualidade e durabilidade da mesma, e pelo seguinte – principais mídias e dispositivos para o armazenamento de dados:

>Dispositivos Pendrives
Este tipo de dispositivo (veja alguns modelos na imagem abaixo) só serve para guardar os dados temporariamente na sua memória, já que este ele é muito sensível a quedas e a infecções por vírus, principalmente por vírus, pelo imenso intercâmbio entre os mesmos – de pendrives para computadores e vice-versa.
Como um exemplo, um de meus clientes (comerciante) me disse que um vírus tinha apagado todo o conteúdo de seu Pen, na verdade o vírus ocultou as pastas que estavam no Pen – somente pastas gravadas no Pen. Usando os programas antivírus Avast e o AVG estes não encontraram nada, já o programa antipragas “Windows Defender” (do W7 e W8) removeu a praga (ou as pragas) e as pastas voltaram a funcionar normalmente.





>Dispositivos HDs externos
Este tipo de dispositivo (os HDs externos ou HD/ex) é indicado para guardar uma grande quantidade dados e permanentemente. Porém – como ocorre com os pendrives –, eles também são muito sensíveis as quedas e a apresentar problemas no futuro ou de forma inesperada, principalmente no caso de ocorrer quedas de energia elétrica.
Os HD/ex também são muito fáceis de serem infectados por vírus e, caso o HD/ex conte com uma grande quantidade de dados, remover as pragas tornará a tarefa bem mais difícil.

>Mídias de CD/DVD
Essas mídias são as que realmente guardam os dados com segurança e por muito tempo, principalmente as mídias de DVDs. Contudo, deve-se observar a marca do fabricante da mídia, como exemplo, na primeira imagem acima se vê uma mídia de DVD da Futura, ela é ruim para as gravações e pior ainda para as leituras dos dados gravados na mesma.
Esta mídia da Futura é a pior das piores (Plasmon, Imation, Multileser, Samsung; Emtec – esta melhorou muito – e da Philips) que já passaram pelas minhas mãos.
Aliás, as mídias de DVD da Philips são boas para gravar, mas, muito ruim para ler os dados. Na lista abaixo as melhores marcas de mídias de CD/DVD:

Nipponik, Sony, HP, LG, Ridata, GigaStorage, Verbatim, Maxprint, Emartbuy, Faber-Castell, Maxell, DigiKlone, Arita, Dr. Hank e Vat. Mais informações sobre este tipo de mídia no link abaixo:


Como salvar os dados e preparar a maquina
A mais importante de todas as tarefas quando se pretende formatar a máquina, é primeiramente, “salvar todos os dados do cliente”, sendo que o próprio técnico escolhe o meio de armazenamento onde os dados serão salvos, que pode ser mídias de CD, DVD, PenDrive, HD externo, modelos de Fitas Dat (veja exemplos na imagem abaixo, e mais informações no link abaixo); ou em outro PC, etc.


Observações importantes:
Há situações em que a máquina (Desktop, Notebook ou Netbook) não consegue carregar o sistema operacional (Windows XP, 2K, 2K8, W7 ou W8) de forma alguma, com isto, pelo modo normal do Windows fica impossível salvar os dados importante dos clientes.
Aqui – ocorrendo isto – podemos salvar os dados em mídias externas (HD externo, por exemplo) usando sistemas Windows XP e W7 mínimos (ou Linux) em LiveCD, LiveDVD ou LivePen.



1> Depois dos dados salvos, abrir o gabinete – se o PC não estiver com o lacre da garantia – e fazer uma limpeza interna, manutenção corretiva e preventiva interna, como verificar a integridade das ventoinhas (da fonte e do processador), integridade dos cabos (de energia e de dados, do HD principalmente), das placas conectadas na placa-mãe, etc. Como se sabe os gabinetes dos computadores acumulam muita poeiras sendo preciso retirá-las – veja exemplo na imagem abaixo.

2> Agora o computador já está pronto para que o técnico delete a partição antiga, crie uma nova partição e formate-à. E para isto nós, os técnicos, contamos atualmente com vários programas ditos “Gerenciadores de partições”, como do próprio Windows, do Linux, da empresa Acronis, o famoso PartitionMagic e alguns outros ótimos gerenciadores de partições, tais como: Gparted e Partition Wizard (só uso este). Mais informações sobre este gerenciador de partições no link abaixo:


3> Com a nova partição criada e já formatada dá-se início a instalação do sistema operacional propriamente dito – o Windows XP, por exemplo. Para isto, ou seja, instalar o XP – o técnico poderá usar o XP gravado num CD, DVD, Pendrive e até mesmo a partir de uma cópia no próprio HD onde será instalado o XP.

4> Depois do sistema completamente instalado, executar um aplicativo para limpeza de disco e, em seguida, um aplicativo para desfragmentar o disco, com isto, as desfragmentações posteriores que serão feitas no disco serão muito mais eficientes.

5> Aqui neste ponto – a tarefa mais chata – deve-se, primeiramente, instalar os respectivos drivers para o dispositivo de rede, para que o PC possa conectar a Internet para poder baixar os outros drivers – caso sejam necessários.




6> Agora, o técnico deve fazer alguns ajustes para que o sistema responda melhor aos comandos do usuário, tais como; Fazer ajustes e atualizações nos dispositivos listados no “Gerenciador de dispositivos” (veja exemplo na imagem abaixo), no “Registro do sistema”, nos “Serviços”, criar o link de acesso a Internet no caso da conexão ser banda larga, por exemplo, e instalar o discador no caso da conexão a internet for a discada.

Notas:
Até o passo (6) termina todas as responsabilidades do técnico, pois o computador já está pronto para uso. Ou seja, pronto para rodar todos os programas que o usuário DONO do computador desejar instalar, inclusive, pronto para acessar a Internet, seja ela banda larga, via rádio, celular ou discada.

Trabalhos extras:
Depois de toda essa trabalheira até o passo (6), caso o DONO do PC tenha todos os softwares que ele necessita e adquiridos legalmente, o técnico irá instalar o antivírus e atualizá-lo; instalará o pacote Office; instalará o programa gravador de CD/DVD; instalará o programa para assistir DVD de vídeo; instalará o Windows Live Messenger; instalará o Adobe Reader; instalará o Google Chrome; e instalará o programa e o drivers da impressora.
Como podemos ver o técnico tem muitas tarefas para serem executadas, não é “somente formatar e instalar o XP, W7 ou W8”, como a GRANDE maioria dos “donos” de PCs dizem.




E neste caso, o valor a ser cobrado até o passo (6) pode ser algo como “R$40,00 a R$50,00”, sendo que o usuário dono do PC optou por instalar os programas que ele possui. Já caso seja o técnico que irá instalar os respectivos programas adquiridos legalmente pelo dono do PC – tarefas do passo (6) em diante –, o valor dos serviços sobe para 60 ou 70,00.

                                                                Por: Jkbyte


domingo, 21 de julho de 2013

Recuperar dados excluídos acidentalmente do HD

Técnica para recuperação completa com o Recuva

Deletar dados que não devem ser recuperados

Há certas situações no dia-a-dia dos usuários de computadores em que será preciso apagar definitivamente todos os dados (arquivos) gravados no HD, principalmente dados (informações de natureza confidencial), para que os mesmos não caiam nas mãos de pessoas bisbilhoteiras.
Ou ainda, para que não caiam nas mãos dos espiões em informática que ficam a procura de informações para vendê-las a outros, evitando-se assim que outros não tomem conhecimento dessas informações. Informações tais como: dados de senhas, por exemplo.
Entretanto, já em outras situações será preciso recuperar os dados excluídos acidentalmente do HD (imagem abaixo), de Pendrives e até de Câmeras digitais e que não deu tempo de fazer backup (cópia de segurança) dos mesmos, antes do desastre acontecer.
Nestes casos precisamos de programas específicos para executar essas tarefas de forma correta e bem eficiente, tanto para recuperar os dados bem como para deletá-los definitivamente do HD.


  


Os programas mais utilizados nesta área
Na Internet encontramos muitos programas com as respectivas finalidades descritas acima, ou seja, apagar informações definitivamente e, ou então, recuperar informações deletadas acidentalmente.
Portanto, nas dicas descritas aqui indicamos programas (os freewares e os grátis) tidos como “os salvadores da pátria”. Vejamos quais são eles e as respectivas funções dos mesmos:

DiskDigger, na versão 1.5 ou superior...>, este programa tem a função de recuperar arquivos que foram excluídos de HDs, pendrives, câmeras digitais e outros dispositivos que possuam memória para o armazenamentos de dados. No caso de HDs, por exemplo, estes contando com uma grande quantidade da dados o DiskDigger torna a tarefa bem demorada.

Restoration, versão 2.5 ou superior...>, este programa – como o próprio nome já sugere – tem como função recuperar arquivos que foram excluídos do HD sendo que podemos executá-lo diretamente a partir de um pendrive (versão freeware);

PC Inspector File Recovery 4... (freeware)>, a função deste programa é recuperar arquivos e gravá-los em disquetes, pendrives ou em cartões de memória, já que estes dispositivos (os pendrives) já substituíram as mídias de disquetes já há um bom tempo.

GetDataBack 3. ...>, com as mesmas funções dos programas já citados acima, mas com um diferencial, conta com uma interface (em inglês) onde instrui o usuário no modo passo a passo apontando qual a melhor solução para o problema (é Grátis);

Zero Assumption Digital image recovery 1.2...>, já este programa tem como função recuperar imagens de dados inacessíveis no HD e, ou em cartões de memória e gravar as imagens em outras mídias – num HD externo, por exemplo, (versão freeware – imagem abaixo);




PC Inspector Smart Recovery 4.5...>, a função deste programa é recuperar imagens de vídeos de diferentes formatos de cartões de memória e de câmeras (freeware);

Simple File Shredder 3.2...>, aqui, este programa tem como função deletar documentos que não podem ficar disponíveis para os outros usuários e que usam o mesmo PC. Conta ainda, com a função de apagar informações do navegador da Internet (freeware);

Eraser 5.7...>, têm a função de deletar arquivos do HD de forma permanente usando diferentes alternativas. Também conta com a função para programá-lo para limpar diretórios e espaços livres no HD (Freeware);

Darik´s boot and nuke 1.0.6...>, este pequeno programa que gera um disquete de boot (também roda em CD/VD) e deleta permanentemente todo o conteúdo do HD. Portanto, antes de usá-lo faça backup de todos os dados do HD para não se arrepender depois HD (freeware);

Wondershare Data Recovery, 4.2.0...>, ótima ferramenta (está em inglês) para recuperar vídeos, fotos (imagem abaixo), músicas, documentos docs, e-mails a partir do disco rígido do seu PC, bem como a partir de dispositivos USB, discos rígidos externos, telefones celulares, câmeras digitais. Este programa também oferece mais duas opções adicionais de digitalização, tais como: "Enable Deep Scan (modo demorado)” e “Raw File Recovery (dado original)". Para evitar sobrescrever os dados que você deseja recuperar, deve-se instalar este programa em uma outra partição de disco. O Assistente de Recuperação de Dados ajudará a recuperar os dados em dois passos simples, basta selecionar o tipo de dado (fotos, por exemplo) que você deseja recuperar e, em seguida, selecionar o local onde os dados serão salvos.




DDR – Memory Card Recovery, 4.0.1.6...>, é um aplicativo bem simples de usar, e sua principal função é a de recuperar arquivos de fotos ou qualquer outro tipo de arquivos gravados em cartões de memória, por exemplo.

MBRWork. 1.0.7b...>, pequeno utilitário que pode ser executado a partir de disquete, CD/DVD e até pendrive de boot. Tem como função deletar todo o conteúdo da área do MBR/EMBR, área esta do HD localizada na trilha zero do HD onde são gravadas informações relacionadas com a partição ou partições de boot. Ótimo programa para deletar a área do MBR/EMBR no caso de vírus que se alojam na trilha zero do HD. E ou então, deletar o boot de algum outro sistema operacional, do Linux, por exemplo, que está impedindo a instalação do XP (beta);

MBRwipe.com 1.0.7b>, este é outro utilitário com a mesma função do MBRWork.exe (deletar todo o conteúdo da trilha zero do HD), porém, é mais agressivo que o MBRWork. E devido a isto, muitos programas antivírus o consideram como sendo um Trojan (vírus Cavalo de Tróia) que apaga a trilha zero do HD. Aliás, com o próprio MBRwipe.com podemos deletar vírus localizados na trilha zero do HD na máquina origem e, ou então, colocando o HD em outra máquina.

OBS:
O MBRwipe.com pode ser executado a partir de CD ou DVD de boot. No caso de usá-lo a partir de um pendrive com boot e caso este pendrive seja reconhecido pelo sistema como sendo uma unidade C, ele (o pendrive) será apagado totalmente. Para que isto não aconteça, com o excelente programa UltraISO basta integrar o MBRwipe.com no ótimo CD de boot “Hiren’s BootCD”.

Recuva – Este é o mais utilizado atualmente
Atualmente o programa mais popular da Internet, portanto, o mais baixado e mais utilizado também, para recuperar dados deletados ou perdidos no HD instalado no PC ou em mídia removíveis – Pendrives, por exemplo –, é o Recuva ( http://www.piriform.com/recuva ).
Como o Recuva foi um dos primeiros (ou o primeiro) a ser disponibilizado na Internet, outros programas similares foram lançados seguindo a mesma linha de recuperação, portanto, bem similares ao Recuva.
Porém, para que o Recuva recupere a maior quantidade de dados possíveis (algo próximo dos 100%) deve-se utilizá-lo conforme descritos nos passos abaixo – siga-os.




1> Primeiramente bootar a máquina com o CDBoot do Hiren’s BootCD 15.2, por exemplo ( http://www.hirensbootcd.org/download/ ) que conta com este excelente programa para recuperar dados já integra na grande lista de programas bem úteis para os técnicos em informática – e para os não técnicos também.

2> No caso desta tarefa nunca se deve salvar os dados que estão sendo recuperados na mesma mídia – no HD ou Pendrive, por exemplo –, ou seja, neles mesmos. Portanto, será preciso ter disponível outra mídia para poder salvar os dados – um HD externo ou Pendrives de 8 ou 16 GB podem ser usados, isto dependendo da quantidade dos dados que serão recuperados.

3> Depois de bootar o computador com o CDBoot do Hiren’s BootCD e com a respectiva mídia para onde serão salvos os dados, deve-se executar o Recuva a partir do próprio CDBoot do Hiren’s BootCD. Para isto dar duplo clique no ícone My Computer; clicar na pasta HBCD 15.2, por exemplo; clicar na pasta HBCD; em Programs e clicar no: Recuva.cmd,

4> Já na janela do Recuva clicar no botão Next >, na próxima janela (imagem acima) escolher o que deseja recuperar – Pictures (imagens), Music (Músicas), Documents (Documentos textos), são alguns exemplos.

5> Aqui – depois de selecionar uma das opções disponíveis –, clicar no botão Next >. Na próxima janela do recuva escolher onde os dados serão salvos, digamos que seja num Pendrive de 16 GB, por exemplo – na unidade j:\. Clicar no botão Next >

6> Já aqui, NÃO clicar no botão Start (Iniciar o processo de recuperação), e sim, no botão Cancel. Ao clicar neste botão será mostrada uma janela (imagem abaixo) onde podemos escolher outras opções (basta clicar no botão Options...), tais como:




7> Na guia “General” (Geral) e na opção “Secure overwriting” podemos escolher quais os níveis de recuperação, da “Simple Overwrite” (uma procura somente) até a “Gutemann (35 passos)”, ou seja, procuras profundas pelos os dados que serão recuperados.

8> Na guia “Actions” (Ações) podemos marcar, por exemplo, a opção “Show files found in hidden system directories”, isto é, procurar por arquivos ocultos nos diretórios de sistema. Na maioria dos casos deve-se deixar esta guia no modo de configuração original. Agora sim, clicar no botão “Scan” e “Sim” para iniciar a procura.

9> Depois de terminado todo o processo de busca pelo “Recuva” será mostrada uma janela uma lista com os arquivos que podem ser recuperados – facilmente pode passar dos 10 mil itens. Neste ponto marcar o campo “Filename” caso você deseje recuperar TODOS, ou então, marcar cada um individualmente.

10> Agora clicar no botão “Recover” e selecionar um local para salvar os arquivos recuperados que, dependendo da quantidade, pode ser num HD externo, numa segunda partição (unidade D ou E), num Pendrive ou numa pasta vazia na unidade na própria unida C:

OBS:
Você também pode executar o Recuva pelo Modo normal do Windows e, ou então, por um dos Modos seguros do Windows. Contudo, devido muitos arquivos do Windows e de programas estarem sendo executados na memória, o resultado pode não ser aquilo que se espera no quesito recuperação dos dados.
Dependendo do nível das buscas por arquivos deletados – simples ou profunda – e, também, dependendo da quantidade dos arquivos que serão recuperados, o processo poderá ser bem demorado.

                                                                 Por: Jkbyte


domingo, 23 de junho de 2013


Dispositivos USB – Como instalar e usar

Pendrives – Quais são os bons e os ruins

Impressoras USB e outros dispositivos USB
                                                                

Pendrives – Quais os bons e os ruins
Os pendrives, dispositivos estes que usam e abusam das portas USB – Universal Serial Bus ou Barramento universal que opera no modo serial. E hoje, esses pequenos dispositivos são tão usados quanto os aparelhos celulares e, mais que os celulares, os pendrives estão sendo disponibilizados por várias empresas e uma grande quantidade de modelos dos mesmos.
Aqui também vale lembrar daquela frase que diz o seguinte: “Quantidade não é sinônimo de Qualidade”.
Portanto, existem pendrives ótimos, bons e os ruins – e principalmente, os piratas. Como exemplo, conto com mais de vinte pendrives e o pior que já usei é um modelo da Sony, aliás, por ser tão ruim para mim este modelo que adquiri é pirata – se não for pirata não foi a Sony que o fabricou, foi uma empresa terceirizada.
No que se refere aos fabricantes de pendrives – ou aqueles levam suas marcas nos mesmos –, estes são muitos mesmo, tais como:




Sandisk, Multilaser, Patriot, Apacer, HP, Sony, Corsair, Emtec, Duracell, CCE, Kingston, U-Tech, Verbatin, Memory One, Nipponic, Super Talent, Smart, A-DATA, Philips, Lexar, LaCIE, e algumas outras empresas de menor expressão no mercado mundial.
Já no que se refere as capacidades dos pendrives, estes estão sendo disponibilizados nas capacidades de: 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128 e até 256 GB. E, conseqüentemente, cada pendrive com a sua respectiva capacidade tem o seu respectivo preço – baixo, médio e alto –, como por exemplos: Pendrives de 2 GB custam algo como de 10 a 15 reais; de 4 GB custam algo como de 20 a 30 reais; e um modelo de 256 GB custa entre 1700 a 1900 reais.
Nas portas USB podemos conectar – externamente ao PC – uma série de periféricos, tais como: Mouses, modems, teclados, monitores, joysticks, scanners, impressoras, câmeras digitais, drives removíveis, HDs externos, alto-falantes, hubs, Pendrives (imagem acima), caixas de som, adaptadores de som, mas desde que os mesmos suportem a tecnologia USB (Universal Serial Bus ou Barramento serial universal).
Na verdade os pendrives não dão lucros algum para as empresas que os fabricam (ou que apenas levam os nomes delas nos mesmos), eles servem apenas para divulgar os nomes dessas empresas.
Gosto e uso modelos de pendrives da CCE, Duracell, SanDisk, Super Talent e Multilaser – nunca gostei dos Pendrives da Kingston e da Sony.
Veja neste link abaixo um comparativo (benchmark) sobre o desempenho de alguns modelos de Pendrives; HDs externos (para portas USB na versão 3.0) e outros, no que se refere a cópia de dados.


Veja nos links abaixo a história do Pendrive e como saber se um modelo é falso ou verdadeiro.

DICAS:
Quando o Pendrive é PIRATA ele não aceita formatação com sistema de arquivos NTFS (New Technology File System), e se aceitar o Pendrive fica problemático para ler e, principalmente, para gravar dados. Pendrives piratas também esquentam muito mais que os não piratas.



Se você deseja saber quais são os modelos (olha que são inúmeros modelos), e como uma pequena amostra veja a imagem acima de vários modelos de Pendrives. Já para ver outros modelos, digite no google: pendrives e dê Enter, na janela do google clique na guia Imagens – ou usar o link abaixo:





Como formatar Pendrives corretamente
O aplicativo formatador do Windows XP, por exemplo, além de limitar os nomes para pendrives em 8 letras apenas, só dá a opção de formatar pendrives no modo FAT32 bits, e este modo além de reduzir a capacidade do pendrive pode limitar outros recursos quando se usa o pendrive para vários intercâmbios de informações.
Portanto, para fazer uma formatação completa e mais eficiente formate o pendrive num equipamento rodando o Windows 7 ou 8, que suporta os seguintes formatos (sistemas de arquivos) tais como: FAT32 (File Allocation Table 32 bits); NTFS (New Technology File System) e o eFAT (enhanced File Allocation Table, 64 bits).
Além do aplicativo formatador do Windows, pode-se usar aplicativos de terceiros, como o excelente USBFormat, o Partition Wizard (imagem acima), GParted, Parted e outros que são mais direcionados para esta finalidade, tais como o excelente USB Disk Storage Format Tool.

Impressoras USB e outros – Como instalar
Instalar dispositivos USB (Universal Serial Bus) não exige dos usuários (e muito menos de técnicos ou não) grandes conhecimentos sobre hardware e softwares, mas, tendo em mãos boas informações sobre aquilo que se vai fazer na máquina, torna todo o processo de instalação bem mais fácil – sejam dispositivos do tipo USB ou não.
Veja nesta imagem abaixo uma placa adaptadora USB com o respectivo símbolo. Também existem modelos de adaptadores para ligar monitores VGA em computadores que dispõe de portas USB, caso a saída VGA esteja com problema.
Aqui nesta matéria delinearemos os passos gerais para se instalar uma impressora do tipo USB, ou seja, que utiliza o barramento serial universal, sendo este tipo de instalação tão fácil como instalar uma impressora na porta paralela. Isto é, quando tudo ocorre como o esperado já que o sistema Windows – às vezes quando se menos espera – ele gosta de complicar ao invés de facilitar as coisas, com o seu modo “plug and suffer” (plugar e sofrer).

Instalando a impressora
Porém, para quem nunca instalou uma impressora USB algumas dicas serão de grande ajuda nesta tarefa, portanto, siga todas as instruções descritas nos passos abaixo.




1> Primeiramente desembale a impressora. Acompanham a impressora o cabo de conexão entre a impressora e o computador, a fonte de alimentação (alguns dispositivos USB dispensam a fonte de alimentação, sendo alimentados pelo próprio cabo de dados), o CD-ROM com os respectivos drivers e programas de instalação da impressora e o manual técnico.

2> Agora ligue a fonte de alimentação na impressora e, em seguida, ligue a fonte no filtro ou no estabilizador, por exemplo, (caso esteja usando um desses dispositivos). Ligue a impressora e veja se o LED frontal da mesma acende – acendendo indica que tudo está OK. Insira agora os cartuchos de impressão (o preto e o colorido), isto caso os mesmos ainda não estejam conectados em seus respectivos suportes.

3> Não conecte ainda (na impressora e no computador) o cabo USB para dados que acompanha a mesma, cabo este (veja um exemplo de cabo USB na imagem abaixo) que faz a conexão entre a impressora e o computador, para que haja trocas de informações entre os mesmos. Com a impressora ligada, ligue o computador e espere a inicialização da máquina e o completo carregamento do Windows na memória principal. Conecte agora o cabo USB na saída USB da impressora e numa saída USB do computador.

Assistente para adicionar novo hardware
Ao ligar o cabo USB na impressora e no computador surgirá a tela “Assistente para adicionar novo hardware no sistema”. Isto à partir das versões do Windows 98, já que o Windows 95 não possui drivers para dar suporte direto ao USB, sendo necessário instalar os drivers à parte para o Win 95 (ou atualizá-lo), para que ele reconheça dispositivos com tecnologia USB.

1> Caso a tela do “Assistente para adicionar novo hardware” não seja exibida quando se conecta o cabo USB na impressora e no computador, provavelmente o computador – ou sistema operacional – não esteja configurado para receber dispositivos USB. Ou ainda que será preciso habilitar no CMOS Setup este item, para que o Windows possa instalar o USB.

OBS:
Mesmo sendo uma impressora para ser ligada numa porta USB (veja na imagem abaixo a localização das portas USB e da paralela nas máquinas modernas), pode-se ligá-la (caso a mesma disponha de uma porta paralela) na porta paralela do computador, por meio de um cabo paralelo convencional adaptado.

2> Ao ser exibida a tela “Assistente para adicionar novo hardware no sistema”, clique em Avançar para que o Windows 98 procure pelos drivers para que ele possa reconhecer o novo dispositivo que está sendo instalado no sistema. Em seguida, clique no botão Avançar para que o Windows encontre os drivers corretos para a impressora USB (ou outro dispositivo USB qualquer).




3> Na tela que se exibe, o Windows pergunta sobre qual local ou mídia (disquete ou CD-ROM) em que se encontram os drivers. Clique no botão Avançar. Neste ponto insira a mídia (CD ou disquete) onde se encontra o respectivo drivers e, no campo “Especificar um local” digite, por exemplo: d:\win98usb (caso o leitor de CDs de sua máquina esteja configurado para usar a letra D). Clicar em Avançar.

4> Ao clicar em Avançar será exibida a próxima tela informando que o Windows encontrou os drivers para o novo dispositivo, no caso a impressora USB, e que está sendo instalada. Clique em Avançar quando tudo estiver finalizado pelo programa instalador do Windows.

5> Ao finalizar a instalação, o sistema Windows informará que a instalação dos drivers USB foi concluída com êxito. Clique em Concluir. Aqui é aconselhável reiniciar o computador para ter certeza que a instalação foi concluída com sucesso.

Software da impressora USB
Para que a impressora opere no sistema Windows, será preciso ainda, instalar o software que configura a impressora no sistema operacional, ou seja, para que haja comunicação entre a impressora e o sistema operacional – aqui no caso, o Windows. Os softwares (ou os softwares), como já citado no início, se encontram no mesmo CD onde estão gravados os driver da impressora.

USB e o Suporte aos sistemas
Sistemas operacionais como o Windows OSR2, o Windows 98, o Windows 2000 (e as versões superiores destes sistemas), dão suporte completo a tecnologia USB. Já computadores com o sistema Windows 95 (e todas as versões) instalado, não reconhece dispositivos USB. Portanto, será preciso atualizar o Windows 95 (por meio de packs) e, ou então, atualizar para o Windows 98 (ou superiores).
O interessante no USB é que ele aceita conexões simultâneas até 254 dispositivos (127 em cada porta USB), no modo de conexão em série, usando um dispositivo conhecido por hub (Central) USB. E, mais ainda, pode-se conectar ou desconectar os periféricos com o computador ligado.
O Windows NT não dá suporta ao barramento USB, enquanto que o Windows 2000 – substituto do Windows NT – dá suporte completo. Devido á isto, empresas como a Microsoft, Intel, Philips, HP, entre outras, já lançaram há algum tempo a versão 2.0 do USB.

Mais velocidade nas transferências
A velocidade nas transferências de dados pelo barramento USB, na versão 1.1, é de aproximadamente 12,5 Mbps (binários) ou 13.107.200 (bits decimais por segundo) ou cerca de 1,5 MB (binários) (1.572.864 Bytes decimais). Velocidade esta, cerca de 100 vezes mais rápida que uma porta serial e dez vezes mais rápida que uma porta paralela SPP (Standart Parallel Port ou Porta Paralela Padrão).




Veja nesta imagem acima um modelo de hub USB, onde podemos conectados até cinco dispositivos – e sem desligar a máquina.
A versão 2.0 do USB que substituiu esta versão 1.1, opera com freqüência de clock de 10 MHz decimais, com largura de 10 bits (1 Byte e 2 bits) e com taxas de transferências de dados numa velocidade de 480 Mbps (Mega bits por segundo) ou cerca de 1,5 MBytes por segundo. Já a versão mais recente do USB, a versão 3, opera com muito mais velocidade: algo como 4,8 Gbps (giga bits por segundo) por segundo – dez vezes mais rápido que a versão 2.
Veja no link abaixo a história e a evolução deste barramento que revolucionou a informática em todos os seus segmentos.


Este barramento versátil consegue conectar – externamente ao PC – uma série de periféricos como mouses, modems, teclados, monitores, joysticks, scanners, impressoras, câmeras digitais, drives removíveis, alto-falantes, hubs, mas desde que os mesmos suportem a tecnologia USB (Universal Serial Bus ou Barramento serial universal).

BFW (Bus FireWire) ou IEEE 1394 Speed Serial Bus
Este padrão de barramento de dados conhecido por BFW (Bus FireWire ou Barramento com ligação a quente), foi padronizado pelo IEEE (Instituto dos Engenheiros Elétricos e Eletrônicos dos EEUU), sob o número 1394 e especificado como SSB (Speed Serial Bus ou Barramento serial rápido).
Este barramento no modo original pertence a Apple e foi padronizado por ela como FireWire ( http://pt.wikipedia.org/wiki/FireWire ). Na verdade este barramento (IEEE 1394) foi adaptado para ser utilizado nos sistemas Windows e substituir o barramento USB que, na sua versão 1, era bem mais lento que o 1394. Contudo, devido ele ser de propriedade da Apple cada empresa que o utilizasse deveria receber autorização da Apple, portanto, ele só aparece nos aparelhos portáteis – nos Notebooks, por exemplo. Veja na imagem abaixo modelos de cabos utilizados para se conectar dispositivos Firewire.




O BFW (ou 1394) opera com um bus no modo serial (bit-à-bit) com largura inicial (versão 1.0) de 8 bits (1 Byte), e na versão 2.0, com largura de banda de 16 bits (2 Bytes). Utiliza cabos com até seis fios, sendo que na versão 1.0 desses seis fios, dois serão para o tráfego (em série ou serial de 8 bits) de sinais de dados no formato de 1 Nibble (4 bits ou 0, 5 do byte) por cada fio ou via (no conector).
Já na versão 2.0, as transferências ocorrerão no formato serial de 16 bits (2 bytes), sendo 1 byte (8 bits) por cada Fio/via. Segundo a sua padronização, destina-se para se fazer conexões de periféricos modernos e rápidos, como HDs, Drives de DVD, Gravadores de CDs, etc., tendo a mesma funcionalidade do barramento USB, porém, muito mais rápido nas taxas de transferências de sinais de dados. 

Transferências no modo de bit-à-bit
Já o barramento USB destina-se mais para as conexões de dispositivos (com tecnologia USB) menos rápidos, como impressoras, mouses, teclados, etc. Isto porque o USB opera com transferências de dados no modo serial bit-à-bit. Utilizando para isto, dois fios condutores no cabo (um de cor verde para os dados do tipo D+ e um de cor branca para dados do tipo D-) e duas vias (no conector) para o tráfego de dados. Sendo que por cada fio/via passará 1 Nibble de dados (4 bits ou 0,5 Byte).
O USB utilizará também, um fio condutor (cor vermelha) para o transporte da tensão de alimentação de +5 volts, e o fio condutor (cor preta) para transporte dos sinais de terra (GNG). Veja na imagem abaixo como opera a sinalização elétrica dos cabos e portas USB.
Na verdade, este barramento – o FIREWIRE – não é novo como parece ser, pois foi desenvolvido inicialmente pela Apple, tornando-se padrão mais recentemente pelo IEEE, sob o código 1394. O nome padrão FireWire pertence a Apple, enquanto que o nome (ou código IEEE1394) pertence ao IEEE, e o nome Link (comunicação) pertence a empresa Sony.
Portanto, o barramento “Firewire”, barramento “IEEE1394” e barramento “Link”, referem-se à um único barramento operando no modo serial, ou seja, bit-à-bit (um bit-após-um bit) ao invés do modo paralelo, ou seja, byte-à-byte (em grupo de oito bits-após-oito bis).




Taxas de transferências
Enquanto que a velocidade mínima nas taxas de transferências de dados do barramento USB é de aproximadamente 12,5 Mbps (13.107.200 bits por segundo) ou 1,5 MBps. A velocidade mínima nas taxas de transferências do barramento FireWire, é de 100 Mbps ou 12,5 MBps, respectivamente. Este barramento está mais especificamente destinado à substituir o IDE e o SCSI, padrões de discos rígidos e outros dispositivos disponíveis atualmente no mercado mundial.

Características técnicas
O barramento Firewire também se mostra bem superior ao barramento USB, pelas seguintes características técnicas:
>Faz transmissão de sinais digitais utilizando o modo serial pelo seu cabo especial, com taxas de transferência de sinais à 100, 200 e até 400 Mbits por segundo (21,5, 25,0 e 50,0 MBytes binários por segundo,  respectivamente).
>A próxima versão do Firewire (a IEEE1394b), operará com taxas de transferências de sinais de dados numa velocidade de 800, 1600 e até 3.200 Mbits por segundo, ou seja, transferências de dados à 100, 200 e 400 MBytes respectivamente, por segundo.
>Suporta o modo Plug and play dos sistemas operacionais do Windows 98 e Windows 2000 (e superiores); opera sob 63 dispositivos pendurados na controladora Firewire.
>Suporta o modo “hot swapping”, ou seja, trocar dispositivos à quente (pode-se conectar ou desconectar dispositivos com o PC ligado. Sendo que os dispositivos são conectados no modo “daisy chain” (margarida linear ou em linha).

Tipos de cabos utilizados
No barramento Firewire, o cabo utilizado é blindado com comprimento máximo de 4,5 metros (100 metros quando se utiliza fibra óptica), sendo composto por seis fios condutores de sinalização elétrica (e seis vias condutoras elétricas nos conectores brindados fêmeas e machos, respectivamente).
Desses seis fios condutores (e das seis vias condutoras) de sinais elétricos, dois fios condutores (e duas vias) destinam-se para a alimentação elétrica dos dispositivos propriamente ditos, já que os dispositivos Firewire não contarão com fonte de alimentação externa – poderá haver algumas exceções.
Os outros quatro fios condutores e vias restantes formam dois pares de fios condutores (e de vias). Sendo que um par de fios (dois fios) destina-se para o transporte de sinais de dados, sendo 4 bits ou um Nibble por cada fio/via (isto na versão 1.0) e 8 bits ou um Byte por fio/via (na versão 2.0). Já o outro par de fios condutores, destina-se para o transporte dos sinais da freqüência de clock, isto é, a freqüência de clock em que o Firewire opera.




Tensão de alimentação
A tensão de alimentação varia de 8 volts (mínima) e 40 volts (máxima) e operando com uma corrente máxima de 1,5 Amperes, sendo que a potência útil (consumida) é de 12 e 60 Watts aproximadamente, respectivamente. Pela tabela acima, pode-se observar quais as principais diferenças técnicas (diferenças elétricas e eletrônicas) entre o barramento “Firewire” e o barramento “USB” – e entre os outros barramentos de sinais digitais também:

Bus USB versus Bus FireWire
Lembrando ainda que o barramento Firewire – como o barramento USB (imagem abaixo) – também transfere certa quantidade de dados por ciclo ou Hertz (Hz).

Bus USB – Diferenças entre as versões
>O barramento USB 1.0 – sendo esta a versão mais lenta –, opera com largura de 10 bits (1,25 ou 1 Byte e 2 bits, sendo 8 bits para dados e 2 bits de parada), na freqüência de clock de 10 MHz e com taxas transferências de dados numa velocidade de 12,5 Mb/ps ou 1,5 MB/ps (10 MHz x 1,25=12,5 Mb x 8 bits=100 Mb ÷ 8 ciclos=).
Operando ainda, com transferências de dados numa velocidade de 1,25 Megabits (160 KiloBytes) de dados à cada 1 MHertz/ps (12,5 ÷ 10=), sendo que poderia transferir 10 (100 ÷ 10=), por segundo.
Assim, 10 MHz (binários) x 1,25=12,5 MBytes x 8 bits=100 Mb ÷ 8 ciclos=12,5 Mb (binários) por segundo de operação a freqüência de clock de 10 MHz. Agora, 12,5 ÷ 10 MHz=1,25 Mb (160 KB) por Mhertz ou Mciclo de clock de sua freqüência de operação.  
>O barramento USB 2.0 – em sua versão mais rápida –, opera com largura de 10 bits (1,25 ou 1 Byte e 2 bits, sendo 8 bits para dados e 2 bits de parada), na freqüência de clock de 36 MHz e com taxas transferências de dados numa velocidade de 360 Mb/ps ou 45 MB/os, ou seja, 1,25 (1byte e 2 bits) x 36 MHz=45 MBps.
Assim, 36 MHz (binários) x 1,25 Bytes=45 Mbytes x 8 bits (1 Byte)=360 Mb (binários)  por segundo de operação na freqüência de clock de 36 MHz. Agora, 360 Mb ÷ 36 MHz=10 Mb (1,25 MB) por Hertz ou ciclo de clock de sua freqüência de operação.




O barramento USB 2.0 (na sua versão mais rápida) e operando com largura de 10 bits (1,25 ou 1 Byte e 2 bits, sendo 8 bits para dados e 2 bits de parada), e na freqüência de clock de 48 MHz, opera com taxas transferências de dados numa velocidade de 480 Mb/ps ou 60 MB/ps, ou seja, 1,25 (1byte e 2 bits) x 48 MHz=60 MB/(ps).
Assim, 48 MHz (binários) x 1,25 Bytes=60 Mbytes x 8 bits (1 Byte)=480 Mb (binários) por segundo de operação na freqüência de clock de 48 MHz. Agora, 480 Mb ÷ 48 MHz= 10 Mb (1,25 MB) por MHertz ou Mciclo de clock de sua freqüência de operação.
Veja nesta imagem acima exemplos de conectores USB, e na quarta imagem acima exemplo de duas portas USB na parte traseira do computador. Atualmente a porta (ou as portas) do bus Firewire também está presente entre as portas USB nos computadores, notebooks, netbooks e outros dispositivos portáteis.

USB na versão 3.0 – Mais supervelocidade
Inquestionavelmente a velocidade nas transferências de dados na vs. (versão) 3.0 do bus USB muito mais rápida, isto porque – a partir desta vs. 3.0 –, a velocidade nas transferências de dados entre as portas USB é algo como 4.8 Gbps (Gigabits de dados por segundo), ou seja, dez vezes mais rápido que a versão 2.0. Nesta velocidade, para o sistema serão 600 MBps (Megabytes de dados por segundo), contra 60 MBps da vs. 2.0.
Também ao contrário das versões anteriores, os cabos para esta mais nova vs. contarão com oito fios condutores, quatro à mais que as versões anteriores. Já quanto ao número de contatos (pinos) elétricos externos, estes – por enquanto – continuarão sendo os mesmos quatro das versões anteriores para efeito de compatibilidade entre as versões disponíveis.
Como poderemos ver na matéria do link abaixo, conectores para USB na vs. 3.0 operam com dois estágios de pinagens e, consequentemente, para toda sinalização elétrica. Primeiro estágio é o externo contando com os mesmos quatro contatos (pinos) elétricos; e o segundo estágio que é o interno, contando com oito contatos (pinos) elétricos. Observar que partir deste estágio interno toda a pinagem, todas as sinalizações elétricas e todas as transferências internas serão aproveitados na íntegra, isto caso as transferências de dados estejam ocorrendo entre os dispositivos que suportem a vs. 3.0.
Mais detalhes e informações sobre os conectores (macho/fêmea, A e B) para o bus USB na vs.3.0; sobre as pinagens dos mesmos, e principalmente, sobre toda a sinalização elétrica utilizada nesta vs. 3.0 você vê na imagem abaixo – e também neste link abaixo.





Nesta vs. 3.0 do USB, os conectores e o respectivos cabos utilizam 9 pinos e 9 fios (imagem acima) para as sinalizações elétricas, sendo que 4 fios condutores são para o tráfego de dados. Aqui, no USB vs. 3.0, 2 fios são para as transmissões (fios StdA_SSTX- e StdA_SSTX+) e 2 fios para as recepções (fios StdA_SSRX- e StdA_SSRX+); mais os 4 fios para o USB 2.0 (para efeito de compatibilidade), e 1 fio para a sinalização de referência “0” (zero), o sinal Terra. Mais informações neste link acima.

Modo USB Powered do USB
Este termo USB Powered (ou USB energizado) diz que a alimentação do dispositivo conectado na máquina ou num hub USB, será feita pelo próprio cabo deste dispositivo. Neste caso o dispositivo em questão não precisará da fonte de alimentação externa, contudo, um hub USB que disponibilize mais de quatro portas deve ter a sua fonte de alimentação externa.

Suporte aos dispositivos
Na interface do USB propriamente dita, criada pela Intel e embutida na placa-mãe ou numa placa de expansão, só pode ser conectados dois dispositivos USB (quando há duas portas USB), e não 127 diretamente como muitos pensam.
Para conectar 20 dispositivos USB, por exemplo, deve-se conectar – nas duas interfaces ou portas USB da placa mãe (na traseira do computador) – dois hubs USB de 10 portas cada totalizando-se assim as 20 saídas (ou 20 portas) USB. Nesses dois hubs USB pode-se conectar agora – em forma de cascata – mais dois hub USB de 10 portas cada, totalizando 38 portas.
De cascata em cascata, chega-se à utilizar até 254 dispositivos USB. Para os micros que não possuem saídas USB já existem placas PCI para o upgrade do USB. Também já existem adaptadores para se conectar, por exemplo, equipamentos que exijam portas paralelas (ou seriais), mas que os computadores só possuem portas USB.
Para ver a enorme quantidade de dispositivos que fazem uso das portas USB e Firewire, basta acessar os links abaixo e, ou então, digite no google: usb (ou firewire) e dê Enter, na janela do google clique na guia Imagens ou em Imagens de usb:



>Bus FireWire (ou IEEE1394 para sistemas Windows)
O barramento FireWire – na sua versão mais lenta –, opera com largura de 8 bits (1 Byte), na freqüência de clock de 12,5 MHz e com taxas transferências de dados numa velocidade de 100 Mbps ou 12,5 MB/ps (1Byte x 12,5 MHz=12,5 MB x 8 bits=100 Mbps).
Assim, 12,5 MHz (binários) x 1Byte=12,5 Mbytes x 8 bits (1 Byte)=100 Mb (binários) por segundo de operação na freqüência de clock de 12,5 MHz. Agora, 100 Mb ÷ 12,5 MHz= 8 Mb (1 MB) por MHertz ou Mciclo de clock de sua freqüência de operação. Portanto, 12,5 MHz x 1 Byte x 8 bits=100 Mb ÷ 1 ciclo/segundo= 100 Mb por  segundo. Para as versões mais rápidas e diferenças entre Fireware e USB, veja mais informações nesta tabela abaixo.




O barramento FireWire – na sua versão mais rápida –, opera com  largura de 16 bits (2 Bytes), na freqüência de clock de 200 MHz (50 x4) e com taxas transferências de dados numa velocidade de 3.200 Mbps ou 400 MB/ps (2 Bytes x 200 MHz=400 MB x 8 bits=3.200 Mbps).
Mais informações e detalhes sobre os conectores e cabos FireWire (1394 para Windows) você encontra neste link abaixo:


Por: Jkbyte