terça-feira, 7 de agosto de 2012


Processador Fraco e Fervendo

PCs Plus da Positivo

Solução para 755/1155/1156/1366

Nas grandes magazines do Brasil encontram-se para quem quiser comprar PCs da Positivo – os modelos Plus –, PCs estes com configuração bem fraca, principalmente no que se refere ao processamento de dados.
Como exemplo, veja abaixo a configuração de um modelo que serviu como base para esta matéria – a configuração é a seguinte:

Placa-mãe....,.......: Positivo POS-VVCN896BD

Processador.........: CPU         WinChip 5R, EstherVia c7-D 1800 Mhz – Multiplicador 9 x 200

Memória DDR2..: 1 GB DDR2 – 800 MHz – Clock real 400 MHz

Vídeo onboard....: Adaptador gráfico           VIA Chrome9 HC Integrated

HD (Hard Disk)..: Seagate de 250 GB – Buffer de 8 MB apenas

Mais memória:
Em termos de armazenamento temporário que é feito pelos chips de memória SDRAM do módulo de memória DDR2 de 1 GB operando a 800 MHz. Aqui pode-se fazer um upgrade na memória para 3 GB (1 GB + 2 GB) ou 4 GB (2 GB + 2 GB=). Com toda certeza o PC ficará bem mais rápido – será que fica?




Espaço suficiente:
Em termos de armazenamento permanente que é feito pelo HD de 250 GB e com tamanho da memória buffer de 8 MB, até que está de bom tamanho. Aqui o espaço de 250 GB é mais que suficiente para a grande maioria dos usuários domésticos, caso o PC não seja usado para instalar jogos ou baixar muitos vídeos.

Processamento insuficiente:
Agora, em termos de processamentos de dados binários que serão lidos e escritos na memória SDRAM DDR2 de 1 GB apenas, e na mídia do HD. Aqui está o grande problema.
Como este modelo de processador é bem fraco – bota fraco nisso – aumentando-se a capacidade de armazenamento da memória SDRAM a velocidade das leituras/escritas na memória RAM que será feita pelo fraco processador, resultará em pouco ganho.
Muito menos ganho ainda será obtido quando as leituras/escritas forem feitas diretamente na mídia do HD para, em seguida, serem escritas na memória SDRAM.
Além de ser fraco para processar dados binários, este processador esquenta demais – na verdade ele ferve –, e esquentando demais o PC pode se tornar lento. E para piorar a situação seu dissipador de calor é bem pequeno e, respectivamente, também o cooler que refrigera o dissipador é pequeno.
Desta forma, depois de três horas de uso contínuo a temperatura do processador passa facilmente dos 60 graus, e de sete horas (ou mais) de uso contínuo a temperatura do processador passa facilmente dos 70 graus.
A situação torna-se mais crítica ainda com mais de seis meses de uso, isto porque tanto o cooler como o dissipador de calor fica cheio de sujeira, principalmente poeiras, com isto, a refrigeração do processador fica seriamente comprometida.

OBS:
Este modelo de processador é do tipo onboard, ou seja, está integrado na própria placa-mãe, portanto, o usuário fica impossibilitado de fazer um upgrade da CPU.

Solução para o problema
Para mais detalhes sobre esta solução que está descrita em detalhes abaixo, veja as imagens acima – exaustor e cooler. Já o campo na cor verde da imagem acima se refere ao suporte de metal para manter o cooler na posição horizontal.




Portanto, para solucionar este problema de superaquecimento (como bem mostra a imagem acima) o jeito foi usar dois coolers, um fazendo a função de exaustor retirando toda a poeira e o calor gerado dentro do gabinete para fora via parte traseira do gabinete.
Já o outro cooler fazendo a função de ventoinha, ou seja, direcionando todo o ar captado por ele para o pequeno cooler e dissipador de calor do processador.
Este segundo cooler, além de direcionar o ar para o pequeno cooler e dissipador de calor do processador, também refrigera toda a área em volta do processador, principalmente o dissipador de calor do Chipset North bridge (chip ponte norte com códigos de instruções integradas).
Ele também refrigera módulos de memória, os capacitores e transistores de média potência que fazem parte do circuito PWM (Pulse Width Modulation ou Modulação por largura de pulso – circuito modulador de tensão no modo chaveado).
Veja nesta imagem acima o resultado positivo desta solução – capturado no EVEREST versão 5.50. Nesta imagem acima vemos que a temperatura da placa-mãe estava a 22 graus, e em seguida, do CPU Diodo (diodo sensor integrado no processador) estava a 41 graus.

Solução para 755/1155/1156/1366
Esta solução também  pode ser aproveitada para melhorar o sistema de refrigeração de processador que utilizam de sockets 755, 1155, 1156 e 1366 (modelos de processadores da Intel), como também com os modelos de processadores da AMD.
E para isto, basta inverter a posição do suporte de metal que ficará na parte superior, sobre o exaustor e aproveitando o mesmo parafuso que fixa o exaustor na parte traseira do gabinete.
O campo marcado em verde na primeira imagem acima (central) refere-se ao suporte de metal, que está na parte inferior.
Agora veja nesta imagem abaixo (da esquerda, suporte na parte superior) como fica a adaptação completa, seja para sockets 755, 1155, 1156 e 1366 (para modelos de processadores da Intel), e também, para modelos de processadores da AMD. Solução fácil de fazer e muito eficiente.




Cooler e dissipador de calor limpo
Outra ótima solução que podemos fazer para manter o cooler e o dissipador de calor do processador limpo e super refrigerado é a seguinte:
Todos os gabinetes possuem o seu respectivo duto de plástico para que o ar de fora seja direcionado para dentro do gabinete e para o cooler do processador, fazendo com que ele seja muito mais eficiente na refrigeração do dissipador.
Porém, na maioria das vezes o que é direcionado mesmo são poeiras, fazendo com que o cooler e o dissipador de calor do processador fiquem sujos muito mais facilmente.

Solucionando o problema:
Em determinadas localidade onde existe muita poeira, este duto pode mais prejudicar do que ajudar, e para resolver o problema basta colocar uma tela de malha de nylon para que a poeira pare nesta tela. Veja um exemplo na imagem acima – da direita. Já para fixar a tela de nylon no duto como mostra a imagem acima, basta tirar a segunda parte e usar cola branca para madeira. Já alguns precisam ser presos com elástico e cola branca para madeira.

                                                                                                          Por: Jkbyte

domingo, 5 de agosto de 2012



Voltar a Tela de boas-vindas do Windows XP

Usar ou não usar protetor de tela

Re-ativar a conta de Administrador


Quando o Windows XP é instalado ele carrega diretamente pela Tela de boas-vindas, tornando a inicialização do XP muito mais rápida.
Porém, muitos usuários que se acham espertinhos acessam a guia Contas de usuários (Iniciar>Painel de controle>Contas de usuário – mais detalhes nesta imagem abaixo) e altera a forma do XP ser inicializado – como se fosse inserir uma senha.
Ou seja, eles alteram a maneira como os usuários fazem o logon ou logoff, ou seja, para a opção: Use a `Troca rápida de usuário, com isto, a inicialização do XP fica mais lenta, na verdade para na primeira tela pedindo para teclar “Enter” ou digitar uma senha.
Porém, nem todos apreciam esta mudança e aí os usuários espertinhos que mexeram aonde não deviam, não sabem como voltar a Tela de boas-vindas original do XP. Se você está passando por este problema basta seguir os passos descritos abaixo:




1>Inicialmente clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone “Meus locais de rede” e escolher Propriedades;

2> Clicar com o botão direito do mouse sobre o item Conexão local e escolher Propriedades;

3> Agora clicar no botão Instalar..., selecionar o item Cliente e clicar no botão Adicionar... – caso este cliente não esteja instalado;

4> Agora – de novo – selecionar o Serviço de cliente para Netware e clicar no botão OK – aguardar –, será pedido para reiniciar o PC. Faça isto;

5> Ao reiniciar será mostrada uma guia Selecionar Logon no NetWare – clicar no botão Executar split de logon;

6> Neste ponto, novamente clicar com o botão direito do mouse sobre Meus locais de rede e escolher Propriedades, em seguida, clicar com o botão direito do mouse sobre Conexão local e escolher Propriedades;

7> Já no menu Propriedades de conexão local, selecionar o item Serviço de cliente para Netware e desmarcar esta opção – clicar no botão Sim para reiniciar o PC;

8> Aqui, novamente clicar com o botão direito do mouse sobre Meus locais de rede e escolher Propriedades, em seguida, clicar com o botão direito do mouse sobre Conexão local e escolher Propriedades;

9> Já no menu Propriedades de conexão local, selecionar o item Serviço de cliente para Netware clicar no botão Desinstalar e clicar no botão Sim para reiniciar o PC.

10> Porém aqui, Depois do PC reiniciado, clicar no menu Iniciar, escolher Painel de controle, Contas de usuários, escolher a opção Alterar a maneira como os usuários fazem o logon ou logoff, clicar no botão Cancelar, marcar a opção Use a tela de Boas-vindas e clicar no botão Definir opções.

                                                                        Por: Jkbyte


Devo ou não usar protetor de tela

No tempo dos monitores “CRT” (Cathode Ray Tube - Tubo de raios catódicos do monitor de vídeo) – acredite muitos ainda os usam –, era aconselhável usar um protetor de tela, desde que não fosse de fotos coloridas para não desgastar os pontos de fósforos elétricos. Isto ajudava em muito a economizar os fósforos que emitiam (ou emitem) as cores na tela do monitor e TVs.
Na verdade, são três pontos de fósforos com sinais elétricos (elétrons) coloridos que formam as “triads”, ou seja, conjuntos de três pontos, na cor vermelha, verde e azul (RGB, ou Red, Green e Blue – veja um exemplo na imagem abaixo).
 Esses pontos coloridos ficam “parcialmente” um sobre o outro. Ou seja, o fósforo “verde” fica sobre o fósforo “vermelho” e o fósforo “azul” fica sobre o fósforo “verde e vermelho”, respectivamente, gerando-se assim as seguintes “7” cores básicas. E, à partir dessas sete cores básicas, são formadas uma enorme quantidade de cores – algo como 16, 64, 128, 256, 16 milhões e muito mais
Vermelha, Verde, Azul, Amarela, Magenta, Ciano mais a cor Branca.




Para gerar as imagens que aparecem na tela do monitor são necessário milhares de milhões de pontos de fósforos coloridos (RGB) que geram as “7” cores básicas, os circuitos dos monitores de vídeo geram todo o espectro de cores que se pode ver à olho nu – da cor branca à cor preta.
Já no caso dos monitores LCD não se deve usar protetor de tela, deve-se configurá-los para que entre em modo de economia de energia, principalmente no caso de escritórios e indústrias onde estão instalados vários monitores. Aliás, quem fica conectado na Web o tempo todo não tem tempo de ficar vendo protetores de tela.
Veja neste site um comparativo sobre a economia de energia entre monitores com tecnologia CRT e com tecnologia LCD ( http://www.dicas-l.com.br/dicas-l/20071028.php ).

                                                                        Por: Jkbyte


Re-ativar a conta de Administrador
Por padrão a conta de Administrador fica desativada no Modo normal do Windows XP, e como sabemos, existem certas situações em que só conseguimos resolver os problemas entrando no sistema como Administrador, o qual tem controle total sob o computador.
Por isso é importante saber ativar a conta de Administrador, e para que isso aconteça basta fazer o seguinte:
Entramos no Modo seguro do sistema pressionando “F5” para o XP; ou “F8” para o Vista ou W7 – na inicialização do Windows.
Quando estamos no Modo seguro do Windows, fica mais fácil acessar a conta de Administrador. Para isto ir ao menu Iniciar>Executar>Abrir: no campo em branco digitar esta linha:  control userpasswords2
Em seguida clicar na guia “Avançado”, em “Avançado” novamente, abrir a pasta “Usuários”, clicar com o botão direito do mouse no item “Administrador”, selecionar “Propriedades” e marcar a opção: O Usuário deve alterar a senha no próximo Logon.
Também podemos chegar no mesmo lugar clicando com o botão direito do mouse, selecionar Gerenciar>Usuários e grupos locais>Usuários.
Se você quer ir pelo caminho mais difícil, basta clicar em Iniciar>Painel de controle>Ferramentas administrativas>Gerenciamento do computador> Usuários e grupos locais>Usuários.

                                                                        Por: Jkbyte


Remover programas teimosos instalados
Alguns programas são bem chatos de serem desinstalados – o antivírus Avira é um exemplo.
Esses programas teimosos não permitem que sejam desinstalados por terem arquivos deles sendo executados na memória RAM e, quando não são desinstalados por completo, não permitem que sejam reinstalados. Se você não consegue desinstalar – ou reinstalar – algum programa teimoso, siga esses passos descritos aqui:

OBS:
Antes de seguir esse passo-a-passo você deve criar um Ponto de restauração, melhor prevenir do que sofrer depois:

1> Reiniciar o sistema operacional Windows (W98, WME, W2K, WXP, WVT, W2K3, W2K8, W7 ou W8) em Modo seguro.

2> Já em Modo seguro – no caso do XP, por exemplo – clicar no menu Iniciar>em Executar> no campo Abrir: digitar services.msc e clicar no botão OK.

3> Já visualizando a janela com a lista dos “Serviços” (veja a imagem abaixo), procurar na lista de serviços (pode ter mais de 150 serviços listados) pelo programa que você deseja desativar e, em seguida, desinstalar.

4> Encontrando o programa teimoso dar dois clique no mesmo, no campo “Tipo de inicialização:” mude o tipo de inicialização para Desativado, clicar nos botões “Aplicar” e “OK”, clicar no menu Iniciar>, em seguida, Fazer Logoff.





5> Agora clicar no menu Iniciar>em Painel de controle>em Adicionar e remover programas e procurar na lista de programas instalados o programa que você deseja desinstalar.

6> Depois do programa totalmente desinstalado, abrir o “Meu computador”, clicar no “Disco local (C:)”, em “Arquivos de programas” e verificar se não ficou nenhuma pasta de instalação do respectivo programa.

7> Isto deve ser feito porque muitos programas – mesmo depois de desinstalados corretamente – eles não excluem as suas respectivas pastas de instalação da pasta Arquivos de programas, entendendo que serão instalados novamente, desta forma eles não precisarão criar a pasta novamente.

8> Muitos programas, mesmo depois de serem removidos corretamente pelo “Adicionar e remover programas” do Windows, eles deixam várias entradas no Registro do sistema. E são essas entradas que podem impedir a reinstalação do respectivo programa já que elas ficam ativas na memória RAM.

9> E para resolver o problema basta clicar no menu Iniciar>Executar (ou teclar a tecla Win+R), no campo Abrir: digitar regedit e clicar no botão OK;

10> Já visualizando o editor do Registro clicar na guia Editar>no campo Localizar: digitar o “nome” da pasta (Avira, por exemplo) do respectivo programa que deseja remover a entrada (ou entradas). Encontrando alguma entrada pode deletar sem medo, em seguida, teclar “F3” para encontrar novas entradas caso existam, encontrando-as, removê-las por completo.

                                                                        Por: Jkbyte


Remover programas no Modo seguro com prompt
Usando o “Modo seguro do Windows (TODOS)” podemos resolver muitos problemas que ocorrem no PC (problemas ligados ao HD interno, externo, Pendrive, drivers em conflitos) e, principalmente, como o Windows (arquivos com referencia cruzadas, arquivos corrompidos, excluídos, etc.).
Aliás, a verdadeira função do Modo seguro do Windows – principalmente o Modo seguro com rede, quando podemos navegar na Internet – é a de corrigir problemas. Eu mesmo já resolvi muitos conflitos relacionados com drivers de dispositivos e arquivos de programas instalados incorretamente, especialmente no que se refere â drivers de som.
Como um exemplo, caso algum programa (ou driver) esteja causando algum tipo de conflito com programas (ou recursos) do XP e o mesmo não carrega em Modo normal – ou carrega, mas de forma muito problemática – e carrega normalmente em Modo seguro com prompt de comando, por exemplo.
É neste modo que podemos resolver – ou remover – o programa ou o driver conflitante. E também, resolver outros problemas relacionados com vírus ou backup de dados caso o sistema carregue em Modo seguro. E para isto basta seguir os passos:

1> Reiniciar o PC e ficar teclando a tecla “F5” (para o XP, já para o Vista e W7 usar a tecla “F8”) seguidamente, até que apareça na tela as seguintes opções:
Modo seguro, Modo seguro com rede, Modo seguro com prompt de comando. De preferência selecionar a terceira opção e teclar (Enter) duas vezes.
2> Neste ponto – na verdade nesta tela preta com caracteres na cor branca – podemos recuperar o Windows e outras informações, para isto basta selecionar “Modo de depuração”. Caso esta opção não resolva o problema, usar a opção “Última configuração válida”.
3> Aqui, já visualizando a tela do "Modo seguro com prompt de comando", digitar esta linha de comando: appwiz.cpl e teclar (Enter).
4> Pode-se também, pelo “Modo seguro com prompt de comando”, resolver problemas que estejam ocorrendo no Registro do XP. Para isto basta digitar regedit e teclar (Enter), porém, deve-se saber o que se está fazendo no Registro para não deixar pior do que estava.
5> Mais ainda, se você teclar Ctr+Alt+Delete abrirá o “Gerenciador de tarefas” do Windows. Agora, clicando no botão "Nova tarefa..." e no campo Abrir: digitar Explorer e clicar no botão OK, será mostrada a área de trabalho do Windows em Modo seguro e, nela, podemos fazer muita coisa, tais como:
Salvar os dados num Pen, numa segunda partição no mesmo HD (com ou sem sistema instalado, apenas formatado) ou num HD externo; restaurar o sistema mais cedo, usar o shkdsk /v/x/f/r no Windows, etc.

                                                                                   Por: Jkbyte

Limpar .DLL não usadas no Windows
Os sistemas Windows – principalmente o XP – para efeito de proteção de seus arquivos de sistema, usam um sistema de proteção de arquivos chamado de WFP (Windows File Protection – Proteção para os arquivos do Windows). De modo que, se algum arquivo de sistema que usa a extensão .dll (Dynamic Link Library) for substituído por outro de forma não autorizada por algum programa – seja malicioso ou não –, o Windows recupera a versão anterior do respectivo arquivo.
Mas, para poder fazer isto a extensão .dll (ou *dlls) fica armazenada em cachê. Até aqui, uma .dll apenas não incomoda ninguém, ou seja, não é criado um arquivo grande para somente armazenar .dll.
Porém, todas as (.dll) de outros arquivos do próprio sistema e de programas também, estes instalados no Windows, ficam armazenados na pasta “dllcache”, pasta esta que que se encontra na pasta “C:\Windows\System32\”.
E isto toma alguns bons MB (MegaBytes) do disco rígido, sem contar que ele – o Windows – pode ter queda de desempenho ao ficar procurando por uma “dll” que ele vai usar no meio de tantas “dll” armazenadas na pasta “dllcache”.
Aqui está a dica do que pode ser feito para que as “dll” não tomem tanto espaço no HD
1> Clicar no menu Iniciar, em Executar e no campo Abrir: digitar (sem as aspas) esta linha: "sfc /cachesize=30" onde o valor “30” é a quantidade em MB (MegaBytes) que você deseja reservar para o cache do Windows – 30 MB está de bom tamanho;
2> Agora podemos eliminar todas as estensões .dll armazenados na pasta “dllcache”, para que não fique tomando espaço desnecessário no HD. Para isso basta digitar (novamente sem as aspas) no Executar>Abrir: "sfc /purgecache";
3> Você vai notar uma intensa atividade no HD, e isto significa que uma infinidade de extensões .dll estão sendo deletados da pasta dllcache;
4> Não se preocupem, se mais tarde o Windows precisar de alguma (.dll) e não a encontrar na pasta “dllcache”, ele procurará no seu próprio banco de dados, caso não a encontre, pedirá que você insira o CD de instalação do Windows – do XP, por exemplo – e o encontrará no CD automaticamente.

*DLL (Dynamic Link Library)
Este termo se refere a biblioteca de extensão .dll para serem usados com os arquivos do Windows (todos) e com arquivos dos programas instalados no Windows.
Um único programa instalado no Windows, por exemplo, quando está sendo executado na memória RAM pode usar várias .DLLs diferentes, sendo que, essas mesmas .DLLs também podem ser usadas por outros programas ao mesmo tempo. Desta forma, resulta num menor espaço no HD e principalmente na memória RAM, já que uma (ou várias) .dll servem para todos os programas.
                                                                                   Por: Jkbyte


Gerando símbolos (ou caracteres) especiais
Em determinados momentos pode ser preciso inserir alguns símbolos especiais num texto, e para quem nunca fez pode parecer um bicho de sete cabeças.
Para gerar símbolos especiais ou outros caracteres especiais – usando o teclado numérico – basta que você faça o seguinte:
1> Primeiramente teclar “Num Lock” e manter a tecla “Alt” pressionada e digitar no teclado numérico um conjunto de números;
2> Um exemplo: com a tecla “Num Lock” ativada, teclar e segurar pressionada a tecla “Alt” e digitar o número “246” e soltar a tecla “Alt”, será inserido (no MSWord por exemplo) este símbolo (caractere) ÷ ;
3> Já para gerar outro símbolo, este §, por exemplo: basta manter a tecla “Alt” pressionada e digitar “789” e soltar a tecla Alt, será gerado o símbolo (caractere) § ;
4> Agora, teclar e segurar pressionada a tecla “Alt” e digitar o número “146” e soltar a tecla “Alt”, será inserido (no MSWord por exemplo) este símbolo (caractere) Æ ;
Nota:
Pode-se visualizar o Mapa completo dos símbolos e caracteres indo ao menu “Iniciar>Todos os programas>Acessórios>Ferramentas do sistema>Mapa de caracteres”.
                                                                                   Por: Jkbyte

Melhorar a qualidade dos vídeos gravados
Para melhorar a qualidade de um filme gravado num DVD (cópia), basta fazer o seguinte:
1> Gravar um filme do DVD original (ou não) para o HD usando o programa "DVD Decrypter". E aconselhável instalar este programa no momento em que se vai copiar o filme – antes, porém, anote o local onde o filme será gravado;

2> Em seguida, fazer Logoff no sistema e criar uma imagem ISO do filme já gravado no HD;

3> Para isto usar o programa DVD Shrink, que, depois de aberto acessar a guia “Open Files” e procurar pela imagem do filme que foi copiada para o Disco local (C) ou numa outra pasta escolhida pelo usuário;

4> Depois da análise feita pelo Shrink clicar na opção “Backup”, no campo “Select Backup Target” seleciona a opção “ISO Image File” e clicar no botão OK e aguardar...;

5> Agora reiniciar a máquina e gravar a imagem ISO (criada com o DVD Sherink) numa mídia de DVD virgem. Para isto, executar um programa como o Nero StartSmart na versão 6 ou superior (prefiro a v.7) e usar a opção “Gravar imagem no disco”.

                                                                              Por: jkbyte

O que significa a palavra Informática
No que se refere ao termo Informática (Informatic), esta palavra surgiu em 1962 na França, que é junção das palavras (do Inglês) Information Automatic, ou seja, Informação Automática. Como se sabe tudo que diz respeito à “Informação” – principalmente no mundo moderno e tecnológico de hoje – está ligado diretamente com a “Informática”.
A informática é uma ciência do passado, do presente e do futuro, que gera, manipula e organiza a informação de forma automática, direta e simplificada – esteja ela onde estiver. Quando alguém diz: “Vou estudar informática para trabalhar com computadores (manipulá-los)”, tem muito a ver com a computação. Já que trabalhar com a informação e organizá-la, será preciso conhecer computação, pois sem computação não há informação e sem informação não há computação.
Portanto, estudar “Informática” (a ciência da informação) é a mesma coisa que estudar “computação” (ciência ligada à informação).

                                                                                   Por: Jkbyte

Formatar Pendrive em FAT/NTFS
É sabido que, por padrão e no Windows, não nos é permitido formatar o Pendrive usando o sistema de arquivos NTFS (New Tecnology Files System – Sistema de arquivos com nova tecnologia), somente no sistema de arquivos FAT32 (File Allocation Table 32 bits – Tabela para alocação de arquivos).
No entanto, o sistema FAT32 não permite armazenar arquivos com tamanho grande, devido a limitação nativa do FAT32 que só suporta arquivos com tamanho máximo de 4 GB (4294967296 bytes). Apesar disso, podemos mudar a formatação do Pendrive que está no formato de arquivos FAT32 bits, por exemplo, para o formato de arquivos NTFS.
E para que isto possa ser feito basta fazer a conversão do formato de arquivos do Pendrive que está em FAT32 bits usando a seguinte linha de comandos abaixo – numa janela do MS-DOS:

convert X: /FS:NTFS /NoSecurity  e teclar (Enter) ou simplesmente...

convert X: /FS:NTFS

Observar que aqui, a letra “X” corresponde a unidade onde o Pendrive está conectado no PC, depois de alguns minutos o seu Pen já estará com o sistema de arquivos NTFS.
Como alternativa a dica acima, você pode usar o ÓTIMO gerenciador de partições GParted (para sistema de arquivos para Linux, Windows e outros) e, ou então o Partition Wizard, que rodam direto a partir de um CD LiveCD. Com esses dois ótimos programas gerenciadores de partições podemos deletar, criar, redimansionar (dividir a partição) e formatar a partição (ou as partições) de discos rígidos nos mais diversos formatos de arquivos.

                                                                             Por: Jkbyte

Ativar o recurso Areo do Vista e Seven pelo Registro

Para ativar o recurso gráfico “Aero” encontrado no Windows Vista e Seven, via Registro do Windows, basta acompanhar as dicas nos passos descritos abaixo, mas, dependendo da configuração do hardware do PC, ele pode ficar bem lento nas aberturas dos menus:

1> Inicialmente acessar a chave do Registro: HKEY_Current_User/Software/Microsoft/Windows/DWM (Forçar a exibição do Vista Glass em PCs com DirectX 9c). Clicar com o botão esquerdo do mouse no item Editar/Localizar; no campo Localizar digitar Composition e clicar no botão Localizar Próxima.

2> Em seguida, dar clique duplo e inserir o valor “1”. Faça o mesmo com a opção CompositionPolicy. Em seguida, teclar “F3” para encontrar outras entradas iguais e inserir o valor em “1”HKEY_Current_User/Software/Microsoft/Windows/DWM (Aumentar o número de janelas do FLIP 3D).

3> Clicar com o botão esquerdo do mouse na chave de nome “DWM”, na janela da direita clicar com o botão direito e selecionar a opção Valor DWORD (32 bits) e renomear para “Max3DWindows” (caso não exista). Em seguida, dar clique duplo em “Max3DWindows” inserir um valor de 1 a 10 (o valor padrão é 3).

4> Aqui, nesta chave HKEY_Local_Machine/Software/Microsoft/Windows/DWM (Vista com interface AERO para PCs sem placa de vídeo). Clicar com o botão esquerdo do mouse na chave de nome “DWM”, na janela da direita clicar com o botão direito e selecionar a opção Valor DWORD (32 bits) e renomear para “EnableMachineCheck” (caso não exista).

5> Em seguida dar clique duplo em “EnableMachineCheck” inserir um valor de 2. Agora, na chave HKEY_Local_Machine/Software/Microsoft/Windows/DWM (Resolva problemas de lentidão na interface AERO). Clicar com o botão esquerdo do mouse na chave de nome “DWM”, na janela da direita clicar com o botão direito e selecionar a opção Valor DWORD (32 bits) e renomear para “AnimationsShiftKey” (caso não exista). Em seguida dar clique duplo em “AnimationsShiftKey” inserir um valor de 1.

                                                                             Por: Jkbyte

quinta-feira, 26 de julho de 2012


Manter o PC ligado sempre – Ou Desligar sempre!
Eis a questão!


PCs Ligados sempre, mais consumo de energia

Sempre bati na mesma tecla – e vou continuar batendo –, e pelo seguinte: Usuários de PCs (inclusive os técnicos mechânicos) que não conhecem eletricidade e principalmente a eletrônica analógica dos componentes que formam os PCs, tais como:
Transistores, capacitores (eletrolíticos, tântalos e sólidos), diodos, cristais, varistores, CIs (Circuit Integrados), resistores, LEDs, Supressores, bobinas, e muitos outros. Portanto, se não conhecem a eletricidade e a eletrônica dos PCs, eles não entendem nada do hardware dos PCs.




Se você quer ver imagens sobre componentes e tudo que estiver ligado à eles basta digitar no Google o nome de um componente – transistor, por exemplo –, basta clicar no link “Imagens de transistor” (veja a imagem acima).
Vejamos aqui alguns detalhes que devem ser observados e, com muita atenção, com relação a saúde dos PCs e dos usuários que os utilizam no dia-a-dia.
Pode-se deixar os PCs ligados 24 horas por dia, e até semanas ligados – e até mesmo meses. PORÉM, eles devem estar conectados a um bom sistema de aterramento elétrico, a um ótimo estabilizador de tensão modelo de 1 KVA (1000VA) no mínimo e, no mínimo também, a um Nobreak de 1 KVA. Mais informações sobre estabilizadores e nobreaks no link abaixo.


1> Eletricidade e aterramento
Com relação a eletricidade que alimenta o PC, esta deve ser de boa qualidade, ou seja, como mostra a imagem abaixo, a tomada onde se ligará o filtro, o estabilizador ou o no-break e, principalmente, onde se ligará o PC diretamente caso não exista o filtro, estabilizador ou menos ainda o no-break, deve estar corretamente aterrada com a haste de cobre de 2,40 cm de comprimento. Mais informações sobre hastes de cobre ou hastes para aterramento elétrico, neste link abaixo.


E falando tecnicamente, isto é mais que obrigatório. Mais obrigatório ainda quando se mora numa chácara onde a incidência de raios (descargas atmosféricas) é maior – veja no final desta matéria um sistema de aterramento elétrico para chácaras, sítios, etc.




2> Eletrônica analógica
A eletrônica analógica esta ligada diretamente aos componentes eletrônicos que encontramos nos filtros de linha (e os ótimos modelos de filtros contam com dois fusíveis já na entrada, com varistores, capacitores, bobinas indutoras – veja na imagem abaixo um modelo exemplo); componentes estes que encontramos nos estabilizadores, nobreaks, na fonte de alimentação do PC, nas Placas-mãe, CPUs, Memórias, HDs, Placas gráficas, Placas de som, Placas de rede, Drives leitores/gravadores de CD/DVD, e outros periféricos que são conectados na placa-mãe.

3> Componentes do hardware
Esses componentes eletrônicos são: Capacitores, Transistores, Varistores (VCR), Diodos, Baterias, Bobinas (Indutores em espiral), Cristais, Resistores, Válvulas eletrônicas, Trafo (autotransforamdor de tensão). As fonte dos PCs podem contar com dois, três (ou mais) Trafos, um que gera à partir da tensão de 115/220 v) a tensão de +12 v; um que gera (à partir da tensão de +12 v) a tensão +5 v; e um terceiro que gera (à partir da tensão de +5 v) a tensão de +3.3v); PCB (Print Circuit Board – Placa para circuito impresso) e inúmeros outros componentes necessários.




4> Hardware estável
E é exatamente aqui, nos componentes eletrônicos do filtro, do estabilizador e, ou do nobreak, e da fonte do PC – QUANDO ATERRADOS –, que está o segredo de um PC mais rápido, mais estável e que não dá problemas. Caso não contem com estes requisitos, teremos um PC com problemas, instável e com péssimo desempenho. Como exemplo real disso, as ÓTIMAS placas-mãe modernas como as da Asus e Gigabyte, por exemplo, só usam “capacitores” sólidos (imagem abaixo, direita), por serem componentes de qualidade muito superior aos capacitores eletrolíticos (imagem abaixo, esquerda),

5> Pronto para uso
Os componentes eletroeletrônicos que formam os dispositivos dos PCs, especialmente a fonte de alimentação, placas-mãe, HDs, CPUs e memórias, funcionam do mesmo modo que os componentes dos carros atuais – que também utilizam muitos componentes eletrônicos.

6> Como exemplo, quando se liga o carro não quer dizer que – imediatamente – o carro está pronto para sair a 100 Km (Quilômetros) por hora. Primeiro será preciso fazer com que a mecânica e os “componentes” do carro sejam preparados (inicializados e aquecido) para alguns minutos depois (digamos de 1 à 3 minutos, 60 a 180 segundos) estar 100 % pronto para poder sair rodando a 1, 10 ou a 100 Km por hora.




7> PC ligado ou desligado
No caso dos PCs, caso eles estejam desligados à mais de “duas horas”, por exemplo, para que eles estejam completamente prontos para rodar o sistema operacional e os respectivos programas instalados, deve-se ligá-los e deixar que o sistema carregue normalmente até o final. Ou seja, aguardar de 1 a 3 minutos para poder usá-los. E dependendo do hardware dos mesmos – PCs com pouca memória, com processador fraco e HD lerdo – isto pode mais tempo ainda.

8> Como um exemplo da influência do HD, por exemplo, na velocidade no carregamento do Windows, basta conferir no link baixo. Observar neste vídeo do link abaixo que o HD SATA (esquerda) é de 500 GB e o HD SSD (direita) e de apenas 40 GB. Portanto, capacidade do HD não influi na velocidade do mesmo.


9> Detectando o hardware
Depois do sistema operacional completamente carregado na memória, deve-se – depois de um a três – reiniciá-lo, principalmente se é a primeira vez que ele é ligado e o PC desconhece os equipamentos que estão (ou que serão) ligados nele, tais como: Teclado, mouse, monitor, impressora, dispositivos USB, rede, som, etc. Depois de ter feito isto, aí sim, o PC está 100 % pronto para uso, já que ele detectou e registrou todos os equipamentos ligados nele. E isto pode levar de 60 à 180 segundos (1 a 3 minutos).

10> Vida útil e curta dos PCs
Nunca se deve ligar o PC, usá-lo por uns 60 minutos (1 hora), por exemplo, e em seguida desligá-lo para, logo depois – digamos 90 minutos (1 hora e meia) – ligá-lo novamente. Fazendo isto a vida útil dos componentes do PC, principalmente componentes da fonte de alimentação, da placa-mãe, dos módulos de memória e do HD, terão vida útil bem curta.

11> E falando em vida útil dos componentes eletrônicos do PC, esta vida será muito mais longa caso a fonte do PC esteja recebendo energia de um bom estabilizador ou de um nobreak e estes estejam devidamente aterrados. Além disso, com o aterramento elétrico o PC estará protegido contra surtos de tensão, o usuário estará livre de choques e resultará numa maior economia de energia.

Malhas para Casa, PC e Para-raio.
Nunca ligar o fio terra do computador (ou de outro dispositivo qualquer que necessita de um bom sistema de aterramento elétrico) na “malha” de aterramento, malha esta utilizada para as descargas de para-raio (veja a imagem abaixo como deve feito). Observar ainda nesta imagem que o dispositivo captador de raios deverá ficar, no mínimo, a três metros acima do nível da casa, do nível de antenas de TV, PABX, ou qualquer outro tipo de dispositivo instalado numa residência e que esteja energizado o tempo todo.

Distâncias entre as malhas
Tanto o computador como a casa (que possua chuveiros, geladeiras, máquinas de lavar roupas, etc.), deverá ter a sua própria malha de terra e independentes da malha de aterramento para o para-raio – como bem mostra a imagem abaixo.




Distâncias mínima entre malhas
Já a distância mínima entre a “malha” do PC e a “malha” da casa deverá ser de 5 metros, e de 10 a 20 metros entre a malha do para-raio e outras malhas instaladas no mesmo imóvel. Caso isto não seja obedecido, a malha do computador (ou da casa) captará – via condução por terra, principalmente quando a terra está molhada por chuvas – parte das descargas que chegam até a malha do para-raio (captada pelo para-raio), e levará para o computador (ou para os dispositivos da casa), danificando-os ou queimando-os completamente.

Nada de obstáculos no caminho
Outro detalhe que se pode observar nesta imagem acima, é que o cabo que desce do captador de raios deve seguir – de preferência – uma linha reta, para que não haja obstáculos (dobras, por exemplo) bloqueando o percurso por onde as descargas passarão. Isto é preciso, pois as descargas atmosféricas procuram o caminho mais curto e mais reto/direto também, para que se possa concluir seu ciclo da descarga.

Diferença de Potencial Elétrico
No que se refere às hastes de cobre utilizadas para o aterramento elétrico contra as descargas atmosféricas (raios – veja a imagem abaixo, esquerda), estas são padronizadas com os respectivos comprimentos e espessuras de diâmetros ( http://www.faraday.srv.br/prod_bas003.htm ). Observar na imagem abaixo (direita) que o cabo condutor para o aterramento elétrico conta com dobras, o que é errado, isto porque as descargas chegam até o para-raio em alta velocidade, com alta capacidade de tensão e amperagem.

Nota: Segundo o engenheiro Alexandre Capelli, em sua ótima matéria (veja no segundo link abaixo) ele escreve o seguinte: “Apenas como comparativo, uma piscada do olho humano dura em média 100 ms, portanto, quando damos uma única piscada, há tempo suficiente para a ocorrência de 500 raios: 1 piscada = 100m/s / 200 µs = 500 raios.






Haste Copperweld Bitóla 5/8" x 2,40 m
E uma dessas padronizações (padronização Haste tipo Copperweld Bitóla 5/8" x 2,40 m. ou 240 cm.) especifica que, para cada diferença de potencial elétrico de “1 Volt e 1 Ampere gera 1 Watt de potência elétrica (1 v x 1 v=1 w), haverá 1 cm. (10 mm.) de diâmetro para dar vazão (saída) para esta diferença de potencial elétrica de “1 Watt” de potência elétrica consumida em 1 segundo de tempo. Portanto, 240V x 240A x 240cm=57.600W.
E as padronizações dessas hastes de cobre podem ter as seguintes medidas:

Haste tipo Copperweld Bitóla 5/8" x 2,40 m;
Haste tipo Copperweld Bitóla 5/8" x 3,00 m;
Haste tipo Copperweld Bitóla 3/4" x 2,40 m;
Haste tipo Copperweld Bitóla 3/4" x 3,00 m.


Dois sistemas elétricos
Portanto, caso ocorra uma diferença de potencial de 240 Amperes e 1000 Volts – numa rede elétrica de 220 volts – numa determinada residência, por exemplo. A referida haste de cobre já estará suportando o máximo de sua capacidade em corrente, dissipando uma potência elétrica de 240 KW (240.000 Watts), por segundo.
Sendo assim, caso esta residência conte com dois sistemas elétricos instalados (dois relógios medidor de energia), deve-se também contar com dois sistemas de aterramento, sendo um independente do outro. Isto é, a distância entre as duas hastes de cobre não deve ser inferior à 2,40 metros (240 cm ÷ 4=60 cm=60 Hertz).

Como operam as Haste de cobre
Só para se ter uma idéia da extensão das descargas elétricas, as hastes de cobre padronizadas no Brasil (são quatro padrões), e conhecidas por hastes CopperWeld (algo como Ligar na haste de cobre), e uma dessas quatro é muito utilizada pelas companhias de redes elétricas. Este tipo de haste possui um comprimento padrão de 2,40 metros (240 cm.), por um cm. (10 mm.) de espessura.
Isto quer dizer que – teoricamente – essas hastes suportam descargas elétricas (diferença de potencial elétrico) mínima de 1 volt x 1 ampere=1 Watt por 1 cm. (10 mm.) de comprimento e por 1 cm. (10 mm.) de espessura, e à cada segundo.
Também teoricamente, essas hastes devem suportar descargas elétricas máximas de 240 volts x 240 Amperes=57.600 Watts pelos 240 cm. de comprimento por 1 cm. de espessura, num tempo de 1 segundo apenas.
Neste contexto então, em 1 minuto (60 segundos) serão 3.456.000 Watts de potência elétrica dissipada ou consumida (240 volts x 240 Amperes x 60=).




Para uma alta descarga, digamos de 1000 volts acompanhados com uma corrente de 1000 A, por exemplo, teoricamente seria necessária uma haste de cobre de 10 metros (1.000 cm.) de comprimento por 1 cm. (10 mm.) de espessura. E, ou então, utiliza-se uma haste de 2,40 m. (240 cm.) de comprimento por 4 cm. (40 mm.) de espessura, aproximadamente.

Parar a velocidade das descargas
Lembrando ainda que as descargas atmosféricas (raios) ocorrem com cargas de tensões mínimas/máximas de “? volts”, com correntes mínimas/máximas de “? Amperes“, portanto, gerando potências elétricas de “? Watts” (V x A=W), e com freqüências de pico de 1 bilhão (1 GHz) ou mais de Hertz por segundo. E nada consegue parar a alta velocidade, a alta intensidade e as altas potências das descargas elétricas atmosféricas por segundo.

Surtos de tensão
Já com relação aos surtos de tensão normais que ocorrem com muita freqüência – e diariamente –, nas redes de energia elétrica residenciais, por exemplo, estes atingem correntes de, no mínimo 5 A. A incidência é ainda maior em prédios onde há muitos chuveiros e outros dispositivos geradores de surtos elétricos, como motores elétricos são exemplos.
Contudo, estes surtos de tensão podem ocorrer em questão de milésimos de segundos (1 ÷ 1.000.000=0,000001), ou ainda, em bilionésimos de segundos (1 ÷ 1.000.000.000=0,000.000.001). Principalmente quando os surtos são gerados por descargas de raios e que atingem a rede elétrica – veja esta imagem acima e respectivo link abaixo.


                                                                                               Por...: Jkbyte