quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Qual é mais rápido: Intel Core i7 930X ou Phenom II X6 ?

Enquanto o Phenom II X6 1090T opera com 6 (seis) núcleos para o processamentos de dados, o Intel Core i7 930X opera com 4 (quatro) núcleos. Se atentarmos para este link ( http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Teste-do-Processador-Phenom-II-X6-1090T/1969/2 ) veremos que o “Phenom II X6 1090T” – em termos de tecnologias que influem diretamente no desempenho do processador – é mais rápido que “Core I7 980X” (também operando 6 núcleos). Portanto, mais rápido ainda que o “Core I7 930X” que opera com 4 (quatro) núcleos ( http://ark.intel.com/Product.aspx?id=41447 ). E o preço do Phenom II X6 1090T – mesmo sendo em dólares – é muito mais convidativo que o preço do Core I7 980X. Vejamos aqui alguns detalhes técnicos encontrado nestes dois modelos de processadores e que fazem a diferença no quesito desempenho dos mesmos:
>Core i7-980X
Núcleos, 6; HTT, Sim; Clock núclo, 3.33 GHz; Clock Turbo, 3.6 GHz; QPI/DMI/HTT (bus) opera com taxas de 6.4 GB/s; Clock base para efeito dos multiplicadores (25), 133 MHz; Tecnologia de fabricação, 32 nanômetros; Potência energética dissipada, 130 Watts; Pinagem do soquete, 1366.
>Phenom II X6 1090T
Núcleos, 6; HTT, Não (é tecnologia da Intel); Clock núclo, 3.20 GHz; Clock Turbo, 3.60 GHz; QPI/DMI/HT (bus) opera com taxas de “8 GB/s”; Clock base para efeito dos multiplicadores (16), 200 MHz; Tecnologia de fabricação, 45 nanômetros; Potência energética dissipada, 140 Watts; Pinagem do soquete, AM3.
Nota: Sobre as tecnologias QPI (QuickPath Interconnect ou algo como Caminho com Interconexão rápida); DMI (Direct Memory Interface – Interface direta com a memória) e HTT (Hyper Threading Tecnology – termo técnico que se refere a um (ou mais) processador lógico integrado no chip principal, no caso de processadores da Intel), ver as seguintes imagens nos links abaixo.
                                                                                                                         Por: Jkbyte

Windows XP não reconhece HD no PC origem

Primeiramente lembramos aqui que NINGUÉM formata o HD, o PC e muito menos a CPU, como os usuários técnicos, os não técnicos e os professores de hardware costumam dizer. Isto porque o HD (Hard Disk) é o componente (disco rígido) em si – é a peça completa, ou seja, é a memória para o armazenamento permanente de TODOS os dados –, o que se formata na verdade é a mídia magnética (como se formata uma mídia magnética de um CD-RW ou DVD-RW) existente no interior do HD; PC (Personal Computer) é o computador pessoal completo, devidamente montado com a respectiva fonte, placa-mãe, processador, memória, HD, placa de vídeo (PCs antigos), placa gráfica (PCs modernos) e drive leitor/gravador de CD/DVD. Já a CPU (Central Processing Unit) e a Unidade para processamento de TODOS os dados de softwares instalados (armazenados) na mídia do HD. Entrando na questão do seu problema, você deve ter aprendido sobre formatação com usuários e técnicos MECHÂNICOS – ou em escolas onde os professores também são mechânicos –, isto porque, primeiramente, antes de iniciar a formatação propriamente dita da mídia do HD deve-se fazer uma manutenção interna preventiva e corretiva no PC, ou seja: 1> Verificar o estado da fonte de alimentação, caso ela seja do tipo genérica ou tenha mais de dois anos de uso pode fazer com que o HD – ou o drive de CD/DVD – não seja detectado; 2> Verificar o estado do cabo de força que alimenta o HD, pode ser que ele não esteja bem fixado e, também, verificar o estado do cabo de dados (PATA 40/80 vias ou SATA 7 vias) do HD, pode ser que ele também não esteja bem fixado; 3> Verificar no programa Setup se o HD está corretamente configurado, ou seja, muitas vezes no Setup está configurado como IDE, sendo o correto para modelos de HDs IDE/PATA; PORÉM, sendo HD IDE/PATA deve-se mudar para modo RAID para que o XP o reconheça; 4> Caso essas dicas não solucionem o problema, verifique o estado do HD colocando ele em outro PC; 5> Já tive um problema parecido em que no PC origem o XP não reconhecia o HD (um modelo Maxtor de 160 GB), mas em outro PC o XP foi instalado nele sem problema algum, voltando o HD Maxtor de 160 GB no PC origem o XP não reconhecia ele; 6> Solução do problema: Coloquei um HD SATA de 80 GB no PC origem, instalei o XP e todos os respectivos drivers e programas neste HD de 80 GB; 7> Em seguida – já com o HD de 160 GB no PC origem – clonei todo o conteúdo do “HD SATA 80” GB para o “HD SATA 160 GB”, sendo que o XP carregou normalmente – eu fiquei feliz e o meu cliente também.
                                                                                                                        Por: Jkbyte

Travas do dissipador de calor DANIFICADAS

Processadores da Intel que operam com 775 (ou mais) pinos usam dissipadores de calor de alumínio e exclusivos, ou seja, modelos projetados pela própria Intel. E para serem fixados na placa-mãe esses dissipadores de calor utilizam-se um artefato de plástico – normalmente na cor preta – contendo “quatro” penas de contatos com fixadores automáticos. Ou seja, basta precioná-los corretamente nos respectivos buracos na placa-mãe para que eles se travem automaticamente – veja um modelo exemplo neste link (). Quando essas travas são fixadas pela primeira vez elas ficam fixadas por muitos anos, PORÉM, o problema é quando o usuário – isto também acontece com técnicos descuidados – acaba danificando (dobrando) uma das travas que, neste caso, o contato da base do dissipador com a base do processador não é feita corretamente, resultando-se assim, num super aquecimento do processador e, à vezes, o PC nem chega a ligar. Isto também ocorre quando se retira o dissipador de calor para se fazer a troca da pasta térmica. Como as travas são de plástico elas ressecam e, ao fixá-las novamente, elas não travam como da primeira vez – elas podem se dobrar ou até mesmo a se quebrarem na segunda fixação. Ocorrendo isto, para resolver este tipo de problema deve-se fixar o dissipador com parafusos que substituirão as travas de pástico, parafusos estes com as respectivas medidas certas: 1,5 cm.; 2,5 cm.; 5,0 cm.; 7,5 cm. – ou mais, caso seja necessário –, PORÉM, nunca deverá ter mais de “4 mm.” de espessura. Como exemplo daquilo que foi exposto acima, veja esta imagem neste link abaixo:
OBS: Como este modelo dissipador e aterfato de plástico são diferentes de outros modelos para os mesmos modelos de processadores da Intel, com pinagem de 775 pinos, foi preciso adaptá-los a necessidade do momento. Poderia ter usado quatros parafusos compridos ao invés de dois curtos e dois compridos, mesmo assim o resultado ficou PERFEITO, como podemos ver na imagem do link.
                                                                                                                      Por: Jkbyte

Não existem memórias SDR, DDR, GDDR, SIM, DIMM...

Em se tratando de informática poucos órgãos de informação (jornais e revistas, por exemplo) revelam o significado das siglas (ou dos termos) quando os mesmos estão sendo publicados. E mais ainda, divulgam informações totalmente erradas sobre um determinado assunto que estão escrevendo, e os leitores que desconhecem o assunto e estão lendo as informações referentes ao assunto, e que passam a conhecê-lo a partir dessas informações divulgadas por jornais ou revistas, aprendem erradamente. Ocorre ainda que na grande maioria dos casos os próprios professores (conheço muitos deles) conhecem os assuntos que estão ensinando, apenas parcialmente. Como exemplo, muitos desses professores ensinam (erradamente) que há memórias SIMM (30 vias (EDO http://www.gdhpress.com.br/hmc/leia/index.php?p=cap3-8 ) e 72 vias elétricas; RIMM (184 vias elétricas); DIMM (168, 184 e 240 vias elétricas); SDRAM, SDR, DDR e DDR2. Ou seja, que há “vários” tipos de memórias, mas que na verdade só existe um tipo, o chip de memória “RAM” (Random Access Memory ou Memória com acesso aleatório ao dados). Isto porque SIMM (Single Inline Memory Module), RIMM (RAMBUS Inline Memory Module) e DIMM (Dual Inline Memory Module), referem-se ao tipo de pinagem (linhas simples ou dupla de pinos de contatos elétricos), utilizado externamente nos respectivos módulos de memórias. Como exemplos, módulos de memórias do tipo DRAM (pinagem SIMM, 72 vias elétricas em linha única); RAMBUS (pinagem RIMM, 184 vias elétricas em linha dupla, 92 para cada lado), SDRAM (168 vias elétricas em linha dupla, 84 para cada lado), SDRAM DDR (184 vias elétricas em linha dupla, 92 para cada lado) e SDRAM DDR2 (pinagem DIMM, 240 vias elétricas em linha dupla, 120 para cada lado). No caso de memórias com pinagem tipo SIMM 72 vias elétricas, nos dois lados se pode ver a pinagem, mas é somente uma única linha de contatos (1 a 72) que levam sinais elétricos para dentro do módulo. Já no caso de memórias com pinagem tipo DIMM nos dois lados se pode ver pinagem, mas sendo duas linhas de contatos que levam sinais elétricos para dentro do módulo. Já termos como SDR_100 (Single Data Rate que opera com freqüência de clock real de 100 MHz); DDR_200 (Dual Data Rate clock real de 100 MHz); e DDR2_400 (Dual Data Rate dupla, que opera clock real de 100 MHz, sendo que o DDR2_400 é obtido do DDR_200). Na verdade referem-se ao modo de operação das respectivas memórias, ou seja, que operam numa determinada freqüência de clock (100 MHz, por exemplo) e transfere “1” dado somente por ciclo de clock (memórias SDRAM SDR); que transfere “2” dados por ciclo de clock (memórias SDRAM DDR1); e que transfere “2 a 4” dados por ciclo de clock (memórias SDRAM DDR2, mas com tecnologia aperfeiçoada á partir da SDRAM DDR1). Já no caso das memórias RAMBUS (pinagem RIMM de 184 vias elétricas -  http://www.oempcworld.com/OEMPCworld-com/184and232.html ) embora sendo muito mais rápidas que as memórias SDRAM na época destas, deixaram de ser fabricada já há um bom tempo, por serem muito caras e só a Intel se interessou por este tipo de memória. Inclusive as primeiras placas-mãe lançadas para receber as primeiras versos do Pentium 4, só davam suporte as memórias com pinagem RIMMs. SDRAM (Synchronous Dynamic Random Access Memory) Este termo se refere ao tipo de memória volátil utilizada nos modernos microcomputadores. São memórias de “64 bits” e fabricadas sob módulos DIMM.. Atualmente as memórias SDRAM são conhecidas por Memórias PC100 (100 MHz), PC133, PC150, PC200. Neste caso, esses valores se referem às freqüências de clock reais que elas operam. Se você, ao folhear um jornal e deparar com esta configuração para uma determinada máquina: Intel P4 3.0 GHz – HTT – FSB 800 MHz. Quer dizer que o processador opera a 3 GHz e suporta a tecnologia HTT; que o barramento de sinais FSB (Front Side Bus) opera a 800 MHz, mas no modo QDR (200 MHz x4). Inclusive, memórias SDRAM operam a 400 MHz (modo DDR, 200 MHz x 2) e a 800 MHz (modo DDR2, 200 MHz x4). Portanto, módulos de memória DDR (184 vias elétricas para contatos) e DDR2 (240 vias elétricas para contatos) são fabricadas com a mesma tecnologia SDRAM. Com relação a “GDDR (Graphic Double Data Rate)”, este termo se refere a memória usada nas placas aceleradoras gráficas modernas.
                                                                                                                         Por: Jkbyte

Porque Placas gráficas e processadores esquentam demais?

Antes de entrar no assunto mais uma vez lembro aqui que NÃO é placa de vídeo, é placa aceleradora gráfica. Quando foi desenvolvida a tecnologia para a fabricação das primeiras placas aceleradoras gráficas, erradamente chamadas de AGP (Accelerated Graphics Port), elas passaram a serem chamadas aqui no Brasil de placas PAGs (Placa Aceleradora Gráfica), já no caso do Inglês, de AGB (Accelerated Graphics Board). Ocorre que que as placas aceleradores gráficas (ou simplesmente Placas gráficas), na verdade, não possuem um nome especifico – como CPU ou GPU, por exemplo –, isto porque AGP e PCI-Express são nomes dos bus (barramentos ou das portas gráficas) utilizadas pelas PAGs modelos AGP e modelos PCI-Explres, respectivamente. Neste contexto, o correto seria escrever e dizer “placas aceleradoras gráficas” ou placas gráficas, e NUNCA placa de vídeo – mas os leigos, curiosos e mechãnicos preferem placas de vídeo.
Agora, sobre a pegunta “Porque as placas de video consome muita energia?” e, consequentemente porque elas esquentam muito.
É que desde o lamento dos primeiros rádios a transistores – e como se tornariam muito mais potentes que os rádios a válvulas – esses equipamentos transistorizados ( http://en.wikipedia.org/wiki/Transistor_radio ) usando transistores e outros inúmeros componentes eletrônicos exigiriam mais energia para alimentá-los que os valvulados. E como os componentes (fontes, placas-mãe, processadores, memórias, placas aceleradores gráficas, HDs, etc.) usados nos PCs modernos – principalmente processadores e placas gráficas – utilizam um grande número de transistores.
E devido utilizarem uma grande quantidade de componentes eletrônicos como capacitores, diodos, varistores e, principalmente, transistores, o consumo de energia torna-se elevado. Como exemplos da utilização de transitores, os dois componentes usados nos PCs modernos que mais utilizam transistores (em M. (Milhões) e B> Bilhões) são as “Placas aceleradoras gráficas” e os “Processadores” – basta conferir os links abaixo. No terceiro link abaixo o autor da matéria não tinha a mínima idéia de quantos transistores o processador “i9” (codnome: Intel Gulftown ES) estaria utilizando. Nesta mesma tabela do terceiro link, vemos que o processador modelo “Core 2 Quad” utiliza “820” milhões de transisitores; o “Core i5” utiliza “774” milhões; e o “i7” utiliza 731 milhões (na tabela do segundo link consta que também utiliza 774 milhões). Já, segundo informações contidas no quarto link abaixo, o processador “i9” utiliza algo como “781” milhões de transistores.
Finalmente chegamos no contexto da pergunta, mas valeu a pena. Se os mais modernos – e os mais potentes também – processadoree da Intel utiliza milhões de transitores (falta pouco para que os processadores da Intel utilizem “bilhões” de transitores), as placas aceleradores gráficas (mais uma vez, NÃO são placas de vídeo) já ultrapassaram a casa dos “bilhões” de transitores, basta conferir o quinto link. Enquanto o “i9” utiliza “781” milhões de transitores, a placa aceleradora gráfica “Asus Ares” (segundo link) utiliza nada mais e nada menos que “4 bilhões e 300 milhões” de transitores.
OBS: Na verdade NÃO são os “transitores” puros como eram – e ainda são – utilizados nos rádios até hoje, e sim, nanotransistores, são superminúsculos mesmo, que só a nanotecnologia pode produzir e integrar no núcleo (ou nos núcleos, que no caso do i9 ele possui seis) dos porocessadores.
                                                                                                                    Por: Jkbyte

Registro do Windows – O que é e como funciona?

O Registro do sistema operacional Windows (TODOS) é o maior banco de dados que centraliza TODAS as informações referentes as configurações de todos os Windows. Nos Windows 3.X é o “Config.sys”, o “Win.ini” e o “System.ini” que centralizam todas as informações referentes as configurações dos sistemas operacionais Windows. O Registro armazena todas as informações so-bre os hardwares instalados na máquina, como placa de rede, de vídeo, de som, etc.); todas as configurações dos usuários cadastrados no sistema; configurações relacionadas com os inúmeros protocolos que os sistemas Windows utiliza, como os de rede, barramentos, etc.; e muitos outras infiormações essenciais para o perfeito funcionamento do sistema como um todo. Inclusive, informações referentes aos softwares instalados no Windows. E para se fazer alterações manualmente no “Registro” do Windows, você terá que – primeiramente – iniciar o “ERW” (Editor do Registro do Windows). Quando se instala uma versão do sistema Windows, o ERW é instalado no diretório C:\Windows e, como provavelmente você irá usar muito o ERW, seria interessante criar um atalho no menu Programas do Iniciar na sua área de trabalho. Siga a seguinte ordem: Clicar em Iniciar/Configurações/Barra de tarefas e menu Iniciar... /Programas do menu Iniciar/Adicionar/Procurar/C:\Windows e marcar “Regedit” e clicar em Abrir/Avançar/ Avançar/Concluir, . Contudo, aconselhamos a usar este método com cautela, pois qualquer pessoa teria acesso direto ao Registro de sua máquina e, com boas ou más intenções, poderia alterar itens do Registro e sua máquina deixar de funcionar, ou então, funcionar com problemas. Para abrir o Editor do Registro (ERW) de forma mais reservada, ir a Iniciar/Executar e em Abrir digitar Regedit . Por precaução, faça antes uma cópia do Regedit num Pendrive, sendo que também você pode “renomear” o Regedit para um nome que não chame muita a atenção. Na maioria das vezes, só “renomear” o Editor do Registro (o Regedit) não serve como proteção total para que ninguém faça alterações erradamente no Registro de sua máquina. O melhor método para que você possa proteger o Registro de sua máquina, é você  ir em C:\Windows e salvar uma cópia do Regedit num Pendrve, indo em C:\windows clicar com o botão direito do mouse na pasta Regedit e selecionar Enviar para > para o Pen, por exemplo, em seguida, guardá-lo em lugar bem seguro. Agora, novamente em C:\Windows, você exclui o Regedit, indo em C:\windows clicar com o botão direito do mouse na pasta Regedit e selecionar Excluir. Para usar o Editor do Registro (o Regedit) via Pen, basta inserir o Pen numa porta USB e ir em Iniciar/Executar/ e em Abrir digitar a:\Regedit . Embora muitos técnicos de hardware e software pensem – e erradamente – que o registro está ligado apenas aos softwares instalados no computador, lembramos que ele comanda diretamente informações extremamente importantes referentes aos hardwares da máquina, como, por exemplo, controlar todos os dispositivos ligados ao sistema e suas respectivas configurações. Incluindo-se na lista as IRQs (Interrupt Request ou Pedidos de interrupção pelo processador); os endereços de E/S (Entradas/Saídas), endereços de memória e os canais de DMA (Direct Memory Acess ou Acesso direto a memória SDRAM). Além de funcionar como um banco de dados que organiza todas as aplicações, tem ainda como função principal, deixar essas aplicações disponíveis de acordo com todos os padrões para que possam operar de forma correta sem a interferência  manual do usuário. Também é função do Registro verificar se todos os drivers de dispositivos de hardware e software estejam instalados – e instalados corretamente. Todavia, todo o banco de dados do Registro fica invisível aos usuários comuns, e até mesmo para técnicos de hardware e de software mais experientes. OBS: Uma cópia (exportação, http://www.youtube.com/watch?v=lI3RxNZ8iK0 ) do Registro do Windows – dependendo do PC – pode contar com milhares de linhas de códigos relacionadas com TODAS as informações registradas e tamanho bem grande, como, por exemplo, mais de “750000” linhas e mais de “80 MB”, respectivamente. Para saber quantas linhas de códigos o Registro do seu Windows usa basta rodar o “Notepad++” ( http://www.baixaki.com.br/download/notepad-.htm ).
                                                                                                                 Por: Jkbyte

sábado, 24 de dezembro de 2011

Tensões (ou voltagens) usadas no Brasil

Muitos usuários de PCs costumam perguntar: "Qual a voltagem para o pc e para o estabilizador ligados na tomada sem aterramento?". Com ou sem aterramento a tensão (voltagem) será sempre a mesma, porém, dependendo a região do Brasil onde o usuário morar, vejamos:
>Tensão de “127 volts e 220 Volts”, Bahia, Minas gerais, São Paulo, Rio de janeiro e Paraná.
>Tensão de “220 Volts”, Acre, Amazonas, Amapá, Alagoas, Ceará (Fortaleza também usa 240 Volts), Distrito federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Nesses “22 Estados” raramente se usa a tensão de 110 V. Site de onde obtive as informações:
Agora, se você deseja saber qual potência (em Watts) que o seu sistema (monitor, CPU, vídeo, etc.) está consumindo, basta usar o programa “Local Cooling”. Links abaixo para mais informações sobre Watts, monitores CRT e obter o programa. OBS: Os nomes das unidades “Volt, Ampere, Watt e Ohm”, pertencem aos respectivos criadores dessas unidades: Volt (físico italiano, Alessandro Volta – 1745 a 1827); Ampere (físico francês, André-Marie Ampère - 1775 a 1836); Watt (matemático e engenheiro escocês, James Watt – 1736 a 1829); Ohm (matemático e físico alemão, Georg Simon Ohm – 1789 a 1854).
http://www.guiadohardware.net/dicas/va-watt-pfc.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Monitor_de_vídeo
http://www.ziggi.com.br/downloads/local-cooling
http://pt.wikipedia.org/wiki/Volt
http://pt.wikipedia.org/wiki/André-Marie_Ampère
http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Watt
http://pt.wikipedia.org/wiki/Georg_Simon_Ohm
                                                                                                                        Por: Jkbyte