sábado, 5 de setembro de 2015

Setups de máquinas Desktops, Notebooks e Netbooks

Programas Setups do BIOS - Como acessá-los?

Principais teclas de acesso – quais são?


Programas BIOS x Programas Setup
Inicialmente deve ser lembrado aqui dos seguintes detalhes relacionados com os programas “BIOS” e com o também programas conhecidos por “CMOS Setup”:
O programa “BIOS” (Basic Input Output System ou Sistema básico de entrada e saída), refere-se a gravação (ou escrever, de fábrica) na memória do chip ROMBIOS/FlashROM. Memória esta que atualmente é do tipo Flash ROM (veja um modelo na imagem abaixo, terceira a direita) onde se encontra gravado todas as configurações originais (de fábrica) do programa BIOS da respectiva placa-mãe. Inclusive, o programa POST, programa para inicialização da placa-mãe somente.
Já o programa “CMOS Setup” (mais informações sobre a tecnologia CMOS no final desta matéria), sendo um editor básico do programa BIOS, tem como finalidade configurar e gravar na memória RAMCMOS, memória esta do tipo RAM, onde se armazena todas as configurações personalizadas, ajustadas e atualizadas e uma cópia rascunho do programa BIOS, na memória RAMCMOS.
Na verdade o editor Setup (como o editor Regedit, do Registro do Windows) nos permite alterar apenas determinados itens de uma cópia do programa BIOS que é feita na pequena memória RAMCMOS, no exato momento em que o computador é ligado. Caso a bateria (imagens abaixo) seja retirada ou esteja zerada, esta pequena memória RAMCMOS não conseguirá manter a configuração personalizada, e sim, a configuração de fábrica. Inclusive, o relógio e o calendário “RTC” (Real Time Calendar) estará marcando a data e hora originais de fábrica.



Portanto, atualmente o programa BIOS encontra-se armazenado num chip de memória do tipo Flash ROM (chip FlashROM), sendo que este tipo de memória é o mais utilizado atualmente, sendo que também armazena os seguintes programas:

Programas BIOS de placas-mãe
BIOS ou Basic Input/Output System ou Sistema básico de entrada e saída. Como o próprio nome do programa já diz, sem o sistema básico para a entrada e saída de dados não será possível inicializar a placa-mãe, esteja ela dentro do gabinete ou fora deste, pois a mesma nem mesmo chega a dar o boot (partida) mesmo contando com a respectiva fonte de energia, processador e memória RAM.
Quando se apaga a configuração personalizada e atualizada e que foram gravadas no programa CMOS Setup – no caso da bateria descarregada, por exemplo –, basta trocar a bateria por uma nova e re-configurar novamente o programa CMOS Setup, que tudo voltará ao normal, novamente.
Veja na imagem acima dois modelos de bateria para computadores desktops antigos (esquerda) e para computadores desktops modernos (centro), inclusive, para Notebooks. Veja também na primeira imagem acima (circulo em vermelho), o chip Flash ROM BIOS no soquete tipo “PLCC” (Plastic Leadless Chip Carrier).

Bateria do tipo Níquel, Lítio e NVRAM
Para que a memória RAM do CMOS fique sempre energizada; para que o relógio e o calendário não parem de funcionar; para que e a cópia do programa Setup não seja apagada e a placa-mãe não perca todas as configurações atuais do programa Setup, feitas pelo usuário ou técnico. As placas-mãe contam com uma bateria recarregável do tipo Níquel-cádmio (nos micros mais antigos, imagem abaixo, primeira) e uma de Lítio (nos micros mais modernos, imagem abaixo, segunda) operando a 3,3 volts, que mantém a memória RAM do chip CMOS em funcionamento (energizada) por muito tempo – em média de 700 à 1000 dias ou dois à três anos seguidos. Isto durante 24 horas por dia, mesmo com o computador desligado.
Alguns micros de marcas famosas usam uma bateria do tipo NVRAM (Non-Volatile RAM ou Memória não volátil), que dura em média de 8 à 10 anos. Veja na imagem abaixo (da esquerda para direita) modelos de baterias de Níquel, sendo que o modelo com proteção na cor azul na imagem abaixo é para modelos de placas-mãe antigas, e modelos de Lítio (imagem abaixo), sendo que o modelo tipo moeda na imagem abaixo é para modelos de placas-mãe modernas.



Já a cópia do programa Setup que fica gravada numa pequena memória RAM no chip CMOS, tem como função configurar – de acordo com o desejo do fabricante da placa-mãe e/ou do usuário – várias opções de funcionamento personalizado.
Sendo que todas as opções estão relacionadas diretamente e somente com o hardware na placa-mão e dispositivos que dependam diretamente dela. Como por exemplo: tipos de drives de disquetes, HDs (IDE ou SCSI), acesso à memória, gerenciamento de energia, senhas... Entre outras inúmeras opções que são configuradas pelo programa Setup, principalmente programas Setups de placas-mães modernas modestas e as avançadas, isto já à partir de 1997 em diante.

Programa BIOS apagado
Porém, quando se apaga o programa BIOS e este gravado numa memória do tipo FlashROM, memória esta que permite que se regrave ou apague o programa BIOS, o computador parecerá morto, pois nada fará com que ele funcione a não ser que se troque a placa-mãe e, ou então, que se regrave novamente o programa BIOS, utilizando para isto um dispositivo gravador de Flash ROM. Pode-se também retirar o chip FlashROM problemático da placa-mãe e substituí-lo por outro modelo igual.

Programa CMOS SETUP
CMOS Setup refere-se a um programa executável armazenado no chip ROMBIOS, e CMOS refere-se a um chip (circuito), chip este que possui configurações personalizadas de hardware do programa Setup, configurações estas armazenadas numa pequena memória RAM (alimentada pela bateria) em seu interior. Veja nesta imagem abaixo a tela principal de um programa CMOS Setup da AMI, para PC antigos.
Por isto, ser conhecido nos meios técnicos por CMOS Setup. “CMOS” significa Complementary Metal Oxide Semicondutor ou Semicondutor de óxido metalizado complementar.



A tecnologia CMOS é empregada na construção de inúmeros chips contidos nas placas-mãe, e entre outros ramos da eletrônica analógica e digital. Inclusive, utiliza-se a tecnologia CMOS na construção de chips de memórias do tipo SDRAM SDR (Single Data Rate ou Taxas de dados simples) e nas DDR (Double Data Rate ou Taxas de dados em dobro).
Embora muitos usuários – usuários técnicos e os não técnicos também – desconheçam, melhor dizendo, imaginem que a tecnologia CMOS seja empregada somente no chip CMOS Setup. Esta tecnologia – no mundo tecnológico moderno de hoje – é muito abrangente, sendo utilizada em praticamente todos os circuitos ou dispositivos ligados. diretamente ou não, com o mundo computacional, tais *como:

*Circuitos integrados, semicondutores, transistores, sensores utilizados em dispositivos de imagens (câmeras de vídeo, por exemplo); processadores como o Athlon, Pentium III, Pentium 4, Celeron, AMDK6 e, principalmente, em muito outros processadores modernos; nos circuitos controladores de reguladores de tensão elétrica; chipsets modernos utilizados nas placas-mãe; circuitos de memória SDRAM e SRAM (memória cache); nos circuitos DSPs (Digital Signal Processing ou Processadores de sinais digitais); chipsets utilizados nas placas de vídeos; nos circuitos encontrados nos mouses modernos, e por ai vai.... Veja mais informações sobre a tecnologia CMOS no final desta matéria.

Firmware do CMOS Setup
E é por meio do programa CMOS Setup (muita vezes chamado de firmware – programa fixo para armazenar configurações de hardware temporariamente no chip RAMCMOS), que grava todas as configurações relacionadas com o hardware da máquina. Como por exemplo: com a auto-detecção do disco rígido, expansão da memória, acerto da hora, da data, cadastramento de uma senha, entre muitas outras opções de configurações que este programa possibilita fazer.
Como foi citado início, com essa configuração só serão perdidas (ou apagadas) quando a bateria (bateria esta que alimenta o chip RAMCMOS) está descarregada. Ou então, quando se retira a bateria da placa-mãe, todas as configurações feitas no programa CMOS Setup que servem para informar ao programa BIOS, sobre como o hardware da máquina irá funcionar. Como por exemplo:
Qual o disco rígido instalado (número de cilindros, cabeças, setores e capacidade em MB/GB); tipo de memória instalada se é a FPM DRAM, EDO DRAM, SDRAM, RAMBUS, e a capacidade em MB; entre outras muitas opções disponíveis no CMOS Setup de computadores modernos...

Teclas – ou conjunto de teclas – mais usadas
E para acessarmos o programa Setup de máquinas desktops antigas bastava ligá-las – ou reiniciá-las –, teclar a tecla “Delete” ou a tecla “Del” (mesmo contexto) no mini-teclado (imagem abaixo) e pronto, já se podia editar (ou alterar) as respectivas opções, desde que o Setup nos permitisse.



Já atualmente, tanto quanto nas máquinas desktops, notebooks e netbooks – além dessas teclas Delete e Del –, foram definidas outras teclas para esta mesma função, como veremos na lista abaixo que parece não terminar, isto de acordo com cada máquina (desktop, notebook e netbook) em questão e respectivo fabricante da mesma.
Também nos computadores antigos eram mostradas nas telas dos mesmos as informações relacionadas diretamente com as respectivas máquinas, e essas informações nos eram muito úteis, principalmente no caso de um modelo novo para nós.
Já atualmente, essas informações ficam ocultas pelo logotipo da respectiva empresa na inicialização (boot) da máquina, porém, pode-se exibi-las teclando a tecla “Esc” ou “Tab” (de Tabulação). Também podemos pausar a inicialização da máquina teclando a tecla “Pause Break (algo como: Pausar/Interromper – imagem abaixo)”.
Tenha em mente que a lista de teclas é para acessarmos o programa CMOSSetup e editá-lo conforme necessário, não é entrar na BIOS como muitos usuários leigos; técnicos mechânicos em hardware vivem falando, escrevendo e fazendo – inclusive muito professores desta vasta área.
Confira na lista baixo as opções de teclas para podermos acessar o CMOS Setup, sendo que as opções de teclas podem ser diferentes de fabricantes para fabricantes de placas-mãe, sejam elas modelos para máquinas Desktops, Notebooks ou Netbooks:

>Acessar o CMOS Setup – Teclas mais usadas:

F1 e F2 (maioria das máquinas Notebooks, Netbooks e algumas Desktops); F3 e F10 (geralmente máquinas da HP); F11, F12, Fn+F1, e principalmente, Del (maioria das máquinas Desktops de vários fabricantes); Esc, Ctrl+Alt+Esc, Ctrl+Alt+Del, Ctrl+Alt+Ins, ou ainda: Ctrl+Alt+F11.

Acessar o Menu de boot – Teclas mais usadas:
Já com relação a acessar o menu de boot para escolhermos bootar a máquina pelo CD, pelo DVD, pelo Pen drive ou por um outro tipo de dispositivo, aqui também as opções disponíveis diferem muito de fabricantes para fabricantes, sejam eles fabricantes de placas-mãe para máquinas Desktops, Notebooks ou Netbooks.



Como um exemplo, Notebooks da Acer usam a tecla “F12”, antes. porém, será preciso acessar o programa Setup e ativá-la. Já modelos de Notebooks da Asus usam a tecla “Esc”, isto porque as placas-mãe dos Notebooks da Asus são fabricadas pela empresa Foxconn Technology Group, sendo que as placas-mãe fabricadas pela Asus para máquinas Desktops usam a tecla “F8”.
No geral – tanto para máquinas Desktops, Notebooks e Netbooks –, as opções de teclas dos teclados para que possamos acessar o menu de boot dessas máquinas, são as seguintes:

>Menu de boot – Teclas mais usadas:
Esc (Notebooks da Asus e alguns modelos da Sim+ com placas-mãe da Foxconn, e também, alguns modelos Desktops da Del com placas-mãe da Foxconn); F2, F3 e F7 (F7 para alguns modelos de Desktops e Notebooks da Itautec, CCE, Megaware, Kelow e STi); F8 (Desktops com placas-mãe da Asus, ECS e as antigas PCChips); F9 (para Desks e Notes da HP, Samsung e Compaq); F11 (Desks com placas-mãe da MSI, Positivo e Sim+, e Notes da Positivo e Sim+); e F12 (para Desks com placas-mãe da Gigabyte e Notes da Acer e Lenovo).

Porém, antes partir para o uso das teclas citadas acima para dar o boot (via CD, DVD ou Pen Drive, principalmente) numa determinada máquina – um modelo de Notebook da Samsung ou alguns outros modelos, por exemplo, rodando versões do Windows 8, 8,1 ou 10 – será preciso acessar o CMOS Setup via tecla "F2", por exemplo, acessar o item "Advanced" e desativar (mudar para Disable) a opção "Fast BIOS Mode" (Modo de BIOS rápido). Em seguida, acessar o item "BOOT" (imagem abaixo) e desativar a opção "Secure Boot" (mudar para Disable), ainda neste item "BOOT", mudar a opção "OS Mode Selection" para "CSM OS" – também na imagem abaixo.



Outras informações importantes:
Em alguns modelos da Lenovo, por exemplo, será preciso pressionar um botão azul no momento em que esta mensagem é mostrada na tela: “To interrupt normal startup, press the blue Acess IBM booton” – algo como: “Pressione o botão azul Acess IBM para interromper a inicialização normal”.
Já em alguns modelos de notebooks da Sony, por exemplo, para podermos acessar o programa CMOS Setup será preciso desligar o aparelho, em seguida, pressionar a tecla “Assist” (Assistente) para que o aparelho ligue e mostre na tela do monitor as opções disponíveis – tais como: F2 para acessarmos o programa Setup da máquina e F11 (ou F9) para exibir o menu de boot.
Máquinas Notebooks e Netbooks que contam com o Windows 8 instalado de fábrica chegam até seus usuários com o menu de boot antigo no modo padrão desativado, ou seja, por proteção o boot dessas máquinas estão no modo de "Secure Boot". Neste caso será preciso acessar o Setup dessas máquinas, acessar a guia "Boot", acessar a opção "Secure Boot" e mudar para Disable.
Quando acessamos Setup do programa BIOS – na verdade quando editamos este – estamos na verdade “editando” determinadas informações que foram gravadas (cópia) na pequena memória SDRAM, e que são permitidas manipulá-las, informações estas gravadas numa pequena memória SDRAM, memória esta integrada no chip CMOS. Como no caso do Registro do Windows que nem todas as informações desse maior banco de dados podem ser editadas, no programa BIOS ocorre o mesmo, ou seja, nem todas as informações desse maior banco de dados sobre o hardware do PC podem ser editadas – ou modificadas.
Ter em mente também que: SetUp, sendo “Set” de instruções já gravadas (copiadas) numa pequena memória RAM integrada no chip CMOS; e “Up” opção de alterar, ajustar ou elevar essas determinadas configurações já gravadas na memória RAMCMOS. Portanto, a palavra “Setup” é formada pela junção dessas duas palavras: Set e up. O mesmo ocorre com a palavra “Chipset” – junção dessas duas palavras: Chip e Set.
Não existe um único programa BIOS para todos os dispositivos de hardware, isto porque as PCBs (Print Circuits Boards ou Placas para circuitos impressos) para HDs, impressoras; como também para as placas gráficas modelos tais como:
Placas de vídeo PCI (modelos antigos), placas aceleradoras gráficas AGP, placas aceleradoras gráficas PCI-Express; placas de rede (um exemplo na imagem abaixo, onde podemos instalar um chip com memória FlashROM - mais exemplos no link abaixo), módulos de memória RAM e muitos outros dispositivos utilizados nos hardwares dos computadores também possuem os seus respectivos chips com os respectivos programas “BIOS” gravados mos mesmos.




E esses programas “BIOS” não são controlados diretamente pelo programa “BIOS” principal da placa-mãe, e sim, são intercambiáveis – isto é, trocam informações em tempo real. Quando o PC conta, por exemplo, com 4 GB (4096 MB) de memória RAM instalada e ao ligá-lo vemos na tela do monitor o valor 4096 MB. Aqui, esta quantidade de memória RAM é gerenciada pelos códigos de instruções da controladora, códigos de instruções estes gravados (de fábrica) no programa BIOS (principal) da placa-mãe – como ocorre com os códigos fonte do Windows e Linux, por exemplo.

CMOS (Complementary Metal Oxide Semicondutor)
Este termo se refere ao chip onde existe uma pequena memória RAM e alimentada por uma bateria de 3,3 volts. Veja na imagem abaixo três modelos de bateria, sendo que o modelo de bateria à esquerda (de cor azul, bateria de Níquel cádmio – ou NiCad - http://pt.wikipedia.org/wiki/Bateria_de_níquel_cádmio ) é recarregável pela própria placa-mãe quando está descarregada. O modelo do centro (no formato de moeda, é de Lítio), como este tipo de bateria não recarregável deve ser trocada a cada três anos aproximadamente.
Já o modelo da direita chega a durar mais de dez anos, fabricado pela DALLAS. Na pequena memória CMOSRAM está gravado um pequeno programa, chamado de Setup (Configurar/Re-configurar), onde se grava as configurações realizadas pelo usuário.
Retirando-se a bateria o Setup é limpo, técnica conhecida por CLEARCMOS. Pode-se também usar esta técnica via jumper CLR RAMCMOS (Clear CMOS ou Limpar a memória RAM), para isto basta inverter a posição do jumper de 1-2 para 2-3 e contar até dez para, em seguida, retorná-lo para a posição inicial, ou seja, 1-2.
Já não encontrando um jumper com a respectiva função, retirar a bateria e curto-circuitar (por cinco segundos) os terminais positivo (+) e negativo (-) do conector da respectiva bateria.



Em determinadas placas-mãe, o clear é realizado invertendo-se a posição do jumper de 2-3 para 1-2. Outra opção é usar programas com a função de limpar a memória RAM que armazena as configurações no CMOS Setup, como estes, por exemplo: BIOS.EXE ou KILLCMOS.EXE.
A tecnologia CMOS complementa (ou completa) tecnologias tais como a TTL-LpS (Transistor-Transistor LogicLow power Shotsky). Ou seja, que opera com transistor para transistor somente e de alta velocidade na partida (quando se liga a máquina), baixo consumo de energia, com corrente de 8 mA, na freqüência de 40 MHz e 5 volts.
A tecnologia TTL-LpS é um aperfeiçoamento da tecnologia TTL, de extrema importância na elaboração de circuito digitais utilizados em minicomputadores e de utilização em grande escala. Também se utiliza a tecnologia IIL (Integrated Injection Logic ou Lógica por injeção integrada). Já a tecnologia IIL é um aperfeiçoamento tecnológico da tecnologia CMOS, aperfeiçoamento este relacionado somente com a velocidade na freqüência de clock, já que opera com 15 MHz e a CMOS com 10 MHz.

                                                                                  Por: Jkbyte


quarta-feira, 24 de junho de 2015

Remover programas teimosos na força

Remover programas pelo Modo seguro

Remover arquivos inúteis de programas


Programas indesejáveis que se auto-instalam
Atualmente máquinas tais como as do tipo Desktops, e principalmente máquinas Notebooks e Netbooks, que ficam o tempo todo conectados na Internet para mais de 12 horas consecutivas – em certos casos, 24 horas seguidas.
Com isto, além dos programas e extensões normais necessários no dia-a-dia que os usuários dessas máquinas baixam da Internet e instalam os mesmos em suas máquinas, e que se esquece de removê-los depois, caso os mesmos já não mais estejam sendo executados.
Além disso, caso os usuários não prestem atenção ao baixar um determinado programa de sites como o Baixaki e Superdownloads, por exemplo, além de baixar o respectivo programa que eles necessitam, também baixam outros programa e extensões que eles não necessitam.
Portanto, na hora de baixar e instalar um programa – como o aTube Catcher, por exemplo – deve-se observar com calma para não baixar e instalar outros programas e extensões que pegam carona (parcerias) com o “aTube”. Para evitar que os mesmos também sejam baixados sempre clicar em: Rejeito, Rejeitar, Não aceito, Decline (Recusar – imagem abaixo, direita), Ignorar, Skip (ignorar), Skip All (ignorar todos), e também, clicar em outras palavras similares a estas. E ainda, desmarcar caixas de mensagens – veja exemplo na imagem abaixo, esquerda.



Sendo que, nesses casos, as respectivas máquinas ficam com uma grande quantidade de programas instalados manualmente pelos usuários destas e tomando espaço no HD inutilmente.
Além do que muitos outros programas são baixados e instalados sem que os usuários – principalmente usuários leigos – percebam que os mesmos foram instalados por conta própria. Ou seja, eles se auto-instalam-se e pronto e de forma bem rápida.
Já na hora de remover esses programas eles são muito teimosos em sair das máquinas, e quando conseguimos removê-los deixam pastas e uma grande quantidade de arquivos inúteis gravados no HD e, principalmente, inúmeras entradas gravadas no Registro do Windows.
Fica aqui a dica: O melhor navegador para se fazer downloads é o “UC Browser” e o navegador mais rápido para instalar e navegar é o “Aurora”.

Programas desinstalados – sobras instaladas
Como alguns exemplos de programas que são instalados em máquinas Desktops, Notebooks e Netbooks, segundo o excelente programa “Geek Uninstaller” (é um demo do Uninstall Tool, http://www.geekuninstaller.com/ – imagem abaixo), o “Xampp.181” (um pacote de distribuição do Apache com servidor MySQL, PHP, Perl, servidor FTP, phpMyAdmin e alguns outros – leia mais sobre o mesmo em: http://www.baixaki.com.br/download/xampp.htm#ixzz2R6rC1ikZ), deixa gravado  no Windows – e no Registro deste – mais de 31 mil entradas; o Google Chrome mais de duas mil entradas; o Baidu Antivírus mais de mil; o programa instalador do discador da VIVO mais 800; o AVG mais de 660; e o AVAST mais de 550 entradas (imagem abaixo) – num total de mais de 37 mil entradas. E olha que o “Geek” na versão free é considerado fraco nesta categoria de programas desinstaladores.



E dependendo do tempo em que determinados programas ficaram instalados nessas máquinas – programas antivírus como o AVAST, AVG e Avira; ou navegadores como o Google Chrome e Mozilla Firefox, são exemplos –, a quantidade de arquivos inúteis que ficam acumulados no HD mesmo depois desses programas desinstalados, também serão maiores ainda.
E muitas dessas entradas inúteis ficam gravadas no Registro do Windows, mesmo depois dos programas desinstalados corretamente pelo Adicionar e remover programas (Windows XP), pelo Programas e recursos (Windows 7, 8, 8.1, 8 e 10), e também, por um programa desinstalador específico para esta tarefa.
Portanto, nesta matéria damos algumas dicas sobre como remover tais programas e indicamos alguns ótimos programas para fazer a remoção completa de programas que teimam em não sair do HD – parecem cunhados que vieram para nos visitar, porém, teimam em ficar para sempre e ainda bagunçar a casa toda

Programas para a remoção completa de programas
Na Internet encontramos vários e ótimos programas para remover programas teimosos por completo. Ou seja, remover as respectivas pastas, os respectivos arquivos inúteis das sobras (arquivos que ficam depois dos programas completamente removidos, mesmo removidos pela ferramenta “Adicionar remover programas” do Windows XP), e principalmente, as inúmeras entradas desses programas que ficam gravadas no Registro do Windows, como nos exemplos já citados acima.
Já a ferramenta “Programas e recursos” contida nos Windows 7, 8, 8.1, 9 e 10 é muito mais eficiente que a do XP. Esses programas também são conhecidos por “Desinstaladores”. O mais baixado da Internet – no site Baixaki, por exemplo – é o "Revo Uninstaller". Já o "Total Uninstall", "MyUninstaller", “Uninstall Tool”, “Add-Remove Pro” e o "Advanced Uninstaller PRO", são muito elogiados pelos comentários de usuários que estão usando-os.



No site Baixaki (link abaixo) você encontra uma lista completa (mais de 90), mais análises e comentários referentes a esses programas e, inclusive, a quantidade de downloads de cada um. Portanto, basta baixá-los e testá-los – confira no link abaixo.


Contudo, mesmo utilizando esses programas específicos para a remoção completa de programas instalados e respectivos arquivos inúteis de sobra. Os mesmos, na verdade, não fazem a remoção completa como deveria das entradas e que ainda ficam gravadas no Registro do sistema e no próprio HD.
Para comprovar isto basta carregar o Windows no Modo seguro do sistema (imagem acima), executar o editor do Registro – o Regedit – e mandar fazer uma procura por possíveis entradas inválidas, certamente ainda estarão lá.
Como um exemplo, depois de desinstalar o antivírus AVAST usando o “Revo Uninstaller”, basta acessar o Registro do Windows (via Regedit) e neste clicar na guia Editar>localizar... (ou teclar F3), no campo em branco digitar AVAST e clicar em Localizar próxima, para encontrar várias entradas inúteis no Registro do Windows. Em seguida, digitar no campo em branco AVAST Software e clicar em Localizar próxima, para encontrar várias entradas inúteis – mais detalhes sobre este método de remoção mais abaixo.



Obs. importantes:
A> Antes de baixar um determinado programa é aconselhável ler os comentários de quem já baixou, instalou e usou – se aprovou ou não – o mesmo. Pela ordem – na categoria “Desinstaladores” – os mais baixados e também os mais indicados são os seguintes programas:

1> Revo Uninstaller; 2> IObit Uninstaller; 3> Revo Uninstaller Portable; 4> FineUninstall; 5> MyUninstaller (imagem acima); 6> Uninstall Tool; 7> Total Uninstall; 8> Add-Remove Pro; 9> Add/Remove Cleaner; 10> AppRemover.

B> No Windows 8.1, num comparativo rápido para sabermos quais desses programas ditos "desinstaladores" mais baixados encontram maior número de programas instalados na máquina – e que podemos desinstalá-los –, ficou assim:
Revo Uninstaller encontrou 26; IObit Uninstaller 37; Revo Uninstaller Portable 26; FineUninstall 35; MyUninstaller 46 (imagem acima); Uninstall Tool 38; Total Uninstall 36; Add-Remove Pro 34; Add/Remove Cleaner 33; e AppRemover 0 pragas.

C> Embora o “MyUninstaller” encontrou maior número de programas instalados que os outros – incluindo na sua lista programas, jogos e drivers –, ele não consegue remover determinados programas ou jogos. Como exemplo, ele não conseguiu desinstalar o jogo “Terminator 3 - Rise of the Machines” instalado no XPSP3, já o “Geek Uninstaller” conseguiu tranquilamente.

Remover programas pelo Modo seguro com prompt
Usando o Modo seguro do Windows (TODOS) podemos resolver muitos problemas que ocorrem no PC (problemas ligados ao HD interno, externo, Pen drive, drivers em conflitos) e, principalmente, com o Windows (arquivos com referencia cruzadas, arquivos corrompidos, excluídos, etc.).
Como um exemplo, caso algum programa (ou driver de dispositivo) esteja causando algum tipo de conflito com programas (ou recursos) do XP, Vt (Vista), W7, W8, W8.1, W9 ou W10, sendo que e o mesmo não carrega em Modo normal – ou carrega, mas de forma muito problemática – e carrega normalmente em Modo seguro com prompt de comando.
E é neste modo que podemos remover o programa conflitante e resolver outros problemas, basta seguir esses passos descritos abaixo:



1> Reiniciar a máquina e ficar teclando seguidamente a tecla “F5” para o XP e Vista, e a tecla “F8” para W7; já para o W8, W8.1 teclar as teclas “Shift+F8” até que apareça na tela as seguintes opções: Modo seguro, Modo seguro com rede, Modo seguro com prompt de comando – e selecionar a terceira opção e teclar (Enter) duas vezes, aqui no caso do XP. No caso do W8, W8.1, W9 e W10 nem sempre este conjunto de teclas “Shift+F8” funciona, sendo preciso fazer o seguinte: VEJA TEXTO NO FINAL DESTA MATÉRIA.

2> Já visualizando a Área de trabalho em "Modo seguro com prompt de comando", por exemplo, digitar no Executa do Windows (tecla Win+R) esta linha de comando: appwiz.cpl e teclar (Enter) para acionar a ferramenta Adicionar e remover programas (no XP) e, ou Programas e recursos (no W7 e W8) – veja a imagem acima.

3> Pode-se também – pelo Modo seguro com prompt de comando do Windows – resolver problemas que estejam ocorrendo no Registro do XP. Para isto basta digitar regedit e teclar (Enter), porém, deve-se saber o que se está fazendo no Registro para não deixar pior do que estava.



4> Mais ainda, se você teclar Ctr+Alt+Delete abrirá o Gerenciador de tarefas do Windows. Agora clicando no botão "Nova tarefa..." e no campo Abrir: digitar Explorer.exe e clicar no botão OK, será mostrada a área de trabalho do Windows em Modo seguro ou em Modo normal e, nela, podemos fazer muita coisa, como por exemplo: Salvar os dados num Pen drive ou num HD externo, restaurar o sistema mais cedo, etc.

5> Ou ainda, executar a seguinte linha de comando com os respectivos parâmetros: chkdsk /v/x/f/r/i/c C: (para a unidade C: - imagem acima). Ou então, para outras unidades (D:, E:, F:,), para se fazer uma checagem completa no Windows para corrigir erros em seus arquivos. Caso seja impossível acessar o Windows pelos seus respectivos modos – Modo normal e Modos seguros – basta rodar um CD, DVD ou Pen drive que execute o Windows (ou o Linux) no "Modo Live", e excluir a respectiva pasta (ou as pastas) do programa (ou programas).

Remover programas teimosos já instalados
Alguns programas são bem chatos de serem desinstalados – o antivírus Avira é um exemplo. Esses programas teimosos não permitem que sejam desinstalados por terem arquivos deles sendo executados na memória RAM e, quando não são desinstalados por completo, não permitem que sejam reinstalados.
Se você não consegue desinstalar – ou reinstalar – algum programa teimoso, siga esses passos descritos abaixo:

OBS:
Antes de seguir esse passo-à-passo descrito abaixo, deve-se primeiramente criar um Ponto de restauração:



1> Reiniciar o sistema operacional Windows (W98, WME, W2K, WXP, WVT, W2K3, W2K8, W7, W8, W8.1, W9 ou W10) em Modo seguro. Já em Modo seguro – no caso do XP, por exemplo – clicar no menu Iniciar>em Executar> no campo Abrir: digitar services.msc e clicar no botão OK.

2> Já visualizando a janela “Serviços” (iamgem acima) procurar na lista de serviços que pode ter mais de 150 serviços listados (um exemplo nesta imagem acima) pelo programa que você deseja desinstalar. Encontrando o programa teimoso dê dois cliques no mesmo, no campo “Tipo de inicialização:” mude o tipo de inicialização para Desativado, clicar nos botões “Aplicar” e “OK”, clicar no menu Iniciar> e em Fazer Logoff.

3> Agora clicar no menu Iniciar>em Painel de controle>em Adicionar e remover programas e procurar na lista de programas instalados o programa que você deseja desinstalar. Depois do programa totalmente desinstalado, abrir o “Meu computador”, clicar no “Disco local (C:)”, em “Arquivos de programas” e verificar se não ficou nenhuma pasta de instalação do respectivo programa. Isto porque muitos programas – mesmo depois de desinstalados corretamente – eles não excluem a sua pasta principal de instalação, entendo que serão instalados novamente, desta forma eles não precisarão criar a pasta novamente.

4> Muitos programas, mesmo depois de serem removidos corretamente pelo “Adicionar e remover programas”, deixam entradas no Registro do sistema e são essas entradas que impedem a reinstalação do respectivo programa. E para resolver o problema clicar no menu Iniciar>Executar (ou teclar a tecla Win+R), no campo Abrir: digitar regedit e clicar no botão OK.

7> Já visualizando o editor do Registro clicar na guia Editar>no campo Localizar: digitar o “nome” do respectivo programa que deseja remover a entrada (ou entradas), encontrando alguma entrada deletar, em seguida, teclar F3 para encontrar novas entradas, encontrando-as removê-las por completo.

Remover arquivos inúteis de programas desinstalados
Quando se desinstala algum programa – o Nero, por exemplo – mesmo usando o modo correto do Windows (ir ao Painel de controle e usar o Adicionar ou remover programas) para desinstalar programas, ainda assim ficam espalhados pelo HD muitos arquivos inúteis para o Windows.
E mais ainda: Esses arquivos inúteis ficam tomando espaço desnecessário no HD e no Registro do sistema. E alguns programas não são reinstalados caso o mesmo encontre seus arquivos antigos (da primeira instalação) gravados no HD. Caso isto esteja ocorrendo no seu PC, siga os passos para remover estes arquivos inúteis por completo:

1> Ir ao Arquivos de programas (na unidade C:), clicar com o botão direito do mouse na pasta (nome) onde o programa foi instalado e selecionar a opção Renomear. Com o nome da pasta do programa que foi removido sombreado teclar Ctrl+C para copiar para a memória. Caso não exista esta pasta deve-se descobrir o nome do arquivo (ou arquivos) inútil que será deletado.

2> Agora clicar no menu “Iniciar”, em “Pesquisar”, na opção “Todos os arquivos e pastas” e teclar Ctrl+V para colar o nome da pasta (ou nome do programa) no campo de pesquisa: “Todo ou parte do nome do arquivo:”. Antes de clicar no botão Pesquisar (imagem abaixo), clicar no item “Mais opções avançadas” e ativar todas as opções. Ao encontrar o arquivo inútil basta deletá-lo.

3> Enquanto o XP faz a pesquisa ir ao menu “Iniciar>Executar>Abrir:” e digitar regedit, clicar no botão OK. Já com o editor do Registro aberto (o Regedit) teclar Ctrl+F, marcar a opção “Coincidir seqüência inteira” e teclar Ctrl+V (para colar o nome da pasta no campo Localizar:). Em seguida, clicar no botão “Localizar próxima:” e aguardar pela busca por possíveis entradas inúteis do programa removido no Registro do Windows.

4> Encontrando uma entrada (ou entradas) teclar Delete e Enter. Para encontrar outras entradas no Registro, basta ir teclando F3, teclar Delete e Enter até que apareça a mensagem dizendo que foi concluída a busca.



IMPORTANTE:
Fazer isto primeiramente em Modo seguro do Windows XP/2K3/Vt/2K8/W7, W8, W8.1, W9 ou W10, e em seguida – depois do PC reiniciado do Modo seguro para o Modo normal –, repetir todo o processo descritos nos passos (2, 3 e 4). Veja como acessar o “Modo seguro” no W8, W8.1, W9, W10 no final desta matéria.

5> A melhor forma de fazer buscas no computador todo à procura por pastas e arquivos inúteis (aqueles que não mais estão sendo usados, portanto, são lixos), é pelo boot mínimo do XP (usar um Live CD/DVD ou LivePen) acionar o utilitário de pesquisa.

6> Para isto basta clicar no Start>Search>For Files or Folders… (Iniciar>Pesquisar>por arquivos e pastas), já no campo de nome: Search for files or folders named: digitar o nome do arquivo (ou pasta) que deseja pesquisar (imagem abaixo), em seguida, clicar no botão Search Now (Pesquisar agora).

Porquê usar os Modos seguros dos Windows
Muitos usuários podem perguntar: Porquê usar o Modo seguro? Ocorre que, quando se instala ou remove programas que alteram recursos do sistema – como o SP3, por exemplo – e, ou quando se realizam alterações/configurações como as indicadas nos passos acima em modo normal. Geralmente causam erros devidos muitos programas e recursos do sistema estão ativos na memória, com isto, eles impedem que sejam alterados ou atualizados.



1> Embora muitos usuários não acreditem, usar com regularidade (duas vezes por semana, por exemplo) o Limpador e o Desfragmentador de disco do Windows ajuda bastante, principalmente quando o usuário costuma instalar e remover programas (mais ainda jogos) que acumulam uma grande quantidade de arquivos inúteis no sistema.

2> Além de usar a ferramenta para a limpeza de disco do próprio Windows, pode-se usar bons programas para se fazer uma limpeza completa no sistema Windows (no sistema e no registro também), como estes da lista abaixo:
Your Cleaner, WiseDiskCleaner, Registry Mechanic, MV RegClean (vrs. 5 e 6), Disk Cleaner Free e CCleaner. No caso do "CCleaner", para que ele realize a tarefa mais eficientemente deve-se ativar todas as opções disponíveis, menos a última (imagem abaixo), isto porque com ela ativada a tarefa demorará muito para terminar.

3> Estes programas fazem a remoção dos arquivos inúteis que usam extensões, tais como: *.bak, *.chk, *.$$$, *.~, *.~~~, *.OLD, *.~*, ~*.*, *.---, *.GID, *.FTS, *.FND, *.$DB, *.DB$, *.DIZ, *.SDI, *.DA0, *.DMP, *.NCH, CHKLIST.*, ANTI-VIR.DAT, *.MTX, MSCREATE.DIR, Windows LOG, *.TMP).


4> Os arquivos inúteis ficam armazenados no HD e tomando espaço desnecessário, e também na memória principal. Com o ambiente de trabalho ou de lazer limpo e organizado, tudo é mais fácil, produtivo e divertido. Assim também é com o sistema Windows produtivo e divertido. Assim também é com o sistema Windows.



Desfragmentação feita pelo Modo seguro com prompt
Há certas situações em que é preciso desfragmentar a partição – a unidade C:, por exemplo –, onde o Windows está instalado, mas, este não carrega em Modo normal, somente em Modo seguro com prompt de comando. E caso o HD esteja muito fragmentado não será possível criar a segunda partição. Também, depois de programas desinstalados deve-se fazer a limpeza de disco e, em seguida, desfragmentar a unidade C:\ – ou outras unidades existentes.
E uma dessas situações é quando a máquina conta com o XP instalado e precisamos dividir o HD (criar uma segunda partição, unidade D:) para instalar o W7, por exemplo, nesta segunda partição. Ou ainda, criar uma segunda partição para salvar os dados do cliente que estão gravados na primeira partição (a C:) do sistema XP, sistema este que está com problemas. Para fazer a desfragmentação pelo Modo seguro com prompt de comando do XP basta seguir estes passos descritos abaixo:

1> Reiniciar o PC e ficar teclando “F5” (no caso do XP); F8 (Vista e W7) e Shift+F8 (W8) seguidamente até que apareça na tela as seguintes opções: Modo seguro, Modo seguro com rede, Modo seguro com prompt de comando – selecionar a terceira opção e teclar (Enter) duas vezes. Veja como acessar o “Modo seguro” no W8, W8.1, W9, W10 no final desta matéria.

2> Já visualizando a tela do “Modo seguro com prompt de comando” digitar esta linha de comando: defrag c: -f -v  e teclar Enter (imagem abaixo). Caso a partição esteja muito fragmentada todo o processo será bem demorado. Digite no prompt de comandos do cmd defrag /? para obter mais informações sobre a linha de comandos "cmd defrag" e os respectivos parâmetros “-f -v”.

SystemVolume Information - Como acessar
Também, em determinadas situações pode ser preciso acessar (desproteger) a pasta SVI (SystemVolume Information – para nós técnicos, PRS ou Ponto de restauração do sistema). Aqui é recomendável desproteger a pasta SVI quando se vai fazer escaneamento a procura de malwares (vírus, trojans, etc.) ou limpeza no HD. Para isto basta seguir os passos descritos abaixo:



1> Como sabemos, a pasta SVI contendo o ponto (ou os pontos) de restauração do sistema fica oculta e protegida, sendo que ninguém tem permissão de acessá-la, a não ser via linha de comando do cmd (command) como veremos aqui. Ou então, por meio de um LiveCD ou LiveDVD contendo um sistema mínimo (somente para boot na máquina) o XP ou Linux.

2> Primeiramente, caso a pasta SVI esteja oculta deve-se desocultá-la. E para isto, basta abrir o “Meu computador”, clicar na guia Ferramentas, clicar em Opções de pasta..., em Modo de exibição e desmarcar os itens Ocultar arquivos protegidos do sistema (recomendável), Ocultar as extensões dos tipos de arquivo conhecidos e marcar o item Mostrar pastas e arquivos ocultos, clicar em Aplicar e em OK.

3> Agora ir ao Iniciar>Executar>Abrir: e digitar cmd e clicar no botão OK. Já com o cmd aberto digitar cd\ e dar (Enter), e digitar esta linha de comando: cacls “c:\system volume Information” /e /g administrador:f e dar (Enter).

4> Observar que em “administrador” deve-se digitar o “nome” do usuário cadastrado no PC (José, por exemplo), caso não seja este o nome (administrador) usado no exemplo. Veja exemplo na imagem abaixo, (esquerda>direita), sendo que a da esquerda exemplifica a linha de comando digitada, e a da direita a pasta System volume Information já acessível.



Acessar o Modo seguro do sistema
Aliás, acessar o Modo seguro do WXP e W7 é muito fácil, basta ao ligar ou reiniciar o computador teclar seguidamente a tecla (F5) e em seguida a tecla (F8) e selecionar as opções relacionadas com o Modo seguro do Windows. Modo este para a manutenção preventiva e corretiva do sistema operacional Windows.
Já no caso do W8, W8.1, W9 ou W10, é muito mais difícil acessar as opções relacionadas com o Modo seguro desses sistemas. Contudo, isto se torna bem mais fácil quando se instala o programa "ReimageRepair (RR, link para baixá-lo: http://pt.kioskea.net/download/baixaki-14255-reimage-pc-repair-online)". Depois do (RR) instalado basta acessar a pasta onde ele foi instalado, seguindo este caminho: C:\Program Files\Reimage\Reimage Repair e executar o seguinte arquivo: ReimageSafeMode.exe
Pode-se também acessar o "Msconfig" no Modo normal do WXP, W7, W8 e W8.1 e agendar o computador para reiniciar no Modo seguro. Para isto teclar o conjunto de teclas "Win+R" e na janela Executar digitar msconfig e teclar (Enter), na interface do Msconfig (imagem abaixo, esquerda) procurar pela opção /SAFEBOOT (no caso do WXP) e marcar o quadrado.
Já no caso do W7, W8 e W8.1, clicar na opção “Inicialização do sistema” e ativar a opção Inicialização segura. É isto que o ReimageSafeMode.exe faz.
Caso o computador conte com dois (ou mais) sistemas operacionais (so) instalados – o XP, W7 e o W8, por exemplo, imagem abaixo a direita –, no menu de boot para selecionar qual sistema será carregado para a memória, basta teclar "F8" e será mostrado na tela do monitor várias opções relacionadas com o boot, sendo que a opção do Modo seguro para o W8 e W8.1 é a tecla "4".
Usuários que utilizam o computador para trabalhar, principalmente quando o trabalho depende diretamente da Internet, é aconselhável ter dois sistemas – o W7 e o W8, por exemplo – instalados no computador. Com isto, caso um deles  – o W7, por exemplo – esteja com problemas com o carregamento ou com a conexão a Internet, basta carregar o W8 que o serviço não ficará parado até o técnico chegar.



Criar Pontos de restauração do sistema
Os “Prs” (Pontos de restauração do sistema) nos tiram dos apuros quando o sistema fica instável por causa de vírus, conflitos de drivers ou por problemas com softwares instalados e conflitantes no Windows. Porém, caso o sistema esteja infectado por algum vírus e este esteja alojado num dos “Prs” (e geralmente isto acontece), com isto, o programa antivírus não conseguirá remover o vírus.
Portanto, antes de iniciar o escaneamento completo a procura de vírus no sistema todo deve-se desativar o recurso “Proteção do sistema” no “Propriedades de sistema” (XP). No caso do W7 e W8, é no Sistema, somente.
Agora, caso você não queira ter trabalho para criar e restaurar os Prs, basta baixar (link abaixo) e instalar o excelente programa (para W7, 8, 8.1) indicado abaixo:

>Install Restore Point Creator




Por: Jkbyte


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Função do fio de cor laranja no conector power SATA

Conector power SATA conta com 15 pinos

Funções “Spinup” (Spin-Up) e Staggered spinup

Segundo a mídia especializada em hardware, elétrica e eletrônica, a linha de tensão referente a +3,3 volts (fio de cor laranja que sai da fonte ATX – veja mais informações abaixo) é direcionada para dispositivos portáteis, neste caso, a linha de +5 volts pode deixar de ser usada futuramente.
Mesmo assim, é aconselhável que se use a linha de +3.3 v. em dispositivos instalados em máquinas desktops, especialmente HDs SATA. O respectivo conector power SATA conta com vias elétricas, e como os dispositivos SATA (HD, Drive leitor/gravador de CD/DVD) necessitam de quatro linhas de alimentação (+3.3 v, +5, +12 e Terra – tensão de referência 0 (zero), essas linhas continuam ativas. Desta forma, as  quatro linhas das tensões (+3,3v; +5v; +12v e 0v) ligadas nos conectores de 15 vias estão assim distribuídas no interior do conector power SATA (mais detalhes na imagem abaixo):
Linha "laranja" para 3 vias para a tensão ativa de +3.3v (vias 1, 2, 3)
Linha "preta" para 3 vias para a tensão de referência “zero v.” (Terra - vias 4, 5, 6)
Linha "vermelha" para 3 vias para a tensão ativa de +5v (vias 7, 8, 9)
Linha "preta" para 3 vias para a tensão de referência “zero v.” (Terra – vias 10, 11, 12).
Linha "amarela" para 3 vias para a tensão ativa de +12v (vias 13, 14, 15);



Como podemos ver pela imagem acima as três tensões ativas (+3,3v; +5v; e +12v;) estão isoladas – por três vias entre elas – pela tensão de referência 0v (zero volt), isto é preciso devido as altas correntes (Amperagens) que são liberadas pelas linha ativas em fontes potentes que, somadas, podem atingir algo como 105 A (48 A para a linha de +3,3v; 34 A para a linha de +5v; e 23 A para a linha de +12v), gerando assim uma potência real de algo como 604 Watts.
E quando o sistema elétrico não está aterrado, sistema este que alimenta a fonte de alimentação e esta alimenta o computador todo, a tensão de referência "0" (zero) volt é retirada do próprio gabinete do computador, sendo por isto que os gabinetes são feitos de materiais condutivos, nunca de plástico. E devido a isto, ou seja, gabinetes serem feitos de materiais condutivos e mesmo as placa-mãe serem fixadas nesses gabinetes, caso você corte todos os fios pretos dos dois chicotes (ATX24 vias e ATX12V 4 vias; ou ATX EPS12V 8 vias) da fonte que chegam até a placa-mãe o computador ligará, mas, alguns segundos depois ele desligará. Agora, descapando a ponta de um desses fios pretos e encostando-o no gabinete o computador permanecerá ligado.
Portanto, essa tensão de referência "0" (zero) volt que é muito necessária para todos os componentes eletroeletrônicos que se encontram na própria fonte de alimentação, na placa-mãe, no processador, no módulo (ou módulos) de memória e, principalmente, nos principais periféricos instalados no computador como uma placa gráfica potente e um modelo de HD de 1 TB, tensão de referência "0" (zero) volt esta que é retirada do próprio gabinete do computador.
Contudo, este sinal de tensão zero é muito pouco para suprir a enorme demanda elétrica que alimenta o computador todo, principalmente quando a máquina é potente.



Como exemplo, o conector ATX de 24 vias para alimentar um modelo de placa-mãe básica ou mesmo um modelo avançado precisa de 8 linhas desse sinal zero; o conector ATX12V de 4 vias para alimentar um modelo de processador básico precisa de 2 linhas desse sinal zero; já para alimentar um modelo de processador avançado precisa do conector EPS12V de 8 vias, sendo que 4 linhas para o sinal zero.
Com isto, com sinal zero insuficiente gera-se muito calor e sobre-cargas nos componentes eletroeletrônicos integrados no processador, no módulo de memória, e principalmente na fonte de alimentação, na placa-mãe, no HD e na placa gráfica, gerando perda de desempenho da máquina como um todo. Atualmente este fio (ou linha) de cor laranja referente a tensão de +3,3v é encontrado nas fontes para computadores que operam com potência real, ou seja, com Watts Reais (W/R) – mais detalhes na imagem acima.

De onde veio a tecnologia SATA
Bem, agora a pergunta: E qual a função do pino “11” no conector power de 24 vias/pinos. Este pino tem a função chamada de “Spinup” (Spin-Up), ou seja, função de habilitar dispositivos que necessitam de mais tensão num sistema onde existem mais de um drive SATA (mais de um HD, por exemplo) instalado. É uma segunda linha extra para a tensão de +12v, como podemos ver no detalhe a direita na imagem abaixo.
Caso a placa-mãe de sua máquina conte com o conector ATX fêmea de 24 pinos, mas, sua fonte de alimentação conte apenas com o conector ATX macho de 20 pinos (modelos de fontes ATXs mais antigas), pode-se usar – caso a fonte seja nova e sua máquina não conte com placa aceleradora gráfica – um adaptador de 20 pinos para 24 pinos – veja exemplo desse tipo de adaptador nesta imagem abaixo.
Porém, como a tecnologia para as interfaces (circuitos) SATA para HDs para máquinas modernas, sejam elas desktops, notebooks ou netbooks, é oriunda da tecnologia SCSI (Samall Computer System Interface), tecnologia esta para servidores de arquivos, por exemplo.



Portanto, o recurso Spinup – por enquanto – só é encontrado em dispositivos (HDs, por exemplo) que usam a tecnologia SCSI. Mais informações sobre a tecnologia SCSI neste link abaixo:


Além do recurso Spinup disponibilizado (não ativado) pelo pino “11”, ele também disponibiliza o recurso chamado de “Staggered spinup”, este recurso tem a função de por dispositivos (quando existem mais de um instalado no sistema) inativos em modo Standby, ou seja, em modo de economia de energia.
Contudo, tanto o recurso Spinup como o Staggered spinup estão desativados para dispositivos SATA. A idéia é que a partir da versão do SATA 3 isto venha a ocorrer, portanto, só resta então aguardar. Até lá – caso o preço esteja acessível aos usuários domésticos – os HDs com interface SATA já terão sido substituídos pelos superápidos HDs SSD (Solid State Drive ou Unidade em estado sólido – veja o vídeo no link abaixo).


Lembrando ainda que a via 9 (fio de cor violeta no conector de 20/24 vias da fonte de alimentação ATX/EATX), tem como função transportar a tensão positiva de +5,0 vdc, para a técnica conhecida por SB ou Stand By (modo de economia de energia).
Além do recurso Spinup disponibilizado (não ativado) pelo pino “9”, ele também disponibiliza o recurso chamado de “Staggered spinup”, este recurso tem a função de por dispositivos (quando existem mais de um instalado no sistema) inativos em modo Standby, ou seja, em modo de economia de energia.

ATX (Advanced Technology Extended)
Este termo se refere a tecnologia (ou tecnologias) do design utilizada nas placas-mãe modernas, a partir do desenvolvimento do processador Pentium Classic, pela Intel. Também se refere aos Gabinetes ATX e respectivas Fontes ATX (de 20 fios/20 pinos/20 vias) e ao padrão EATX (Extend ATX de 24 fios, 24 pinos e 24 vias), quando os mesmos são utilizados nas placas-mãe modelos ATX/EATX.
Aqui, no caso, é a fonte de alimentação que fornece (via respectivos fios e conectores molex) as respectivas tensões para alimentar os componentes da placa-mãe (capacitores, transistores, diodos, varistores, etc.), e componentes instalados na placa-mãe, tais como:
Processador, Módulo de memória e outros circuitos (chips) integrados na placa-mãe; aos periféricos como, por exemplo: placas adaptadoras, HD`s, drives de disquetes, drives leitores e gravadores de CD/DVD, e muito outros.
Observar na imagem abaixo (conectores EATX quando conectados nos respectivos conectores na placa-mãe) que só para a placa-mãe, para que ela seja alimentada com a tensão de referência “0” (zero), são 8 fios pretos com a função de levar este sinal de tensão de referência “0” (zero) que está especificado como sinal GND (Ground ou Terra).
Também nesta imagem abaixo vemos um conector (muitas placas gráficas potentes exigem dois conectores desses) com 8 linhas de alimentação para placas aceleradoras gráficas potentes, sendo que 5 linhas dessas 8 linhas são para tensão de referência “0” (zero) – veja este conector no detalhes em círculo na imagem abaixo. Em cada conector IDE/SATA, em cada conector Molex IDE/PATA e em outros conectores que são conectados a placa-mãe vemos os respectivos fios pretos para tensão de referência “0”.



Lembrando ainda que a via 9 (fio de cor violeta no conector de 20/24 vias da fonte de alimentação ATX/EATX), tem como função transportar a tensão positiva de +5,0 vdc, para a técnica conhecida por SB ou Stand By (modo de economia de energia).
Como a fonte está sempre ligada a via “9 também fica energizada o tempo todo. Esta via tem também a função de ligar a máquina quando se pressiona o botão liga/desliga, já que este sinal de tensão +5 vdc SB também gera o sinal de tensão PWG_OK, sinal este que a fonte envia para a placa-mãe para que esta ligue a máquina (quando se pressiona o botão liga/desliga no painel frontal do gabinete). Ao contrário das fontes AT, que ao pressionar o botão liga e desliga no painel frontal, é a fonte AT que será ligada.
Agora, desejando ligar (ou dar a partida) uma fonte ATX diretamente, ou seja, sem ser preciso pressionar o respectivo botão liga-desliga frontal no gabinete do computador, basta ligar o fio verde (via 14, que libera o sinal elétrico PS_ON) com o fio preto (via 17, que libera o sinal elétrico GND, tensão de referência zero que é obtida à partir do aterramento elétrico).
Já para ligar diretamente uma fonte AT, basta unir o fio marrom com o fio preto que se encontram no botão liga/desliga.
Muitos falam e outros escrevem na Internet dizendo que basta ligar o fio verde (PS-ON ou Power System-ON) com o fio preto (qualquer um deles) para saber se a fonte de alimentação está boa.
Porem, isto não serve para testar se realmente a fonte de alimentação para PCs está ou não boa, e sim, serve somente para dar partida na fonte e verificar as respectivas tensões que, se a fonte der a partida, pode-se medi-las com o voltímetro.
Contudo, conectores disponibilizando as tensões elétricas (em Volts) suficientes de +3,33v; +5v; e +12v nem sempre estará disponibilizando corrente elétrica (em Ampéres) suficiente, e é a corrente elétrica que fará computador dar a partida e manter o tempo todo, isto porque sem corrente elétrica suficiente não ocorrerá a potência elétrica (em Watts).



Como exemplo de como ocorre  a tensão, corrente e potência vamos usar o Golfe. Aqui, o jogador é tensão (em Volt), o taco é a corrente (em Ampéres) e a bola a potência gerada (em Watts). Portanto, quanto mais forte e técnico for o jogador mais pressão manipulará o taco e, conseqüentemente, mais forte ele baterá na bola, assim, tensão de +12v x corrente de 50a resultará numa potência de 600w – 600 metros percorridos pela bola, no caso do golfe.
Neste caso uma fonte bem genérica e nova de 230 W/R disponibiliza em sua linha de +3,33 v 15 A; em sua linha de +5,00 v 16 A; e em sua linha de +12,00 v 14 A, totalizando 45 A – fonte para alimentação de computadores bem fraca em termos de potência elétrica.
Já um modelo bem melhor de 500 W/R (imagem acima) disponibiliza em sua linha de +3,33 v 28 A; em sua linha de +5,00 v 30 A; e em sua linha de +12,00 v 14 A, portanto, totalizando 72 Ampéres. Na etiqueta na fonte da imagem acima vemos que essas três linhas de tensão totalizam 480 Watts Reais, porém, ao multiplicarmos as voltagens (3,3 x 28A + 5 x 30A + 12 x 14A + -12 x 0,3A + -5 x 2.5) resulta em pouco mais de 425 W/R.
No geral, mesmo ventoinhas mais potentes que retiram o calor e a poeira de dentro da fonte são ligadas usando a tensão de +12 volts e baixa corrente elétrica, algo como entre 0,20 a 0,40 Ampéres (20 a 40 miliampéres), consumindo pouca potência elétrica, algo como de 2,4 á 4,8 Watts de potência elétrica (12 x 0,40, por exemplo).
Já um computador moderno com uma configuração bem básica pode consumir 100 vezes mais que a ventoinha, ou seja, algo como 400 Watts.
Portanto, técnico que é técnico mesmo conta com um bom multímetro/voltímetro e um amperímetro. Ou então, ter uma fonte nova similar de reserva a aquela aparentemente que está com baixa corrente elétrica para dar partida no computador, caso o computador inicialize e opere normalmente, comprova-se que o problema está na fonte.

Fontes fracas e ventoinhas fracas e empoeiradas
Como as ventoinhas que operam como exaustores dentro das fontes que acompanham a maioria das fontes genéricas de baixo e médio custo, operam com 12 vdc (volt direct current – voltagem com corrente direta) e baixa corrente elétrica, de 0,13 à 0,20 adc (ampére direct current). Com isto podem reduzir ainda mais a baixa eficiência dessas fontes em ambiente quentes.



No caso de computadores instalados em ambientes quentes ou empoeirados sendo alimentados com sistema elétrico não aterrado, ou também, no caso das fontes serem genéricas e modelos que esquentam muito – modelos que contam com componentes eletrônicos de baixa qualidade, por exemplo. Nestes casos, deve-se aterrar o sistema elétrico e instalar uma segunda ventoinha na traseira da fonte para ajudar a primeira ventoinha – imagem acima como exemplo.
E para fixar a segunda ventoinha na traseira da fonte é muito simples, basta usar cola do tipo super bonder, sendo que a alimentação poderá ser via conector molex ou via conector na placa-mãe.
Todos que trabalham com computadores sabem que o maior inimigo das ventoinhas, principalmente das fontes e dos dissipadores de calor das CPUs e GPUs, é o acumulo de poeira no rolamento destas. E este acúmulo de poeira reduz a rotação das ventoinhas das fontes de alimentação e, na maioria das vezes, elas travam ou param de funcionar e a fonte fica sobre calor excessivo em seu interior podendo causar a queima total da mesma.
Veja nesta imagem abaixo um exemplo de fonte bem empoeirada, e com toda certeza esta fonte deveria trabalhar sobre calor interno no limite e baixa eficiência energética.
Como um exemplo, um modelo de fonte da Thermatake opera com 650 W/R e suporta temperatura de "0 graus a 40 graus" centígrados. Esta fonte operando com mais de 40 graus pode ser prejudicial para os seus componentes internos e até ocorrer a queima da mesma, no caso do computador ficar ligado por dias sem dar uma folga para a fonte.
Portanto, a cada seis meses aproximadamente deve-se limpá-las e lubrificá-las, principalmente computadores (isto também vale para os notebooks) que estão instalados em ambientes que geram uma grande quantidade de poeira  e muito calor.
E para lubrificar as ventoinhas – depois de limpas, é claro – pode-se usar produtos tipo limpa-cantatos/lubrificantes/desengripantes em splay, tais como os excelentes: WD-40 (é ótimo e caro também – imagem acima); ultra-lub (imagem acima, bem mais barato); limpa-contato ultra-lub; e vonder limpa-cantato. Ótimos produtos também para limpar e lubrificar os conectores da fonte de alimentação.



No geral quando a fonte está operando com baixa eficiência elétrica, ou seja, não está liberando corrente elétrica suficiente para ligar somente a placa-mãe, o PC às vezes liga e em outras não liga; às vezes também a gaveta do leitor/gravador de CD/DVD não abre ou não grava, ou então, lê DVD com muita dificuldade sendo que a fonte pode esquentar bastante.
Já vi casos de o computador instalar o sistema operacional normalmente – o Windows XP, por exemplo –, mas na hora de conectar a Internet ele travava. Uma fonte mesmo sendo nova, mas fraca, pode dar problema no HD assim como fonte cansada, empoeirada e com a ventoinha travando ou girando com baixa rotação.

                                                                       Por: Jkbyte