domingo, 20 de outubro de 2013


Downloads de programas diversos

Programas para limpeza e manutenção

Limpeza do Registro, Memória e HD

Aqui indicamos programas que, em nossa opinião, são o melhores para a limpeza do Registro do Windows (2000, XP, 2003, Vista, 2008, W7 e W8); limpeza de extensões inúteis de programas que já foram desinstalados; e limpeza do disco rígido, seja um modelo IDE/PATA, IDE/SATA ou SSD. Mais detalhes sobres essas tecnologias no dicionário do Dicdicasinfo (link abaixo).


O Registro do Windows (Todos)
O Registro do Windows, por exemplo – mais informações sobre ele no link abaixo – armazena uma grande quantidade informações de todos os programas que são instados nele, principalmente quando os programas são pesados – jogos, por exemplo. Como um exemplo, nesta máquina onde estou digitando esta matéria com o XPSP3 instalado segundo o Notepad++, o Registro conta tamanho de “68.857 KB” e com mais de “627 mil” linhas de entradas (incluindo as linhas vazias).


Porém, ocorre o seguinte: Mesmo que o programa (ou os programas) seja desinstalado corretamente pelo “Adicionar remover programas” do XP, por exemplo; ou pelo “Programas e recursos” do W7, por exemplo. Muitas entradas (informações de programas instalados no Windows) que esses programas gravaram no Registro do Windows e continuam lá mesmo após o programa – um antivírus, por exemplo – ser desinstalado por completo.




Além dessas entradas inúteis que ficam gravadas no Registro do sistema Windows, muitos programas também deixam – na pasta “Arquivos de programas” – suas respectivas pastas de instalação, como exemplo, o programa antivírus AVAST.
A grande maioria dos programas que são desinstalados também deixa suas respectivas – e inúteis – extensões (imagem acima como exemplo) no HD que, ao longo de três meses, por exemplo, essas extensões vão se multiplicando a cada mês. Com isto, ficam tomando espaço desnecessário no HD.
Como exemplo de extensões inúteis, o excelente programa “WiseDiskCleaner” (imagem acima) possui em sua lista mais de quarenta delas, sendo que a maioria delas do tipo temporário. Portanto, para se livrar dessas sujeiras deve-se usar os programas aqui indicados uma vez por semana – no máximo.

Lista dos melhores programas para limpeza
Caso nunca se tenha usado nenhum desses programas que estamos indicando aqui, ao serem usados, eles podem demorar para concluir a respectiva tarefa, principalmente o também excelente “Your Cleaner” (no modo full ou completo).
Esses programas indicados abaixo são ótimos para efetuar a limpeza completa no computador, principalmente no HD e no Registro do Windows, apagando arquivos desnecessários nessas áreas. Esses programas devem ser usados com freqüência para manter o HD sempre limpo.
>Veja abaixo a lista desses programas que indicamos e os respectivos links para baixá-los:

>Ccleaner – Este programa é muito usado e comentado entre os usuários de computadores, pois limpa o HD e o Registro das inutilidades com muita eficiência. Também remove entradas (gravadas no Registro do Windows) de programas que são executadas na memória principal junto com o Windows na inicialização.

>Cleanmgr – Programa do próprio Windows, que também faz limpeza completa no HD e, no caso do XP, por exemplo, ele também verifica se o Windows está com arquivos corrompidos, caso ele esteja, ele pede o CD do XP – o mesmo que digitar no Executar esta linha: sfc/scannow.




>EasyCleaner – Este programa limpa o Registro, remove cookies, arquivos duplicados, etc.; acessa o Adicionar remover programas, exibe e remove programas que iniciam com o Windows – conta com várias opções de uso.

>MV RegClean 5.5 – Este é um ótimo programa desenvolvido pelo brasileiro Marcos Velasco. Esta versão é a mais indicada. Ele é pequeno (imagem acima), mas muito eficiente, sendo que há muito tempo está entre os mais baixados da Internet.
>RegClean – Ótimo aplicativo para corrigir erros no Registro do Windows, mesmo nas versões mais recentes do Windows, já que a arquitetura do Registro sempre foi mesma – seja do atual W8 para o antigo W95.

>RegCorretor – Tal como o RegClean, este também é ótimo para corrigir – e deletar – erros no Registro do Windows (todos) e em outras áreas do sistema.

>Registry Mechanic 4.0 – Eu, particularmente, prefira esta versão. Este também é outro ótimo programa para manutenção e limpeza do Registro, prefiro esta versão por ser mais eficiente e rápida.

>Wise Disk Cleaner – Este é mais um programa que dispensa comentários, isto porque ele remove todas extensões inúteis que ficam no HD, e olha que são muitas ao longo do tempo de uso com computador.

>Your Cleaner – Aqui, outro programa que dispensa comentários sendo que remove todos os arquivos inúteis que ficam no HD , e principalmente, as entradas inválidas no Registro.

>FileCleaner – Este programa é bem completo, contando com várias opções para a limpeza e correção de arquivos no sistema Windows, principalmente para corrigir o Registro – mas, esta opção está disponível somente na versão completa.




>Portinho – O autor Bernardo Porto não foi feliz ao escolher este nome (portinho) para este programa, contudo, nem por isto ele deixa de ser ótimo para a limpeza e manutenção rápida no computador.

>Disk Cleaner Free – Este é outro ótimo programa para se fazer a limpeza do disco rígido, seu logotipo é uma boa vassoura que varre mesmo e elimina as inutilidades. Programa eficiente e muito fácil de usar.

>JetClean – Este é outro ótimo programa para se fazer a limpeza (e corrigir arquivos) no disco rígido. Aqui, o programa é bem eficiente mas não é muito fácil de usar.

>PrivacyMantra – Este é mais um programa com a função de limpar o HD, porém, com nome bem estranho – do português, é algo como: fórmula para limpar e manter a privacidade das informações.

>StartupRun – Aqui, algo como: Iniciar, executar e manter na memória principal. O MSConfig desativa (e remove) entradas de programas que iniciam junto com o Windows. Porém, ele não desativa e muito menos remove programas que iniciam com o Windows no modo oculto, portanto, o StartupRun – na minha opinião – é o melhor de todos. Para efeito de comparação, veja na imagem acima que na lista do “MSConfig” constam 10 entradas de programas, já na lista do “StartupRun” constam 16; na lista do “Ccleaner” constam 10 entradas, e na lista do “EasyCleaner” constam 14 entradas.

Nota:
Todos os programas indicados acima rodam diretamente a partir do HD, dum HD externo ou Pendrive, ou seja, não é preciso instalá-los no HD – são programas portables, ou seja, você os leva onde quiser. É aconselhável rodá-los a partir do Modo seguro do sistema, sendo que farão as limpezas mais rapidamente e com mais segurança também.

                                                                    Por: Jkbyte

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Wireless Networks (Redes sem fios)
 Condutores de sinais sem fios e os de cobre O ar é o condutor físico para os sinais


=============SEGUNDA PARTE=============

Transmissões por meio de Satélites
As transmissões feitas por meio de satélites e por meio de antenas parabólicas (veja a imagem abaixo, a esquerda) possibilitam fazer transmissões à grandes distâncias, porém, essas grandes distâncias irão depender em quais locais esses satélites estão localizados. Dois satélites nacionais trocando informações com fontes também nacionais – dentro de um pequeno país, por exemplo.
Esses dois satélites não estarão fazendo transmissões à grandes distâncias, e sim – em termos de transmissões via satélites –, à uma pequena distância. Agora, caso esses mesmos dois satélites estejam trocando informações com outros países, aí sim, estarão fazendo transmissões às grandes distâncias. Veja nesta imagem abaixo um exemplo de duas redes recebendo informações por meio de Satélite.




Transmissões por meio de satélites podem ser feitas entre dois ou mais países muito distantes, utilizando-se para isto os satélites retransmissores de sinais, sendo que esses satélites do tipo retransmissores de sinais estarão geograficamente estacionários na órbita terrestre, e recebendo os sinais dos endereços origens amplificando-os e, logo em seguida, retransmitindo-os para os endereços destinos. Esta é a rede de computadores que realmente possui um alto custo, ficando restrita as grandes multinacionais.

Novas Tecnologias para redes Wireless
Com uma ótima aceitação e expansão no mercado mundial das redes Wireless, há cada ano surgem novas tecnologias de comunicações direcionadas para as redes sem fios. E todas essas tecnologias seguem as especificações do comitê IEEE 802.11b High Rate (Taxas em alta velocidade). Como exemplos, podemos citar as seguintes:

Tecnologia AIRLAN
Fornecida pela empresa Solectek, utiliza a tecnologia de rádio, tecnologia esta desenvolvida pela NCT Corp. A taxa de transferência de dados gira em torno de 2 Mbps, e a área em que o AIRLAN alcança é de 5 km, aproximadamente.

>Tecnologia ALTAIR
O sistema Altair – oferecido pela Motorola – opera na faixa de freqüência dos 18 GHz. Sua taxa de transferência de dados chega a atingir 10 Mbps. O Altair cobre uma área de 28 km, isto quando os sinais não encontram nenhum tipo de obstáculo pela frente.
Em áreas fechadas e com muitos obstáculos, como escritórios, hospitais, por exemplo, este sistema cobre uma área de 30 a 50 metros, aproximadamente. Utilizando circuito de rádio, o sistema Altair possibilita interligar grupos de trabalho e, conseqüentemente, é instalado em locais visando substituir cabos e, ou então, em locais onde é impossível utilizar cabos para o transporte de pacotes de dados.
Operando como um AP na forma de hub de rádio (o modulo de controle central – veja a primeira imagem acima), o sistema Altair suporta até 32 módulos / usuários conectados / interligados ao hub ou modulo central, neste modelo de AP ou Access Point ou Ponto de acesso central, da 3Com (o 3Com AirConnect).

>Tecnologia COMPAQ WL
Segundo a mídia especializada, este sistema opera com freqüência de 2,4 GHz (2 bilhões e 400 milhões de Hertz por segundo). Sua taxa de transferência de dados (nas primeiras versões) chega a atingir 11 Mbps, sendo que à distância de alcance nas transmissões ou recepções dependerá diretamente da área em que o sistema estiver instalado, pois em áreas abertas (sem obstáculos) chega a atingir até 350 metros. Já em áreas com obstáculos (hospitais, escritórios, por exemplo) o alcance está limitado a 100 metros.

>Tecnologia RANGELAN
Sistema denominado de RangeLAN2/PCMCIA, depende da tecnologia de dispersão de espectros da freqüência (separação de ondas / imagens) na faixa de 2,4 GHz à 2,4835 GHz. Sua taxa de transferência de dados é baixa, razoáveis 1,6 Mbps ou 195,31 KBps. Quanto à distância alcançada, pode-se alcançar – em ambientes abertos, ou seja, sem obstáculos –, até 300 metros. Em ambientes com obstáculos a distância fica limitada a  150 metros.

>Tecnologia ROAMABOUT
Esta tecnologia disponibilizada pela Cabletron, adquirida da Digital, possibilita fazer transmissões / recepções até 2 Mbps, e a uma distância máxima de 11 km.

>Tecnologia WAVELAN
Este sistema de rede WireLess de dispersão de espectro tipo manufaturado (fabricado) pela NCR, utiliza um protocolo proprietário e o protocolo de checagens de erros, detectando e corrigindo os erros nas transmissões/ recepções dos pacotes de dados.
Sua taxa de transferência de dados gira em torno de 2 Mbps. Possui também uma opção de ecriptação de dados com proteção contra todos os tipos de acessos eletrônicos ilegais (espionagem eletrônica). Operando na faixa de freqüência de 902 à 928 MHz, consegue alcançar – com pequenas antenas transmissoras e receptoras – distâncias entre 250 e 300 metros, mas desde que não haja obstáculos pesados (metais por exemplo) obstruindo a rota dos sinais. Aumentando-se a altura das antenas, aumenta-se o alcance para até 1 km, ou mais.

Padrões para as redes sem fio Wi-Fi
Veja nesta tabela abaixo (e nestes links abaixo), as principais características técnicas dos padrões 802.11 (especificações do IEEE - Institute of Electrical and Electronic Engineers) mais utilizados atualmente para a implantação de redes sem fio, utilizando a tecnologia Wi-Fi (Wireless Fidelity). No entanto, muitas coisas mudaram – e para melhor – com relação às novas tecnologias Wireless e tecnologia Wi-FI desde o ano de 2003, como mostra nesta tabela.


Por esta tabela abaixo podemos ver que o padrão 802.11a não possui compatibilidade com outros padrões, como o 802.11b e 802.11g., pois opera somente com o modo de modulação e codificação OFDM e com a faixa de freqüência de 5,8 GHz. Portanto, ao montar uma rede sem fio com o padrão 802.11a, todo o equipamento utilizado deve ser desse padrão. Já os padrões 802.11b, 802.11g e Dual Band, são compatíveis entre si.
Outro detalhe a ser observado é com relação aos canais para cada padrão (802.11a, 802.11b e 802.11g). Como mostra a tabela abaixo cada padrão com um determinado número de canais, sendo que somente o padrão 802.11a opera com 54 canais.




A definição pelo uso de canais nas redes sem fio tem como a finalidade evitar por completo (ou reduzir a intensidade) as interferências nas informações que trafegam pelo ar. Com isto, pode-se instalar numa mesma rede sem fio (num mesmo local) mais de um dispositivo AP (Access Point), cada um operando com o seu respectivo canal.
Atualmente os canais mais utilizados com os padrões 802.11a, 802.11b e 802.11g, são o “1”, “6” e “11”. Observe a distância (5 canais) de um canal para outro, portanto, desejando utilizar um outro canal utilizar o canal “4 ou 9”.
Observar também que a faixa de freqüência de 2,4 GHz, é a mesma utilizada pelos fornos microondas, aparelhos celulares, aparelhos para monitorar bebês e equipamentos que utilizam a tecnologia bluetooth.
Além dos padrões descritos na tabela, estão em desenvolvimento os padrões 802.11e, direcionado para melhorar a qualidade nas transmissões de vídeo e outras aplicações que exijam melhor qualidade, como multimídia, por exemplo, e o 802.11i, direcionado para dar mais segurança nas redes Wi-Fi.
Atualmente a faixa de 2,4 GHz para redes Wireless domésticas já está saturada, ou seja, com ocupação quase completa do espectro que vai até 3 GHz. Para novas redes Wireless estará sendo utilizado o padrão UWB (UltraWideBand ou Banda ultra rápida), que operará com a faixa de freqüência de 3,1 a 10,6 GHz. O UWB transmite informações na velocidade de 100 Mbps para mais, utilizando-se das ondas de rádio no formato de pulsos curtos (super rápidos) gerando milhões de pulsos elétricos por segundo.

Outras tecnologias ligadas ao Wireless
Para mais informações sobre as tecnologias direcionadas para as redes sem fios, basta conferir os termos descritos abaixo:

>WireLess (WireLess)
Este termo – Wireless – se refere a tecnologia para transmissão de dados (voz,  imagem  e  vídeo) de computador (ou computadores) para computador e, também, entre outros dispositivos que integram a tecnologia Wireless (Sem fios), onde o condutor dos sinais elétricos é o próprio ar – de antena para antena.
Na verdade são utilizados em dispositivos como placas de rede, aparelhos, etc., que operam com sinais de “RF” (Rádio Freqüência – sinais de rádio); sinais de infravermelho, raios laser; sinais microondas (sinais de rádio que operam em altas freqüências) operando na faixa de GigaHertz, ou uma outra tecnologia que possibilite fazer transmissões de dados sem usar fios a curta, média e até as longas distâncias.
Exemplo de tecnologia Wireless que permite transmissões a curta distância é o Bluetooth (Dente azul). Já a tecnologia Wireless é tão versátil que, atualmente, pode-se transmitir e armazenar dados numa rede usando dispositivos tais como: HDs (Hard Disks Wireless) sem usar qualquer tipo de cabo – somente o ar é o meio físico para o tráfego de dados.
Veja na imagem abaixo um modelo exemplo de HD Wireless. Este modelo de dispositivo – contando com conexão Wi-FI (Wireless Fidelity) – é o Stor Center Network, fabricado pela experiente empresa em produtos para o armazenamento removível, a IOMEGA. Mais informações no link abaixo:





Este modelo da imagem acima suporta até 1 TB  (Tera  Byte)  de  armazenamento  de  dados comportados em quatro discos rígidos de 250 GB (Giga Bytes) cada.

Tecnologias Wireless e tecnologias Wi-Fi
Atualmente a tecnologia Wireless define-se pelos vários padrões, como: 802.11e (recursos para a técnica QoS, comunicação multimídia e VoIP); 802.11i (padrão direcionado para segurança nas redes Wi-Fi); 802.11n (padrão que define mais velocidade nas transmissões sem fio, algo como 100 Mbps, suportando ainda a tecnologia MIMO); 802.11r (padrão direcionado para manter a conexão em diversas áreas de serviços); 802.11u (padrão que permite a conexão entre redes sem fio internas e externas – telefonia celular, por exemplo); 802.11s (padrão direcionado para controlar acessos ao meio físico da rede, ou seja, ao endereço MAC).
Wi-Fi (Wireless Fidelity) Este termo se refere ao padrão para redes sem fios e equipamentos utilizados neste tipo de rede. Devido ao seu preço (2009) que caiu bastante, muitas empresas e usuários domésticos estão implantando redes sem fio. O alcance é de 500 metros quando os sinais transmitidos não encontram obstáculos pela frente. O Wi-Fi está sendo muito empregado nos acessos de banda larga.
Atualmente os padrões mais utilizados nas redes Wi-Fi são os seguintes (veja a tabela abaixo). Contudo, novos padrões estão surgindo ano-a-ano.

Modos de operação (Freqüência/Alcance/Taxas de transmissão)
802.11a Opera na faixa de freqüência de 4.8 e 5.0 Ghz e a   54 Mbps
802.11b Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a   11 Mbps
802.11e Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a   54 Mbps
802.11g Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a   11 Mbps
802.11i  Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a   54 Mbps
802.11n Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a 100 Mbps
802.11r  Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a 100 Mbps
802.11u Opera na faixa de freqüência de 2.4 e 2.5 Ghz e a 100 Mbps

WAP (Wireless Aplications Protocol)
Este termo se refere ao protocolo (de arquitetura similar ao protocolo HTT - Hyper Text Transfer), é utilizado para aplicações em redes sem fio, mais especificamente na telefonia móvel. Este protocolo tem como finalidade permitir a conexão entre aparelhos celulares e a rede WAP, e também, a rede mundial – a Web e Web2.
Com o protocolo WAP, um usuário de posse do seu celular (com recursos de conexão a WEB) poderá acessar sites WAP’s (estes especificamente feitos para aparelhos celulares) e também sites da rede mundial.
Atualmente (2007) os sites WAP’s estão engatinhando, portanto, conta com poucos recursos – especialmente gráficos –, e isto é preciso para que as páginas fiquem mais leves do que aquelas que são baixadas nos computadores.
Outro detalhe é que sites WAP’s (e os não WAP’s também) não são gratuitos, assim, se você deseja se cadastrar num desses sites será preciso pagar uma taxa que é cobrada pela operadora dos serviços WAP’s.
Atualmente a operadora CLARO, por exemplo, é que cobra o menor valor por MB (MegaByte) em relação as outras operadoras: TIM e VIVO. Já os valores cobrados para os acessos à rede mundial – via aparelhos celulares – aos sites não WAP’s são bem mais baixos.

WAP (Wireless Access Point)
Este termo se refere – numa rede sem fios – ao dispositivo central que fica encarregado de receber os sinais transmitidos pelos micros transmissores, conectados na rede Wireless (sem fios). Em seguida, o WAP repassa esses mesmos sinais para os micros receptores.

WAN (Wireless Area Network)
Este termo se refere às redes de computadores operando sem fios numa área específica, como num escritório, por exemplo. Essas redes WAN estão se expandindo de forma super-rápida, e a nível mundial.

WAN (Wide Area Network)
Este termo se refere ao padrão para conectar redes de computadores com outras redes, mesmo que elas estejam localizadas em locais muito distantes. Como por exemplo, em outras cidades, outros estados e a até fora do país.

WWW (World Wide Web Consortium)
Este termo se refere a entidade encarregada de estabelecer regras referentes ao desenvolvimento e compatibilidade dos programas, sites, por exemplo, e as tecnologias que são desenvolvidas para serem utilizadas na rede mundial.

SNR (Signal-to-Noise Ratio)
Este termo se refere – no caso das transmissões sem fio feitas por meio de RF-Rádio Freqüência – a relação direta entre sinal e ruído.
Na verdade o ruído também é um sinal, e às vezes bem mais forte que o sinal normal, mas de característica aleatória e interferente, sinal este gerado por diversos fatores tais como: longa distância nas transmissões entre dispositivos (no caso das redes sem fio, por exemplo, entre as estações); por campos magnéticos e elétricos, corrente estática e até pela temperatura extremamente alta.
Matematicamente a relação “sinal ruído” é igual a potência do sinal útil (sinal recebido) dividido pela potência do sinal ruído (sinal interferente). Como exemplo numa relação SNR numa transmissão (sinalização completa) sem fio (WiFi), se o sinal útil recebido é algo como 100.000.000 bits/segundo (100 Mbps) e o sinal ruído é algo como 1000 (1 Kbps), a sinalização realmente aproveitada é algo como 100.000 bits/s (100 Kbps).
Como se pode ver no exemplo, a degradação na sinalização útil foi bem considerável. No caso das redes WiFi a grande vilã na relação SNR é a distância entre as estações – quanto maior a distância mais ruídos serão captados ao longo da transmissão.
Mesmo numa transmissão a curta distância os sinais interferentes (ruídos) podem ser de alta potência, caso no mesmo ambiente (ou próximo) onde se encontram os dispositivos transmissores sem fio, também se encontre telefone sem fio e microondas, por exemplo, que também operam na faixa de 2.4 GHz mesma faixa de operação dos dispositivos WiFi. Isto ocorre devido a alta potência da faixa de sinalização operando a 2.4 GHz e em todas as direções, característica das ondas RF.




Além do sinal ruído, outro fator que contribui ditamente na degradação do sinal útil nas transmissões sem fio se refere aos obstáculos – paredes de concretos, por exemplo – que impedem a passagem desses sinais. Isto sem contar com as estações de rádio, TVs, Aeroportos, torres de alta tensão, indústrias operando com motores de alta potência, etc., poderão causar inúmeros problemas nas comunicações.
Áreas onde há intensa presença de aviões sobrevoando (veja exemplo na imagem acima, esquerda), as causas das interferências são os aviões. Um outro grande problema, que também interfere de forma direta e indiretamente nas comunicações via ondas de radiofreqüência, diz respeito as freqüências baixas, caso essas ondas encontrem muitos obstáculos pelo caminho e a distância à ser percorrida seja muito longa – mesmo atravessando obstáculos com muita facilidade –, essas ondas chegarão ao destino (no caso, a antena receptora) mas muito fracas, isto quando as tempestades com raios não piorarem a situação (veja exemplo na imagem acima, direita).

OFDM (Orthogonal Frequency Division Modulation)
Este termo técnico se refere a tecnologia de transmissão em redes sem fio no modo de múltiplos sinais (de forma simultânea), usando diferentes faixas de freqüências.
Isto é possível porque esta tecnologia aproveita o espectro ortogonal (que forma ângulos retos) entre freqüências, evitando-se com isto as freqüentes interferências nas transmissões nas redes sem fio, principalmente nas transmissões as longas distâncias.
Na verdade, usando a técnica Multiplexação por divisão ortogonal de freqüência, esta tecnologia foi desenvolvida para ser utilizada em sistema de transmissão de rede sem fio com tecnologias WiMAX. Sua principal função é a de garantir a conexão entre as estações sem ser preciso que estas estejam na mesma linha de visada (direcionadas) do equipamento transmissor da rede.

WLAN (Wireless Local Area Network)
Este termo se refere às redes locais usando a tecnologia de comunicação sem fios, entre as máquinas conectadas na rede. Esta tecnologia está muito expansiva, devido facilitar a implantação de redes em locais onde não se torna impossível usar cabos de cobres para que as máquinas se comuniquem uma com as outras, como de um prédio  para  outro ( veja  um  exemplo  na imagem abaixo).




Atualmente este tipo de rede está se tornando muito popular tanto quanto as redes cabeadas, devido a facilidade de instalação, configuração e, principalmente, pelas variedades de produtos disponíveis no mercado brasileiro e preços bem baixos, que antes eram quase que inacessíveis aos usuários domésticos.

Período (tempo) em nanosegundos
Num sistema que se utiliza modulação, transmissão, recepção e redirecionamento dos sinais de dados, um sinal – operando na freqüência de clock de 133 MHz (133 milhões de ciclos por segundo), por exemplo. Estará operando com um período (tempo) de 7,5 ns (1 segundo dividido por 133000000 Hertz). Neste período (ou tempo) de 7,5 ns, a luz percorre uma distância de 2,30 metros, aproximadamente.

                                                              Por...: Jkbyte


domingo, 22 de setembro de 2013

Wireless Networks (Redes sem fios)

Condutores de sinais sem fios e os de cobre

O ar é o condutor físico para os sinais de dados



=============PRIMEIRA PARTE=============


Rede Wireless
Este tipo de rede (rede Wireless) é mais conhecido por rede sem fios, ou seja, é uma rede que não utiliza fios para se fazer às transmissões das informações – aqui o ar é o condutor físico. E todas as transmissões pelo ar podem conter informações na forma de dados, informações na forma de áudio (voz) e imagens.
Veja nesta imagem abaixo um exemplo de uma rede wireless ponto-a-ponto, ou seja, que está interligando três PCs e um Notebook. Neste exemplo o dispositivo central e principal é o AP (Access Point ou Ponto de acesso). Poderia também ser o dispositivo Router (Roteador) que, atualmente, ele se encontra instalado na maioria das redes domésticas, sem ela com fios ou sem fios.



E devido este dispositivo (o roteador) ser novidade para milhares dos usuários leigos de computadores, muitos deles me ligam perguntando se eu tenho o “Rateador” para vender! E o fator mais interessante dos roteadores modernos é que praticamente qualquer usuário pode configurá-lo para que o sinal recebido por ele – da Internet, por exemplo – seja distribuído para outros dispositivos numa rede doméstica, tais como; PCs, Notebooks, Netbooks, Celulares, etc.

Infra-estrutura das redes sem fios
Uma rede desse tipo, geralmente é utilizada quando a infra-estrutura física da rede – como cabos, tomadas, etc. –, na instalação é muito complexa. Ou seja, impossibilitando o uso de qualquer outro meio físico de transmissão, como os cabos coaxiais, twinax, par trançado e fibra óptica. Atualmente a rede sem fios virou moda entre os brasileiros.
E é nesses casos quando não podemos quebrar pisos, furar paredes e o teto, por exemplo, que se instalam redes Wireless. Uma rede do tipo Wireless utiliza, basicamente, um sistema para a transferência de dados empregando-se tecnologias (ou sinalizações) tais como: raio laser, sinais infravermelhos, microondas, via satélite e radiofreqüência.
Pela imagem acima (transmissão pelo ar) pode-se ver que não foi preciso furar e muito menos quebrar a parede para que ocorram transferências de dados numa pequena rede de computadores e, ou então, numa grande rede, dependendo da tecnologia empregada.
Já nas transmissões via satélites, quando essas transmissões estão ligadas às redes Wireless nestas são utilizadas enormes antenas do tipo parabólicas. Veja um modelo exemplo na imagem abaixo, a esquerda.
Em termos de funcionamento as redes Wireless operam de forma muito similar às redes físicas para computadores, redes estas que utilizam do cabeamento físico e de cobre (ou alumínio), baseados nos cabos Coaxiais, Twinaxial e Par trançado. As redes do tipo Wireless são divididas em três níveis básicos de operação, sendo os seguintes, LN, LNE e CNM:

LN - Local Network – Rede de comunicações Local entre computadores.

LNE - Local Network Extended – Rede de comunicações local e estendida.

CNM - Computer Network Movable – Rede de comunicações com computadores móveis, incluíndo-se os notebooks, netbooks, celulares, entre outros.

Algumas considerações gerais
Em redes Wireless, ou seja, quando se vai implantar uma rede sem fios certa considerações deve ser levada em conta, como essas descritas abaixo, por exemplo:

>Vasão na rede
Geralmente este termo é conhecido por throughput (largura da banda de saída). Ou seja, determina os ciclos de transferência na quantidade de dados que se pode transmitir por um determinado meio de comunicação – em redes sem fios, por exemplo.




>Nós ou pontos de interligações
Este termo refere-se ao suporte dado pelas redes sem fios ao número – centenas, por exemplo – de nós ou conexões, e por meio de uma única unidade (dispositivo). Como os dispositivos Roam About (Cabletron), por exemplo, que suportam até 250 nós numa única rede. Veja nesta imagem acima (a direita) um exemplo de dispositivo Roaming Weriless ou Transmissor sem fios – observe as duas antenas.

>Área de cobertura das redes
A área de cobertura das redes sem fios irá depender diretamente da potência dos dispositivos utilizados na rede e, principalmente, nas áreas consideradas sem obstáculos. Isto porque os obstáculos podem obstruir a passagem das ondas (ou sinais) de rádio, enfraquecendo assim, toda a potência do sinal enviado para a antena (ou antenas) receptora.
Numa rede Wireless com dois computadores, por exemplo, estes trocarão informações no modo de sinalização analógica, já que a distância de 50 metros, por exemplo, não permite que se façam transmissões e recepções no formato digital com dispositivos simples.

>Dispositivos sem fios
Utilizando-se dispositivos de boa qualidade, a área de comunicação – contando com obstáculos leves, como as divisórias de escritórios, por exemplo – gira em torno de 100 à 200 metros de diâmetro. Consegue-se até vários quilômetros em áreas abertas quando se utiliza dispositivos altamente potentes, ou seja, os de ótimas qualidades e caros também.

>Estabilidade nas transmissões
Visando dar maior estabilidade nas transmissões das informações e sem ruídos e, ainda proteger as informações que trafegam por uma rede sem fios. Utiliza-se o método conhecido por WEP (Wireless Equivalent Privacy ou algo como Privacidade de uma rede sem fio equivalente a de uma rede cabeada).

>Total mobilidade na rede
As redes sem fios devem ser dotadas de ótima “mobilidade”, ou seja, que as máquinas estações possam ser transportadas de um lugar para outro – no mesmo local da rede –, e sem problemas, mesmo passando de um ponto de conexão para outro. Como já citado, as tecnologias mais comuns empregadas em redes sem fios são as seguintes:
Ondas de radiofreqüência, raios infravermelhos, técnicas a laser, sinais de microondas de banda estreita e as de difusão de espectro, e as faixas de altas freqüências utilizadas em antenas parabólicas.

>Técnicas do CSMA-CD
Segundo o modelo OSI (Open System Interconnection ou Sistema aberto de intercomunicações de dados), a segunda camada denominada de DLL (Data Link Layer ou Camada Ligação de dados), é que se encarrega de fazer com que todos os computadores pendurados na rede e interconectados, possam enviar e receber mensagens. Para mais detalhes veja esta imagem abaixo, onde se localiza a Camada 2 (a DLL).




No padrão Ethernet (aqui duas palavras distintas: Ether, dados trafegando pelo espaço invisível; e NET, rede de dados) das redes cabeadas (com cabos coaxiais, pares trançados ou fibras ópticas), por exemplo, utiliza-se o protocolo CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access ou Acesso múltiplo com sensor de mensagens / Collision Detection ou Detecção de colisões).
A principal função principal do CD é a de monitorar todo o tráfego de dados na rede para que os mesmos sejam transmitidos sem erros. Ou seja, caso ocorra algum erro, como as colisões de dados na rede, e isto pode ocorrer e com certa freqüência quando o tráfego na rede é intenso.
Veja um exemplo de colisões de dados na rede na imagem abaixo, marcado com um circulo, numa transmissão qualquer, os mesmos dados serão retransmitidos automaticamente.

>Protocolo CSMA-CA
Já em redes do tipo Wireless (Sem fios), utiliza-se o protocolo CSMA/CA (Carrier Sense Multiple Access ou Acesso múltiplo com sensor de mensagens/Collision Avoidance ou Evitar ou Anular colisão). Aqui, a função do protocolo CA é a de monitorar a potência do sinal que chega até ele, via antena ou antenas.
Assim, caso o sinal seja mais intenso que o normal e de diferente freqüência elétrica daquele utilizado na rede wireless (veja um exemplo nesta imagem acima, no computador da direita), é interpretado como sendo uma colisão de dados. Neste caso, o CA que captou o referido sinal anormal não autorizará a transmissão enquanto estiver ocorrendo a perturbação na rede, evitando-se assim, que a rede fique supercongestionada podendo pará-la por completo.

>Máquinas Notebooks/Netbooks
Quando se conecta máquinas Notebooks (veja um modelo exemplo na primeira imagem acima) numa rede wireless, os dispositivos conhecidos por PC Cards (Personal Computer Card ou Cartões para computador personalizados), nesses dispositivos encontram-se as respectivas antenas de transmissão e recepção de sinais que trafegam por toda a rede.
Portanto, deve-se tomar cuidado na hora de manusear os PCs Cards, pois eles – além de operarem como placas adaptadoras – também possuem uma antena integrada nos mesmos. Outro detalhe é que cada PC card (placas de redes) possui o seu próprio e único endereço MAC (Medium Access Controller ou Controlador de acesso aos meios de transmissão na rede).




MAC refere-se ao endereço físico que se utiliza em dispositivos para redes de computadores (switches, placas de rede, por exemplo), para o controle dos meios de acessos em comunicações de dados entre PCs e dispositivos conectados na rede. O endereço MAC (no formato hexadecimal, gravado num chip com memória ROM ou Flash ROM que fica embutido no próprio dispositivo) é composto por 12 dígitos com largura de 48 bits (6 bytes). Um exemplo de endereço MAC é: 00:0E:A6:AD:0A:44.
No Windows XP, por exemplo, descobre-se o endereço MAC da placa de rede indo em “Iniciar/Programas/Acessórios/Prompt de comando” e digitar ipconfig/all e teclar (Enter).
Desses 12 dígitos os seis primeiros (00:14:2A:, 24 bits (3 bytes) especifica o fabricante do respectivo dispositivo (uma placa de rede, por exemplo). Já os outros seis dígitos (1A:33:5F, também 24 bits (3 bytes), que também é definido pelo fabricante do dispositivo, especifica o endereço físico do próprio dispositivo, no caso, a placa de rede.
Observar que cada dispositivo possui o seu próprio endereço MAC e único, ou seja, nenhum outro dispositivo no mundo pode ter o mesmo endereço MAC para que não ocorram detecções de computadores clones nas redes, e as transmissões sejam anuladas.

Central Access Point – Ponto de acesso
Também numa rede wireless, que só conta com duas máquinas, não há necessidade de ter o dispositivo conhecido em redes wireless por AP (Access Point ou Ponto de acesso central – veja exemplo na primeira imagem acima). Este dispositivo é um tipo de hub wireless bem mais versátil e inteligente que os hubs normais.
Agora, quando a rede conta com três ou mais máquinas será preciso dispor deste dispositivo, para que haja comunicação entre elas. Ou então – em pequenas redes domésticas e pequenos escritórios – um roteador pode resolver o problema de comunicação entre as máquinas.
Neste caso, o AP será o centro de comunicação da rede, como exemplifica e, geralmente, os APs operam na faixa de freqüência de rádio entre 2,4 e 2,5 GHz/ps e com taxas de transmissões na velocidade aproximada de 11 Mbps (Megabits por segundo – inicialmente), em áreas sem obstáculos pesados. APs modernos operam com velocidade muito superior 11 Mbps.
Cada dispositivo AP suporta um determinado número de PCs portáteis. Um exemplo é o AP da 3Com que suporta até 63 PCs pendurados nele, ou seja, se comunicando com ele (um exemplo na imagem abaixo, esquerda). Também depende da qualidade de cada AP a sua faixa de alcance na transmissão dos sinais que, no caso do AP da 3Com, o alcance é de aproximadamente 300 metros, sem obstáculos pesados pela frente e que a área de comunicação esteja livre de interferências eletromagnéticas.
Como todos os dispositivos físicos que operam em redes, sejam elas cabeadas ou não. Os dispositivos aqui comentados – no caso os Aps –, também possuem os seus respectivos endereços Ethernet MAC Address, e o AP da 3Com opera com 48 bits para o MAC Address.

Características técnicas
Veja abaixo algumas das muitas características técnicas – algumas positivas já outras negativas – desses meios de comunicações de ondas eletromagnéticas pelo ar, que transmitem sinais de voz, dados e de imagens.




>Transmissões por “Raios Laser”
Redes de computadores utilizando a tecnologia do raio laser, neste caso a sinalização do laser são unidirecional. Este sistema funciona de modo parecido com a do infravermelho, ou seja, o LED fotoemissor do equipamento transmissor de sinais deverá estar em linha direta (imagem acima, a direita) e com o LED fotodetector do equipamento receptor, para que se possam realizar as transmissões dos sinais. É neste tipo de transmissão em rede que se deve observar com mais atenção se não há qualquer tipo de obstáculo entre os dispositivos envolvidos nas transmissões.
Raios laser podem atingir uma distância de até 500 metros aproximadamente, quando o equipamento transmissor e o receptor estiverem instalados na parte mais alta dos edifícios. Os maiores obstáculos que interferem numa comunicação utilizando o laser são: a chuva e a neblina.

>Transmissões por “Ondas de Rádio”
Fazer comunicações via sinais de radiofreqüência é muito fácil, pois esses sinais atingem todas as direções e, ainda, alcançam longas distâncias que penetram em qualquer lugar com a maior facilidade.
Quando os sinais de RF (Rádio Freqüência) operam nas faixas abaixo de 1 GHz, com 550 MHz, por exemplo. Esses sinais são conhecidos por sinais onidirecionais, ou seja, partindo-se da antena transmissora espalham-se por todas as direções (ou áreas), principalmente quando não há obstáculos pela frente que impeçam a propagação desses sinais.
Contudo, devido a sua característica onidirecional, este meio de comunicação nem sempre facilita uma realização de modo perfeito. Pois, caso haja outros aparelhos utilizando a mesma freqüência utilizada pela rede Wireless e, ou então, se esta rede estiver próxima de locais de muitas interferências eletromagnéticas, como por exemplo:
Estações de rádio, TVs, Aeroportos, torres de alta tensão, indústrias operando com motores de alta potência, etc., poderá ocorrer inúmeros problemas nas comunicações. Áreas onde há intensa presença de aviões sobrevoando, as causas das interferências são os aviões.
Um outro grande problema, que também interfere de forma direta e indiretamente nas comunicações via ondas de radiofreqüência, diz respeito as freqüências baixas, caso essas ondas encontrem muitos obstáculos pelo caminho e a distância à ser percorrida seja muito longa – mesmo atravessando obstáculos com muita facilidade –, essas ondas chegarão ao destino (a antena receptora), mas, muito fracas, isto quando as tempestades com raios não piorarem a situação.




Quando se utiliza onda de alta freqüência – devido a sua alta velocidade e eficiência –, elas tendem na maioria das vezes percorrer o percurso em linha reta e, com isso, havendo obstáculos pesados no caminho, essas ondas colidem-se com esses obstáculos e desviam-se do seu destino ou chegam instáveis. Lembrando ainda que as chuvas, principalmente as tempestades com ventos fortes e as descargas atmosféricas (raios), quebram o ritmo dos ciclos dessas ondas quando operando em alta freqüência.

>Transmissões por Microondas
Quando se emprega sinais de microondas em redes sem fios, também conhecida por modo de transmissão de sinais de microondas de banda base. Os dados transmitidos por uma rede sem fios, trafegam em portadoras de faixas bem próximas de uma faixa de freqüência de rádio específica, para somente transmitir as informações necessárias.
Com esta técnica pode-se conseguir taxas de no máximo 5 Mbps, mas desde que não haja obstáculos pesados pelo caminho, como prédios por exemplo.
Empregando-se as técnicas conhecidas por “espelhamento espectral”, pode-se conseguir taxas de transmissões de dados numa rede sem fios, entre na velocidade de 250 Kbps (mínima) e até 100 Mbps (ou mais). Utilizando-se faixas de freqüência acima de 100 MHz, as microondas viajam em linha reta, sendo facilmente capturadas pelo aparelho receptor, que deve estar alinhado com o aparelho transmissor.
Quando se faz comunicações via microondas a grandes distâncias servindo-se de repetidoras, deve-se calcular esta distância baseando-se na altura da torre, ou seja, numa distância de 50 km (entre o transmissor e o receptor e, ou entre repetidoras, por exemplo).
Quando a distância for de 50 km, a altura da torre deverá ser de 40 metros; 100 Km de distância, a altura da torre deverá ser de 100 metros; 150 km de distância, a altura da torre deverá ser de 120 metros, aproximadamente.
Redes de computadores Wireless operando com baixa faixa de freqüência, as microondas não atravessam os obstáculos pesados, como prédios, por exemplo. Portanto, deve-se instalar antenas que transmitam e recebem os sinais com altura acima dos edifícios.
Num sistema de transmissão por meio das microondas, a sinalização dos sinais opera no modo direcional (veja esta imagem acima) e necessita de antenas parabólicas, que operam sob altas ondas de radiofreqüência, na faixa entre 1 à 30 GHz (de 1 bilhão à 30 bilhões de ciclos por segundo). Sejam transmissões estas para uma curta distância, longas distâncias e, ou até por via satélite.
Como a sinalização digital não suporta essas altas freqüências das ondas em grandes distâncias. Não é recomendado fazer transmissões de dados utilizando a tecnologia digital, pois os sinais chegariam distorcidos ao seu destino, e não seriam captados pelo dispositivo receptor.

>Transmissão via Infravermelho
A tecnologia conhecida por IR (*infra-red ou Infravermelho) não está sendo muito empregada nas redes de computadores do tipo sem fios (wireless), pois os sinais operam com baixas freqüências (em MHz), quando comparados com os sinais das microondas, que operam sob altas freqüências (em GHz). Além de exigirem tecnologias extras para se implantar este tipo de rede, a faixa de freqüência dos sinais infravermelhos está um pouco abaixo da freqüência da luz visível, e para que não sofras interferências eletromagnéticas externas.
Os sinais infravermelhos empregados nas redes de computadores, as transmissões devem utilizar sinais intenso e fortemente direcionado – em linha de visão desobstruída, ou seja, sem qualquer tipo de obstáculo. Podem-se fazer as transmissões utilizando a radiação em todas as direções, ou seja, por reflexão, sendo que os sinais infravermelhos serão espalhados por todas as direções até atingir os dispositivos receptores.

Configuração de LAN to LAN
Também em redes sem fios, empregam-se vários tipos de configurações, mas que sejam compatíveis com os também vários tipos de aplicações. As mais empregadas ainda continuam sendo a LAN to LAN (Local Area Network to Local Area Network ou Rede de comunicação de dados numa área local para outra rede de comunicação de dados numa mesma área local).
O tipo de rede utilizada em redes sem fios, e a mais comum de todos também, é o “peer to peer”, isto é, do tipo ponto-a-ponto (veja um exemplo de uma rede ponto-a-ponto com dois computadores nesta imagem abaixo). Ou seja, um ponto consegue visualizar (enxergar) o outro ponto numa mesma área local.



Se você possui uma TV equipada com controle remoto, você já está usufruindo a tecnologia das ondas infravermelhas. Além do uso desta tecnologia pelos controles remotos de TVs, drives de CDROM, entre outros dispositivos. Essas ondas também estão presentes nos microcomputadores, sendo que o Windows 98 foi o primeiro sistema operacional a dar suporte a esta tecnologia, que visa dar suporte a muitos dispositivos modernos para que funcionem sem fio, inclusive teclados e mouses sem fio.
Já no caso do Windows 95, será preciso atualizá-lo para que o mesmo reconheça dispositivos que operam com infravermelho.
À distância suportada pelas ondas infravermelhas entre o LED do dispositivo transmissor e o LED do dispositivo receptor, gira em torno de 20 à 30 metros. As taxas nas transmissões podem atingir algo em torno de 10 Mbps.
Outro detalhe importante que se deve observar é que o LED transmissor deve estar sempre direcionado para o LED do receptor, para que se possa enviar e receber dados via ondas infravermelhas.

                                                                  Por: Jkbyte